O Correio da Manhã está há 127 dias impedido de exercer na plenitude o seu dever de informar.
José Sócrates conseguiu na decisão judicial montada numa providência cautelar o que não logrou durante os últimos anos de poder. Quando nos tentou aliciar, depois comprar para silenciar.
O CM continuará a investigar Sócrates, certo de que o dia da transparência virá. Sempre tarde de mais para reparar os danos de tão prolongada mordaça. Sempre a tempo de fixar o perfil de um homem que tomou o poder para impor uma cleptocracia populista. Onde o jornalismo morreria em propaganda dócil.
E quase atingiu o objetivo.
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Se a candidatura de Cotrim não fosse tão forte, provavelmente não haveria denúncia de assédio.
Só há dois caminhos: continuidade ou rutura. Tão simples quanto isso.
O importante é ser independente do dinheiro e da influência.
No estado a que deixámos chegar a chafarica não há Ronaldos nem Messis.
Seguro livrou o PS de uma humilhação nas eleições presidenciais.
Estas presidenciais têm tudo para ser as mais emocionantes.