O espetáculo do regresso de Donald Trump à Presidência dos EUA é um festival de demagogia. Ele faz promessas de riqueza e orgulho, nos moldes do sonho americano, mas desmente-se. Anuncia uma época áurea à custa de perigos fatais para o Planeta e dispara ameaças em todas as direções intitulando-se pacificador e unificador.
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A insanidade avança todos os dias e sente-se a inquietação na vertigem do apocalipse.
Difícil mesmo será convencer os cidadãos de que "quando o poder político fala é para valer".
Comédia do que se diz e faz ao contrário, raia o ridículo dos filmes de estarolas.
Vivemos num País em que todos os dias há notícias de violência doméstica.
Mesmo as pessoas alheias têm ideia que se trata de um tempo especial.
Houve uma estoica vontade dos cidadãos de expressarem a sua escolha.
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