A defenestração de Miguel de Vasconcelos na manhã do 1 de dezembro de há 380 anos não é ação que se repita. Está fora dos atuais hábitos de respeito pelos outros seres humanos, mas fica como referência à efeméride da Restauração da Independência de Portugal. Num quadro muito diferente, persiste a necessidade de libertar o país de constrangimentos que prejudicam o interesse do coletivo. Entre as preocupações sobressai a forma como a responsabilidade perde na vida política e social o confronto com a impunidade.
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