Na exposição ‘Mário Soares – Um Homem Inteiro’, patente no Pavilhão de Portugal, da Expo 98, agora gerido pela Universidade de Lisboa, cruzei-me esta semana com um grupo de estudantes do 3.º Ciclo, entre os 12 a 15 anos. Percorremos os mesmos instantâneos captados pelo fotógrafo Luís Vasconcelos, naturalmente com memórias diferentes. Congeminava sobre circunstâncias político partidárias quando fui surpreendido por uma conversa alheia. Diante da fotografia da mesa de honra de um jantar de gala no Palácio da Ajuda, em que o então Presidente da República está ladeado pelos príncipes Carlos e Diana, de Inglaterra, fiquei preso na explicação para os colegas de uma estudante, com menos de metade da idade do acontecimento: “A princesa Diana divorciou-se do atual rei e depois dizem que foi morta num atentado com choque de carros”. Fiquei estupefacto com a primazia dada à versão mais violenta dos factos, pintados com falsidade. O tom alinha com a ideia que vivemos numa sociedade cada vez mais agressiva e intolerante, que agita mortes e vacinas da Covid ou exagera os problemas até à mentira terrificante, com o objetivo de pôr todos uns contra os outros. Liberdade e fraternidade podem contrapor melhor futuro.
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