Um sítio onde a campanha de Kamala Harris está a correr muito bem é Portugal. Um comentador atrás do outro faz declarações de voto e, pelo que se pode ver, o apoio deve rondar os 100%. Infelizmente para ela, os portugueses não votam nos EUA e os comentadores portugueses não têm qualquer influência na opinião pública americana, pelo que, por lá, parece que a coisa continua apertada e ela recolhe apenas o apoio de 50% dos seus concidadãos. Isto levanta a questão de saber se a informação e o comentário feitos em Portugal nos ajudam a entender o que se passa nos EUA. Pelos vistos não, pois há metade da história que nos escapa.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
A arma do Estreito de Ormuz tem limites. O Irão precisa tanto (ou mais) dele aberto como o mundo.
As constituições são, entre outras coisas, feitas para durar. Revê-las profundamente pode significar acabar com elas
Esta Constituição tem várias coisas a recomendá-la.
Pelo que se consegue perceber, os EUA acreditaram tanto no êxito do Plano A que não previram Plano B.
Tal como na França do século XVII, tudo é bastante complicado. História do livro nem sequer acaba bem.
A oportunidade é má, mas Passos talvez não tenha outra.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos