É o grande paradoxo social: todos querem viver mais; mas, se começamos a viver demais, uma cortina de indiferença e brutalidade atira os mais velhos para o limbo. Não foi preciso uma pandemia para descobrir isso: o culto da juventude, que nunca mais parou desde a década de 1960, já fez estragos que baste.
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Por Carlos Rodrigues
Com aliados destes, EUA e Israel, quem precisa de inimigos?
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Ainda teremos saudades da velha teocracia iraniana.
Conflitualidade entre os Estados assumiu um nível perverso.
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