António Costa é agora o nosso homem em Bruxelas. Mas certamente que, ao contrário do nosso homem em Havana, não vai fazer passar manuais de aspirador por planos de sofisticado armamento. O de Havana fazia isso porque não havia grande assunto por lá. Mas o que não falta por estes dias na Europa é assunto, e até o célebre ‘optimismo irritante’ de Costa tremerá perante a situação.
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Tal como na França do século XVII, tudo é bastante complicado. História do livro nem sequer acaba bem.
A oportunidade é má, mas Passos talvez não tenha outra.
É no comando das forças armadas que o presidente americano se torna o homem mais poderoso do mundo.
Trump ganhou porque os americanos estavam fartos de dogmatismos wokistas.
O próprio Seguro fez um discurso de vitória cheio de ambiguidades, oscilando entre promessas de cooperação institucional e uma atitude mandona, com cacetadas ao Governo sobre a gestão das tempestades
Depois da primeira volta, Seguro tornou-se também o candidato de grande parte da direita.
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