Enquanto por Portugal se explora politicamente a descida da criminalidade geral participada, tentando omitir-se que por trás está apenas a menor proatividade policial dos primeiros meses de 2024, vale a pena olhar lá para fora e ler os relatórios semelhantes ao nosso RASI. O Reino Unido produz os mais relevantes, autênticas pedras de Roseta por conseguirem traduzir os fenómenos e denunciá-los sem artifícios. A NCA (a agência britânica para o crime grave e organizado) assinala, entre outros riscos, as chamadas “com networks [redes]”. Ativas nas redes sociais e plataformas de mensagens, partilham conteúdos de violência (incluindo sexual contra menores), extremismo e de retórica misógina. Isso leva, junto dos mais influenciáveis e menos inteligentes, menores ou adultos, à normalização desses comportamentos e a um afastamento emocional. A coação usada na manipulação das vítimas, para que estas se automutilem ou inflijam mal a crianças ou animais, é outra das consequências. O relatório da NCA alerta que os autores são jovens, a quem a notoriedade das redes sociais dá poder e controlo. Não haja dúvida que, hoje, em Portugal, está aqui a origem para a propensão à violência de muitos jovens. Os casos estão aí.
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