A diferença que duas semaninhas fazem. De repente, o “maior genocídio da história desde o Holocausto” (ou mesmo maior do que o Holocausto, segundo certas almas de avaliação generosa) desapareceu da paisagem mediática, com as correlatas flotilhas e manifestações decoradas a keffiyeh. Agora, só se fala de cessar-fogo, paz e libertação de reféns. Uma comunicação social que se especializou em fazer de Donald Trump o Diabo encarnado está com dificuldades em processar este óbvio feito de autor, de onde sobressai uma assinatura: a de Donald Trump, precisamente. Nota-se até alguma pouco escondida vontade de que as coisas corram mal, o que é curioso para quem acha a guerra de Gaza a maior das tragédias humanitárias.
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Comentar coisas na televisão não é suficiente para cativar votantes. Não é Marcelo quem quer
Afinal a globalização serviu para a sobrevivência e reforço dos regimes autoritários.
Para o bem e para o mal, a política externa de Trump ameaça ser a mais consequente desde Wilson, Truman e Reagan.
Seria fundamental que Mendes e Seguro passassem à segunda volta. Não entusiasma? Pois, mas é o que temos.
O Presidente tem um poder discricionário fundamental, o qual é o de dissolver o parlamento.
A discrepância dos resultados sobre a adesão à greve é demasiado ridícula para merecer comentário.
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