Escrevi ontem que Luís Marques Mendes, em posição inusitada, também vetaria uma lei do trabalho que não viesse com o carimbo da UGT. A notícia do ‘Expresso’ apontava para isso: o candidato do centro-direita, em sintonia com os dois candidatos socialistas a Belém - Gouveia e Melo e Seguro -, faria tábua rasa da Constituição, algemando o governo aos humores dos sindicatos. Conclusão precipitada. Vozes próximas do candidato informaram-me que a notícia do ‘Expresso’ era um exercício generoso de imaginação: o apelo ao consenso não se confunde com a recusa de uma lei aprovada no Parlamento. Fica a correcção. Embora, no caso em apreço, talvez não seja preciso dramatizar em excesso: os recuos recentes do governo podem acabar com a reforma - ou, no máximo, produzir uma reforminha aguada que não altere a modorra do nosso mercado de trabalho.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
Nunca levei a sério as mensagens natalícias de quem nos governa.
Gouveia e Melo revelou impreparação e prepotência, dois vícios de forma que não o recomendam para o cargo. Marques Mendes não conseguiu dissipar a sombra de ‘facilitador de negócios’.
Melhor pedir contas às lideranças europeias que se foram rendendo aos ditames do fanatismo.
Tivesse o ensino público cumprido o seu papel e os camaradas dominariam o básico sobre a sua própria ideologia.
O PS e o Chega sabem que terão três anos de oposição, com o inevitável desgaste que estes desertos provocam nas chefias.
Entre Zelensky e Putin, venha o diabo e escolha.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos