Não podia haver melhor propaganda a favor da privatização da TAP do que as revelações trágico-cómicas da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI). Uma empresa privada gerida com aquele grau de compadrio, incompetência e desperdício, um dia teria de confrontar-se com o espetro da falência. O que aliás já aconteceu a tanta companhia aérea por esse mundo fora. Mas uma empresa pública pode sempre contar com os bolsos sem fundo do contribuinte.
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As democracias têm muitas disfuncionalidades e defeitos, só que os autoritarismos também.
Talvez tenhamos de nos desabituar de ver o Reino Unido como o país da estabilidade política.
A ministra do Trabalho queria dar uso aos artigos que foi escrevendo ao longo da sua carreira académica.
A propaganda, e os seus ecos no jornalismo ocidental, servem apenas para acelerar um ou outro resultado.
Magyar é um político de direita radical e populista ao estilo de Orbán.
A arma do Estreito de Ormuz tem limites. O Irão precisa tanto (ou mais) dele aberto como o mundo.
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