Tão certas nesta época como os pinheirinhos, os presépios e as músicas melosas a sair dos altifalantes das lojas são as invetivas contra os ‘excessos’ do Natal: o excesso de bebida, o excesso de comida, o excesso de consumo. Almas puras dedicam-se a dissecar a contradição entre os quase orgiásticos hábitos natalícios (montes de comida, pilhas de presentes de que se rasgam avidamente os embrulhos) e a pobreza do menino na manjedoura ou a mensagem austera do cristianismo. Só que o Natal é tudo isso junto.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
Tal como na França do século XVII, tudo é bastante complicado. História do livro nem sequer acaba bem.
A oportunidade é má, mas Passos talvez não tenha outra.
É no comando das forças armadas que o presidente americano se torna o homem mais poderoso do mundo.
Trump ganhou porque os americanos estavam fartos de dogmatismos wokistas.
O próprio Seguro fez um discurso de vitória cheio de ambiguidades, oscilando entre promessas de cooperação institucional e uma atitude mandona, com cacetadas ao Governo sobre a gestão das tempestades
Depois da primeira volta, Seguro tornou-se também o candidato de grande parte da direita.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos