Na mesma semana em que Bruxelas aconselha o país a reforçar o combate à corrupção, o Conselho de Ministros aprovou um projecto de lei para ‘agilizar’ os contratos públicos. Vem aí uma ‘pipa de massa’, como dizem os poetas. E seria uma pena que, em nome da transparência e do rigor, essa ‘massa’ se perdesse nas papeladas da praxe. Alguém duvida que o Estado é pessoa de bem? Alguém acredita que governantes, autarcas ou empresários poderiam aproveitar este momento para forrarem os bolsos? Eu não acredito.
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Ainda teremos saudades da velha teocracia iraniana.
O estilo lúdico de Marcelo é o melhor de Marcelo: num país ‘engravatado todo o ano e a assoar-se na gravata por engano’, terei saudades deste jogral.
Desafiar Passos Coelho para as eleições internas do PSD é outra forma de desconversar: transforma um problema de governação num ajuste de contas partidário.
Sempre que o Tio Sam se mete em aventuras militares contra regimes tirânicos, a esquerda doméstica começa o seu carrossel de histeria e lamúria.
Com todas as reservas que Trump me merece, espero que esta guerra, uma vez iniciada, traga pelo menos a libertação dos iranianos.
José Sócrates já tem novo advogado. É o quarto oficioso.
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