O primeiro-ministro falou de si próprio, no Parlamento, como um bom ou muito bom jogador que chuta com os dois pés, remata de cabeça, para a bola no peito quando é preciso, gosta de distribuir jogo, mas confessou que o seu objetivo é mesmo marcar golos. Sem dúvida que teve graça na resposta que deu ao futuro líder do PS. Mas deixemos a graça e falemos a sério. É mesmo assim isso dos golos? Se é, tenho dois golaços para lhe sugerir.
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Quem discute relações laborais deve ter bem presente o tempo em que o Mundo está e aquele em que vai entrar.
Não parecendo uma pessoa extrovertida, o Papa Leão XIV transmite algo de ternurento e carinhoso.
O Mundo precisa de clarificação. Parece que anda tudo sem norte, confuso, contraditório.
É preciso dizer não e irem para o Tribunal Constitucional juízes com curriculum de qualidade.
Foi uma cerimónia muito digna, sem incidentes nem faltas de respeito. Hoje em dia não é frequente.
Cometeu erros, como acontece com todos. Sempre igual a si próprio: íntegro, inteligente, incomparável.
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