A política portuguesa é previsível até ao tutano. Chumbos do Orçamento não terão como consequência eleições antecipadas? Avisei há duas semanas: a nova doutrina de Belém era um convite ao desvario. Dito e feito. O PS já percebeu que pode esticar a corda sem risco e ameaça ‘rupturas’ dramáticas se não lhe reservarem um lugar no Tribunal Constitucional. Se houvesse preço – eleições – talvez houvesse juízo. Nem o passado recente, nem as sondagens actuais, nem a crise económica a galope sustentam qualquer delírio. Mas, na ausência de preço, a instabilidade política deixa de ter um custo e passa a ser um activo. Para José Luís Carneiro, é também um convite ao radicalismo – sobretudo com o fantasma de Centeno a pairar sobre o Rato. O Presidente Seguro devia fazer o óbvio: reintroduzir o risco. Crimes sem castigo só funcionam na ficção.
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O PS já percebeu que pode esticar a corda sem risco e ameaça ‘rupturas’ dramáticas se não lhe reservarem um lugar no Tribunal Constitucional.
É só o fim das certezas fáceis.
Eis, finalmente, os três anos de estabilidade e diálogo que o Presidente Seguro tão generosamente nos prometeu.
O destino do conflito será decidido entre o impulso de parar já e a suspeita de que parar agora pode sair mais caro do que continuar.
O PS tem aqui uma oportunidade única para fazer prova de vida contra o governo.
A saída de Rita Rato da direcção do Museu do Aljube é a discussão errada. A discussão certa seria saber como foi que Rita Rato lá entrou.
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