Em Portugal queremos sempre tudo muito depressa. Para ontem. Até a cantar o Hino, ainda a música vai no "Às armas, às armas!" e já o povo canta o "marchar, marchar!". Apressada, a ministra da Justiça julgou que, em meses, resolveria com anúncios um défice (de tudo menos reclusos) nas cadeias portugueses resultado de décadas de negligência. Competente mas traída pelo otimismo, foi agora provada errada com uma mão cheia de casos, envergonhada com mais fugas que os telefones nas celas não resolvem. O que se passa com a guarda prisional, com o reduzidíssimo efetivo, ainda mais curto quando se lhe diminui os inoperacionais, é um aviso para as polícias, nomeadamente a PSP e a GNR. A guarda prisional também começou assim: carreira desinteressante; e os poucos candidatos não conseguiram colmatar as saídas para a reforma. Resultado, efetivo a encolher e idade média a aumentar, porque todas as escolhas têm consequências. Enquanto os diretores continuarem a procurar aprovação nas pessoas erradas, os governantes, em vez de naquelas que devem acarinhar, os seus homens e mulheres, o padrão não mudará. É tempo de avançar sobre os ombros de gigantes e, como Isaac Newton, ver mais além. E se surgirem polémicas morais, tomem-se soluções corajosas.
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