Não podia haver melhor propaganda a favor da privatização da TAP do que as revelações trágico-cómicas da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI). Uma empresa privada gerida com aquele grau de compadrio, incompetência e desperdício, um dia teria de confrontar-se com o espetro da falência. O que aliás já aconteceu a tanta companhia aérea por esse mundo fora. Mas uma empresa pública pode sempre contar com os bolsos sem fundo do contribuinte.
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Temos de nos preparar para um mundo em que já não existirá um nosso compatriota maior que o país.
Os novos EUA eram um pigmeu global, mas iniciaram a descolonização dos impérios europeus (britânico, espanhol, francês, neerlandês, português...) que então dominavam o mundo.
Grande parte dos imigrantes vieram para uma corrida desesperada a um emprego que nunca encontraram.
Provou-se de vez que o Governo não poderá contar com o Chega para medidas difíceis.
Trump anunciou pela 39.ª vez um acordo de paz “ao virar da esquina”. Parece que desta vez é a sério.
Já se percebeu que o tópico actualmente mais intrigante da política nacional é saber o que quer Pedro Passos Coelho fazer.
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