Era uma vez… um jornal. Chama-se ‘Notícias de Coimbra’ e é o maior do nosso País, na categoria de imprensa regional online. Alimenta-se da urgência, da notícia e da cidade. É escrito muitas vezes com humor, outras tantas com doses extras de coragem. Até que um dia, desapareceu do Facebook. Não foi por falta de leitores - são milhares. Foi por um algoritmo, um clique invisível que o retirou sem aviso. E o que se faz quando não há um rosto do outro lado, nem um telefone, nem um email? Quando a máquina cala a imprensa e ninguém responde? O jornalismo respira pela atenção pública - se não chega ao leitor, asfixia. E talvez esse seja o perigo maior: que a liberdade de informar dependa do humor de códigos gerados na tal magnífica inteligência artificial. Em Coimbra, vai seguir a vida. Mas sem uma imprensa livre e destemida o ar será sempre menos puro.
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Há quem tenha perdido tudo e quem esteja a perder a esperança.
Não é zelo institucional, é intimidação.
António José Seguro não é Marcelo Rebelo de Sousa.
O 112 aplaudiu-o e, depois de uma sucessão de tragédias que marcaram o nosso País nas últimas semanas, devolveu-nos esperança.
Assistimos a tudo isto e apenas confirmámos o que já sabíamos: os nossos heróis são eles – os bombeiros.
André Ventura somou, sozinho, mais votos do que o próprio partido nas legislativas, confirmando uma realidade política incontornável.
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