Todas as guerras têm as suas vítimas. O assalto à Ucrânia não é excepção. Temos as vítimas ucranianas, que fogem ou sacrificam a vida na luta contra o invasor. Temos as vítimas russas, agora entregues a uma ditadura sem disfarce. E depois temos as vítimas portuguesas, que andam por aí a carpir mágoas pelo ‘ostracismo’ a que são votadas. ‘Já não se pode compreender um tirano?’, perguntam, em doloroso pranto.
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Mas, para temperar a retórica grandiloquente do governo, um pouco de realismo não fica mal a ninguém.
Mudar de calendário nem sempre é mudar de vida.
Nunca levei a sério as mensagens natalícias de quem nos governa.
Gouveia e Melo revelou impreparação e prepotência, dois vícios de forma que não o recomendam para o cargo. Marques Mendes não conseguiu dissipar a sombra de ‘facilitador de negócios’.
Melhor pedir contas às lideranças europeias que se foram rendendo aos ditames do fanatismo.
Tivesse o ensino público cumprido o seu papel e os camaradas dominariam o básico sobre a sua própria ideologia.
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