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Artigo exclusivo

Fábrica portuguesa diz que recebeu explosivos após encomenda inicial ter sido apreendida em Beirute

Dona da fábrica que comprou o nitrato de amónio, nega qualquer ligação a grupos terroristas.

11 de agosto de 2020 às 01:30

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Cidade de Beirute destruída após explosões
Cidade de Beirute destruída após explosões Getty Images
Cidade de Beirute destruída após explosões
Cidade de Beirute destruída após explosões Getty Images
Cidade de Beirute destruída após explosões
Cidade de Beirute destruída após explosões Getty Images
Cidade de Beirute destruída após explosões
Cidade de Beirute destruída após explosões Getty Images
Cidade de Beirute destruída após explosões
Cidade de Beirute destruída após explosões Getty Images
Cidade de Beirute destruída após explosões
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Explosões arrasaram Beirute, capital do Líbano, e tiveram origem numa carga de nitrato de amónio
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A empresa da Póvoa de Lanhoso - dona da fábrica de Moçambique através da qual teria encomendado, em 2013, a carga de nitrato de amónio que explodiu em Beirute - garantiu esta segunda-feira ao CM que recebeu uma carga idêntica, meses depois, após a encomenda inicial ter sido apreendida na capital do Líbano.

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