Praga de ratos nas zonas ardidas pelos incêndios obriga autarquias a reforço de medidas

Arganil e Oliveira do Hospital são duas das áreas mais afetadas.
Por Lusa|23.11.18
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As colónias de ratos têm vindo a aumentar nos municípios devastados pelos incêndios de 2017, como Arganil e Oliveira do Hospital, o que obrigou as autarquias a reforçar nas últimas semanas as medidas para combater esses roedores.

A multiplicação anómala dos ratos e ratazanas nos territórios atingidos pelos fogos é uma consequência da "morte ou fuga dos seus predadores naturais", disse esta sexta-feira o biólogo Jorge Paiva à agência Lusa.

"Muitas das cobras morreram", adiantou, confirmando que estes répteis, mas também as aves de rapina e alguns pequenos mamíferos, como raposas e ginetas, "é que controlam as populações" de ratos do campo e outros.

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