A pouca distância das eleições autárquicas, as eleições presidenciais reaparecem cada vez mais no espaço mediático. É natural, nada a estranhar. É até interessante ir assistindo à evolução dos dois processos políticos em simultâneo. Os portugueses já têm uma considerável maturidade democrática. Sabem, destas cinco décadas, que temos aquilo que muitas democracias não têm, ou seja, a eleição do chefe de Estado por sufrágio universal e direto. Pelo balanço que pode ser feito, não é uma heresia admitir que se trata de um luxo ou uma extravagância. Claro que é sempre muito bonito e muito puro que as escolhas sejam por sufrágio universal e direto. Mas será que países como a Itália e a Alemanha são menos democráticos do que nós? E nesses países, republicanos, os chefes de Estado são eleitos por um colégio eleitoral baseado nos respetivos Parlamentos.
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Estas eleições significam novo ciclo em que não há candidato “natural”, dado, à partida, como vencedor.
Ao que parece, estão cinco empatados. Quem será melhor no sprint final?
Tudo parece ficção? Sem qualquer dúvida. Mas é a tudo isso que o Mundo tem de se habituar
Não sei é quem quererá ser candidato seja ao que for ou ser cliente seja de quem for.
O silêncio sepulcral no Parque Mayer é o maior atestado da estupidez dos saloios que boicotaram Frank Ghery.
Na atual campanha presidencial, quem equaciona temas relevantes? Quase ninguém. Deus nos proteja.
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