Sem rodeios e sem meias-palavras. Será assim de terça a quinta, num espaço em que o jornalismo se vai escrever sem floreados. Da justiça à política, o meu compromisso será com os mesmos: com o leitor do CM que há 46 anos procura uma informação credível, consistente e direta. Escrever para si é o meu maior desafio, mostrar-lhe a minha visão do Mundo é o que me proponho. Pode muitas vezes não ser a sua: mas asseguro-lhe que é livre e que se estiver errada serei sempre a primeira a assumi-lo. Na vida e no jornalismo, a verdade deve sempre nortear-nos. É isso que lhe asseguro: aqui não haverá agendas ou compromissos com mais ninguém que não seja o leitor. Porque a verdade não se vende e a dignidade não tem meias-palavras. Espero por si e de mim espere apenas esse compromisso. Consigo. Até amanhã!
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Um medicamente caro que vários países da Europa já aprovaram, mas Portugal ainda espera para o fazer.
Quando o acessório passa a valer mais do que o essencial, perde-se o sentido das prioridades.
O tom agressivo, a voz levantada para acusar, a teatralidade constante não ajudam a causa - antes a fragilizam.
Com um currículo intocável, [Luís Neves] é apresentado por Montenegro como um trunfo capaz de mudar o jogo.
Há quem tenha perdido tudo e quem esteja a perder a esperança.
Não é zelo institucional, é intimidação.
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