Este ano não está, muito infelizmente, a ser diferente dos outros no que ao número e consequências dos casos violência doméstica diz respeito. Sete mortes nos primeiros três meses. É assustador. Mas as circunstâncias estão criadas para que algo mude. Ao leme do Ministério Público e das três principais polícias estão quatro homens a quem é reconhecida uma especial sensibilidade para o combate a este crime e para a proteção de todas as vítimas. Amadeu Guerra (PGR), Luís Neves (PJ), Rui Veloso (GNR) e Luís Carrilho (PSP) podem ser o póquer: as quatro cartas de igual valor, que desfiguram o horror, transformando-o em esperança em favor das mulheres. Diz o Talmude, que revisitei um destes dias para uma amiga, que Deus conta as lágrimas das mulheres. E eu acrescento, das crianças também. Estas são as vítimas esquecidas de famílias sequestradas por pais tóxicos, que transformam lares nos piores locais do Mundo, muitas vezes com apoio de familiares e supostos amigos que se calam por conveniência social e, até, profissional. Nada disto pode ser normalizado numa criança. Ou perderemos mais uma geração. E, assim, já vão quantas?
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
Mal o foco do País se desviou da devastação do mau tempo, ressurgiu o caos na Saúde.
O sistema internacional falhou na imposição das conquistas da II Guerra.
Não é admissível que, num desastre, o socorro chegue atrasado por falta de comunicações.
O PR tem razão, foi ele quem às TVs fez de porta-voz das Forças Armadas.
Administração Interna tem uma resistência sectária ao emprego dos militares das Forças Armadas.
Proibir tudo resulta em pessoas e grupos a quererem desobedecer a tudo.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos