A direita quer assassinar transexuais, acusou a deputada Isabel Moreira. Peguei imediatamente no telefone e pedi um carro-patrulha para São Bento. Era falso alarme. Pelos vistos, a direita limitou-se a propor o regresso a um modelo mais cauteloso e individualizado para permitir a mudança de género no registo civil. Como? Exigindo atestado médico. Isto limita a autonomia total das pessoas trans? Limita. Mas pode também proteger os casos mais complexos, onde as questões de identidade se entrelaçam com fragilidades psicológicas, pressões sociais ou percursos de neurodesenvolvimento menos lineares. O relatório Cass, no Reino Unido, já tinha alertado para estas zonas cinzentas – e para os erros trágicos a que decisões precipitadas podem conduzir quando o sofrimento humano é reduzido a um acto administrativo. Não é o fim do mundo. É só o fim das certezas fáceis.
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É só o fim das certezas fáceis.
Eis, finalmente, os três anos de estabilidade e diálogo que o Presidente Seguro tão generosamente nos prometeu.
O destino do conflito será decidido entre o impulso de parar já e a suspeita de que parar agora pode sair mais caro do que continuar.
O PS tem aqui uma oportunidade única para fazer prova de vida contra o governo.
A saída de Rita Rato da direcção do Museu do Aljube é a discussão errada. A discussão certa seria saber como foi que Rita Rato lá entrou.
Ainda teremos saudades da velha teocracia iraniana.
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