Não podia haver melhor propaganda a favor da privatização da TAP do que as revelações trágico-cómicas da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI). Uma empresa privada gerida com aquele grau de compadrio, incompetência e desperdício, um dia teria de confrontar-se com o espetro da falência. O que aliás já aconteceu a tanta companhia aérea por esse mundo fora. Mas uma empresa pública pode sempre contar com os bolsos sem fundo do contribuinte.
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Tal como na França do século XVII, tudo é bastante complicado. História do livro nem sequer acaba bem.
A oportunidade é má, mas Passos talvez não tenha outra.
É no comando das forças armadas que o presidente americano se torna o homem mais poderoso do mundo.
Trump ganhou porque os americanos estavam fartos de dogmatismos wokistas.
O próprio Seguro fez um discurso de vitória cheio de ambiguidades, oscilando entre promessas de cooperação institucional e uma atitude mandona, com cacetadas ao Governo sobre a gestão das tempestades
Depois da primeira volta, Seguro tornou-se também o candidato de grande parte da direita.
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