Depois de falhada a opção nuclear, o interesse de várias petrolíferas internacionais por Portugal deve ser acarinhado. A factura energética tem atrasado o desenvolvimento da nossa economia e é suportada por todos os cidadãos a cada aumento de combustíveis. Se existe alguma viabilidade comercial na exploração de petróleo em território nacional, devemos ir até ás últimas consequências.
Miguel Alexandre Ganhão, Editor de Economia
Portugal tem de apostar, sim, na redução da despesa pública e investir onde se sabe, de antemão, que há resultados evidentes. As energias alternativas, com futuro, é que devem concentrar o esforço de um País que teima em desgastar-se num mar de projectos que não trazem rentabilidade. Será que o petróleo que temos justifica aos gastos com a sua exploração? É uma questão de contas. No Beato, já as fizeram.
Ricardo Tavares, Editor de Televisão & Media
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
Donald Trump nunca teve sorte ao jogo e discute no Paquistão sem cartas.
Eficácia da actividade desenvolvida pelo Ministério Público é essencial para o desenvolvimento do turismo e segurança.
O Médio Oriente tem um condão intemporal: perturba-nos a todos.
Podemos pensar que a escola, a má escola, é uma espécie de aprendizagem dentro de um armário.
Presidente do Benfica falha no presente a salvaguarda do futuro.
Dizem que Trump está louco. Não está: usa a retórica de um alienado para que o mundo acredite que é capaz de tudo – até do impensável nuclear.