Luciano Amaral
Professor universitárioA semana passada acabou com outro pânico bancário, desta vez envolvendo o Deutsche Bank (o maior banco alemão e o 22.º mundial) e as rituais garantias de segurança das autoridades (no caso, o chanceler Scholz). Os próximos dias mostrarão se o pânico continua ou não, mas vale a pena olhar para a forma como os estados lidaram com os casos dos bancos americanos Silicon Valley Bank (SVB), Signature e First Republic (FR), todos de média dimensão, e do Credit Suisse (CS), o segundo maior suíço.
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