António José Seguro transmutou-se de derrotado à partida em provável vencedor, embora Gouveia e Melo, Marques Mendes e Cotrim Figueiredo também tenham hipóteses de vencer. De André Ventura não se poderá dizer o mesmo, porque se confrontará com uma taxa de rejeição aparentemente invencível numa possível segunda volta. As razões do inopinado volte-face assentam em méritos de Seguro e deméritos dos adversários. Seguro apresenta-se como homem íntegro e político coerente (sempre na esfera do PS), capaz de se afastar do Governo sem o impedir de governar. Marques Mendes, causticado por Gouveia e Melo por causa do currículo político-profissional e incapaz de convencer o eleitorado do distanciamento do Governo, poderá ser afastado da segunda volta. Gouveia e Melo, ao qual os portugueses estão eternamente gratos pelo desempenho no processo de vacinação contra a COVID, tem-se desgastado no ataque aos adversários, que o obrigou a abandonar a pose de estado. Além disso, talvez essa beligerância lhe retire apoios à esquerda e à direita numa eventual segunda volta. Será este o cenário da transformação de um Clark Kent em Super-Homem na presidência?
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