No filme da TAP, não são os actores que interessam; são os críticos refinados que, confrontados com certas cenas, desatam a debater o enredo e os diálogos. Será que Mendonça Mendes desmentiu Galamba ao dizer que ‘o reporte ao SIS não decorreu de nenhuma sugestão nem de nenhuma orientação da minha parte’? Sim e não, consoante os gostos: sim, porque Galamba disse que foi Mendonça Mendes; não, porque foi a famosa Eugénia, chefe de gabinete das Infraestruturas, quem fez o ‘reporte’. Mendonça Mendes, esse, deve rir do falatório: missão cumprida, pensará ele, depois de ter levado dias a lapidar (e a decorar) aquela pérola de ambiguidade.
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