Parece que o fascismo na América durou pouco. Menos de um ano depois de Donald Trump se tornar presidente, bastou uma eleição autárquica para de lá começarem a brotar augúrios de um futuro cintilante para toda a humanidade. Cautela com leituras nacionais de eleições autárquicas? Temos aqui leitura planetária de uma eleição autárquica. Convenhamos que, se os EUA de Trump já são, de acordo com sucessivos analistas, autoritários como a China ou a Rússia, Zohran Mamdani nunca teria sido eleito presidente da câmara de Nova Iorque. É o problema da análise-denúncia em que o comentarismo se especializou, sobretudo quando se trata da América de Trump: de tanto ver horrores, não consegue ver certas coisas.
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As constituições são, entre outras coisas, feitas para durar. Revê-las profundamente pode significar acabar com elas
Esta Constituição tem várias coisas a recomendá-la.
Pelo que se consegue perceber, os EUA acreditaram tanto no êxito do Plano A que não previram Plano B.
Tal como na França do século XVII, tudo é bastante complicado. História do livro nem sequer acaba bem.
A oportunidade é má, mas Passos talvez não tenha outra.
É no comando das forças armadas que o presidente americano se torna o homem mais poderoso do mundo.
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