Luís Tomé
Professor Catedrático de Relações InternacionaisPerante a ‘dupla ameaça’ sobre a Europa - a Rússia e, sobretudo, o ‘conluio’ entre os EUA de Trump e o regime de Putin -, os líderes europeus comprometem-se a aumentar o apoio à Ucrânia e as sanções à Rússia; dar “garantias de segurança” à Ucrânia, após um acordo de paz, através de uma “coligação de vontade” em que soldados europeus irão para o território ucraniano “manter a paz”; aumentar drasticamente o investimento na defesa; criar um sistema de comando e controlo europeu; e gastar muito melhor, investindo em “soluções europeias”. Depois de ter avançado com o ambiciono Plano ‘Rearmar a Europa’ aprovado no Conselho Europeu pelos 27 Estados-membros da UE, a Comissão apresenta esta semana o ‘Livro Branco sobre o Futuro da Defesa Europeia’ com diretrizes visando aumentar a produção e a prontidão para a defesa, acompanhado de uma proposta de regulamento especial de simplificação e harmonização para a defesa que inclui a integração da indústria de defesa ucraniana no mercado europeu de defesa. Os líderes europeus querem fazer tudo o que já ouvimos antes no domínio da segurança e defesa europeia e ainda mais, ao mesmo tempo. Será desta?
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