Luís Tomé
Professor Catedrático de Relações InternacionaisNo dia em que o Primeiro-Ministro português inicia uma visita à China, vale a pena salientar as principais mensagens do Presidente Xi Jinping na semana passada em que Pequim exibiu os seus poder e centralidade. Na Cimeira da Organização de Cooperação de Xangai, em Tianjin, Xi disse aos líderes de mais de 20 países e de 10 organizações internacionais que “Devemos trabalhar em conjunto opondo-nos à mentalidade de Guerra Fria e ao bullying…. defender um mundo multipolar igualitário”, propondo uma nova Iniciativa de Governação Global. Depois, em Pequim, na invulgar parada militar comemorativa da capitulação do Japão na II GM (mostrando forças que enviam mensagens não subtis a Taiwan e aos EUA), ao lado dos Presidentes da Rússia e da Coreia do Norte e de líderes e representantes de outros 60 países e organizações, Xi afirmou que “a Humanidade enfrenta novamente a escolha entre paz ou guerra” e assegurou que a China “está do lado certo da História”, “o rejuvenescimento da nação chinesa é imparável” e “o povo chinês não tem medo do conflito e nunca recuará”. Montenegro visita uma nova superpotência que quer liderar uma nova ordem mundial.
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