As medidas para cortar as redes de contágio da Covid-19 colocam os portugueses numa prova exigente. Trata-se de conseguir em duas semanas a maior redução possível de casos de novos infetados e por consequência de internamentos e mortes. O contrarrelógio apanha muitos participantes já cansados, desiludidos e incrédulos. O facto de a situação resvalar de mal a pior abate muitas esperanças, depois de se esvaziarem as certezas científicas absolutas e ruírem os castelos do poder humano. Para nos livrar das inquietações já nem sequer há Trump, em quem se batia para exorcizar os males do Mundo. O bilionário da poupa loura perdeu as eleições, mas a pandemia continua.
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