Bom, começou a campanha para as tão desejadas e tão receadas eleições antecipadas. Desejadas, porque nenhum dos três protagonistas do cenário político actual está satisfeito com o que lhe calhou em sorte: a AD porque tem de governar de forma condicionada pelo PS e pelo Chega, não conseguindo, por isso, montar políticas coerentes; o PS porque quer ser califa no lugar do califa; e o Chega porque quer tornar-se o maior partido da direita. Receadas porque, apesar de não apreciarem o que têm, os protagonistas arriscam-se a ficar ainda pior com novas eleições: a AD pode perder o Governo, o PS pode não ganhar ou então ganhar nas actuais condições incómodas da AD, e o Chega pode perder o grande resultado deste ano.
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Tal como na França do século XVII, tudo é bastante complicado. História do livro nem sequer acaba bem.
A oportunidade é má, mas Passos talvez não tenha outra.
É no comando das forças armadas que o presidente americano se torna o homem mais poderoso do mundo.
Trump ganhou porque os americanos estavam fartos de dogmatismos wokistas.
O próprio Seguro fez um discurso de vitória cheio de ambiguidades, oscilando entre promessas de cooperação institucional e uma atitude mandona, com cacetadas ao Governo sobre a gestão das tempestades
Depois da primeira volta, Seguro tornou-se também o candidato de grande parte da direita.
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