As prioridades mediáticas sobre a guerra de Gaza continuam bastante trocadas. Durante dias, tudo revolteou em torno da Flotilha Sumud, uma empresa fundamentalmente inconsequente e isenta de perigos. Só intelectuais burgueses ocidentais em busca de um pequeno “frisson” podem fantasiar a flotilha como um extraordinário momento de “bravura” e “coragem”. Até porque se conhece o “script” de anteriores flotilhas: os barcos navegam tranquilamente no Mediterrâneo, excepto quando há mau tempo, são interceptados pelas Forças de Defesa de Israel ao aproximar-se de Gaza, os tripulantes são detidos, perguntando-se-lhes se querem ser deportados para os seus confortáveis países ocidentais ou contestar a detenção em tribunal. Uns e outros acabam recambiados, enquanto a minúscula ajuda humanitária que transportavam é entregue em Gaza por Israel. A “causa palestiniana” recebe assim mais uns dias de atenção e tudo continua como dantes.
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Esta Constituição tem várias coisas a recomendá-la.
Pelo que se consegue perceber, os EUA acreditaram tanto no êxito do Plano A que não previram Plano B.
Tal como na França do século XVII, tudo é bastante complicado. História do livro nem sequer acaba bem.
A oportunidade é má, mas Passos talvez não tenha outra.
É no comando das forças armadas que o presidente americano se torna o homem mais poderoso do mundo.
Trump ganhou porque os americanos estavam fartos de dogmatismos wokistas.
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