Portugal andou entretido a discutir livros para meninos e meninas. Não perturbo o manicómio. Só aconselho, para memória futura, que o cidadão incauto formule uma questão sempre que o ‘politicamente correcto’ lhe bate à porta: falamos de amadores ou profissionais? Um profissional das ‘microcausas’ limita-se a ganhar a vida.
Em 1989, quando o Muro ruiu, o desemprego pairou sobre vários rebanhos. Por pouco tempo. Se o ‘proletariado’ já não era a espécie a proteger, restavam outras (negros, ‘gays’, mulheres) que cumpriam o mesmo papel.
Hoje, nas universidades, na política, nos jornais, há um exército de assalariados que justifica o cheque com a mesma impostura intelectual de outras eras.
E os amadores? Fazem o serviço de borla – nas ‘redes sociais’, claro – porque a figura do ‘idiota útil’ também não morreu em 1989. Razão tinha o outro: nada se cria, nada se perde – tudo se transforma.
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