Após 17 semanas de curso, para onde entraram 43 militares, 18 superaram-se e receberam este sábado, data maior, o crachá e a boina dos Comandos. Esta tropa de elite continua, como destacou o seu comandante, a formar militares leais, disciplinados e determinados, Comandos para combater, e que apesar de serem cada vez menos os candidatos e ainda menos os bem sucedidos, são seguramente bons e nenhum lá está por favor e a exigência não diminuiu, porque isso seria colocar os militares em risco nas missões de vida e morte que cumprem para nos defender. É impossível perceber os Comandos sem estar com eles. E é importante desejar que os 42% que terminaram agora o curso (3 oficiais, 2 sargentos e 13 praças) tenham líderes audazes, porque a sorte protege os audazes e até os Comandos precisam dela. O ministro da Defesa percebe que não conseguirá manter as Forças Armadas sem investir nas pessoas: pagar-lhes o justo e garantir que as famílias são ressarcidas do sacrifício. Nuno Melo prometeu fazê-lo. Que seja audaz e comece o quanto antes, a situação já está para lá do insustentável, e, se for preciso, se inspire no que fez os 18 aguentar a instrução: Posso. Sei. Quero.
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