Uma jornalista brasileira perguntou a Donald Trump o que tinha ele a dizer sobre as relações entre os EUA e o Brasil. Aconteceu no dia da tomada de posse. Trump, abismado com a pergunta, respondeu: não precisamos do Brasil, o Brasil é que precisa de nós. Eis o resumo perfeito da cabeça do Donald: tudo é transacção nesta vida. Ou, como diria Oscar Wilde, o cínico é aquele que sabe o preço de tudo e o valor de nada.
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Em Portugal, nada é mais difícil do que o humor. A realidade vem sempre coberta por uma mortalha absurda que derrota qualquer concorrência.
Foi preciso muito detergente, nas revisões posteriores, para limpar estas manchas.
Ninguém pedia que a Europa marchasse com Israel e os EUA para o Irão.
Basta uma temporada longe do poder para que a desafinação se instale.
Pedro Passos Coelho quer reformas – e empurra o governo para os braços do Chega.
O PS já percebeu que pode esticar a corda sem risco e ameaça ‘rupturas’ dramáticas se não lhe reservarem um lugar no Tribunal Constitucional.
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