O PCP mobiliza toda a sua capacidade de organização, disciplina partidária e força política para realizar no próximo fim de semana o seu congresso plurianual. Aproveita direitos legais para fazer valer uma vontade de afirmação pletórica. Fecha os ouvidos ao senso comum, recusa imaginar uma opção mais atual, com recurso a telecomunicações multilaterais, insiste num conclave ao estilo de ontem, na linha das proezas da clandestinidade. O PCP quer com a sua arrogância fazer inveja a confrarias do bacalhau com todos e congéneres. A liberdade serve ao PCP para apoucar os que gostariam de reunir com familiares e amigos para uns bons momentos de convívio, mas com o recolher obrigatório do estado de emergência se veem obrigados a sentar-se segregados à mesa, mitigando o isolamento com a troca de fotos dos acepipes pelo WhatsApp.
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