Portugal não é uma teocracia. Não precisa de endeusar um livro sagrado ou os profetas que o escreveram. Até porque alguns não merecem tanta reverência. Falo daqueles que, em 1975-76, tudo fizeram para que a Constituição, agora celebrada, fosse mais um mostrengo marxista-leninista a empestar a democracia portuguesa. Derrotados nas urnas e depois nos quartéis, ainda assim deixaram ficar as suas nódoas: a transição para o socialismo, a tutela militar, a irreversibilidade das nacionalizações. Foi preciso muito detergente, nas revisões posteriores, para limpar estas manchas.
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Foi preciso muito detergente, nas revisões posteriores, para limpar estas manchas.
Ninguém pedia que a Europa marchasse com Israel e os EUA para o Irão.
Basta uma temporada longe do poder para que a desafinação se instale.
Pedro Passos Coelho quer reformas – e empurra o governo para os braços do Chega.
O PS já percebeu que pode esticar a corda sem risco e ameaça ‘rupturas’ dramáticas se não lhe reservarem um lugar no Tribunal Constitucional.
É só o fim das certezas fáceis.
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