A manhã, quando nós, portugueses, exercermos o direito de voto, devemos recordar algumas ideias simples. Em primeiro lugar, a democracia não é só o melhor regime político (ou o menos mau, como disse Churchill), mas também o único compatível com a essencial dignidade da pessoa humana. Nada justifica o afastamento do processo de decisão política de uma parte dos cidadãos, por pertencerem a determinado sexo ou etnia, professarem certa religião ou ideologia ou serem fracos, pobres ou iletrados. Todos temos o direito “natural” de participar nas decisões sobre o nosso futuro.
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