Existem duas formas de olhar para a CPI da TAP. A primeira é ouvir os personagens e depois, com uma lupa, tentar caçar incongruências e delírios, só para ver quem diz ‘inverdades’. A segunda é olhar para o cenário geral e, entre o pasmo e o horror, perguntar se ainda vivemos num Estado de Direito de uma democracia liberal. Há momentos em que tenho dúvidas. Sobretudo quando me confronto com um ministério que tenta aprisionar um cidadão dentro de um edifício do Estado; e quando vejo um serviço de informações que parece comportar-se como uma polícia política. No fim da CPI, haverá ‘consequências’, disse António Costa. Não chega. Há consequências a tirar agora sobre o ministro das Infraestruturas e as chefias das nossas ‘secretas’. Se António Costa não o fizer, só resta ao Presidente da República indicar-lhe a porta da rua.
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