Nunca olhei para Leonard Bernstein com os olhos limpos. A culpa, se a palavra se aplica, é de Tom Wolfe e de um ensaio famoso, publicado na ‘New York Magazine’, com o título "Radical Chic: That Party at Lenny’s". Trata-se da descrição de uma festa que o compositor ofereceu em homenagem aos Black Panthers, a conhecida organização marxista e revolucionária. Mas é mais do que isso: com a sua pena embebida em ácido sulfúrico, Wolfe mostrava a espantosa dissonância entre a elite "liberal" de Nova Iorque e as causas "radicais" a que essa elite se entregava para sinalizar a sua virtude.
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