Após meses de incerteza, os especialistas convergem na necessidade de suavizar a forma como lidamos com a pandemia. Esta garantia é o sinal que faltava para avançarmos com as nossas vidas, retomando gradualmente a normalidade.
Não será fácil para muitos, numa primeira fase, desvalorizar o aumento exponencial das infeções diárias, após dois anos em que foram consideradas o grande sinal de alerta para novas medidas restritivas. Mas é um caminho que temos de percorrer com a mesma naturalidade com que enfrentámos a adversidade.
A segurança só é possível graças à eficácia comprovada da vacina, que tem impedido a disseminação das formas mais graves da doença. E que agora sustenta este passo rumo à vida que deixámos em pausa no início de 2020. O novo olhar perante o vírus, agora sublinhado por especialistas nesta matéria, deve ser absorvido com tranquilidade.
Fizemos o que nos competia: reagindo, protegendo, vacinando. E agora avançando, entendendo que a partir de hoje, mais do que nunca, a vida precisa de continuar. Sob pena de, ultrapassado o mal, começarmos a sofrer com as consequências que advêm da cura.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
A forma como as populações ficaram entregues à sua sorte, mostra o estado frágil do Estado que temos.
Seguro mostrou no debate como se pode ganhar a Ventura.
Ventura falhou na tese de que Seguro não diz nada de concreto.
ICE parece uma milícia sul-americana que parece inspirar o presidente de um país que já foi o farol da democracia.
Ventura já chegou aos 1,43 milhões de votos em legislativas, mas em fevereiro pode ficar perto dos dois milhões
Processar exercícios de humor fenece sempre numa enorme gargalhada.