As declarações são de um médico que diz que não estava preparado para o terror. Era a terceira vez que no espaço de dois anos pisava a Faixa de Gaza, mas ao operar o que pensava ser uma bebé recém-nascida percebeu que era uma menina já de sete meses. Desnutrida, “pele e osso”, foi assim que a descreveu, e perto do fim. Não a conseguiu salvar, há muito que Israel já a tinha condenado à morte. A essa menina e a tantas outras que não têm resistido a uma guerra que nunca será santa. Vinte e uma crianças mortas em três dias, por subnutrição, e a certeza de que a fome é a nova arma israelita. Do outro lado da fronteira há médicos e comida, em Gaza há disparos sobre civis que se aproximam dos poucos pontos onde há distribuição de alimentos. Israel pode justificar o que quiser, mas a barbárie ficará para sempre nos livros de História.
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