A memória das instituições deve ser preservada. Por isso, patrocinei a afixação de fotografias dos meus antecessores no SIS e no MAI (aqui, no contexto de uma exposição e da edição de um livro biográfico). Por maioria de razão, tal procedimento impõe-se quanto a Chefes de Estado, cujos retratos estão expostos no Museu da Presidência. Os últimos cinco, representando meio século de História, são Ramalho Eanes, Mário Soares, Jorge Sampaio, Cavaco Silva e Marcelo Rebelo de Sousa (ainda ausente, restando saber que artista o irá retratar). Nenhum dos Presidentes eleitos em democracia nos envergonha. Todos possuem qualidades muito acima da média e formam, na sua diversidade, um interessante mosaico do “ser-português”. Eleitos para dois invariáveis mandatos consecutivos, ostentam uma qualidade inédita e inestimável. Foram os únicos escolhidos por todos os portugueses maiores de 18 anos, independentemente de sexo, cor, etnia, origem social, religião ou credo político, e não pelos que têm mais força, poder ou dinheiro. Este “sistema” chama-se democrático e é preferível a qualquer outro, mesmo que amanhã nos obrigue a enfrentar uma intempérie.
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Nenhum dos Presidentes eleitos em democracia nos envergonha.
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