É provável que Gouveia e Melo seja eleito Presidente da República. Em primeiro lugar, porque surge associado à superação do desafio mais árduo que enfrentámos neste século. Há quem relativize a sua ação, mas ele exerceu o cargo de coordenador com autoridade e sentido de serviço público, corporizou a luta contra negacionistas e fura-filas e contrariou a expetativa generalizada de um processo de vacinação caótico. Em segundo lugar, porque está a cumprir com rigor um guião constitucional que concebe a candidatura a Presidente fora do estrito quadro da política partidária.
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