O “processo de paz” de Trump para a Ucrânia, alguém ainda se lembra dele? O tal que ia acabar com a guerra em 24 horas. Pois, a realidade é uma coisa muito diferente das promessas vagas feitas no calor de uma campanha eleitoral. O presidente dos EUA pensou que era só estalar os dedos, fazer voz grossa e cara de mau para que Putin saísse da Ucrânia com o rabo entre as pernas, mas não foi bem isso que aconteceu. Aliás, na quinta-feira, o presidente russo deixou bem claro que não se deixa intimidar pela bazófia de Trump: os objetivos de invasão são para cumprir até ao fim e as “causas originais” da guerra têm de ser resolvidas. Ou seja, meses de pressões de Trump e “negociações de paz” anunciadas com pompa e circunstância não desviaram um milímetro o líder russo do caminho que traçou para o conflito. Trump, entretanto, desinteressou-se, largou o papel de ‘grande pacificador mundial’ e mandou bombardear as instalações nucleares do Irão. Que é que como quem diz, se não querem que eu faça a paz, mas vale fazer a guerra. Talvez no Médio Oriente ainda o levem a sério, mas na Rússia há muito que sabem o que a casa gasta. É deixá-lo falar...
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