Correio da Manhã
JornalistaForças de Defesa de Israel realizam ataques contra infraestrutura do Hezbollah em Beirute
As Forças de Defesa de Israel realizaram ataques contra infraestrutura do Hezbollah em Beirute.
"Israel não vai tolerar ataques dirigidos ao seu território", diz um comunicado conjunto de Benjamin Netanyahu e de Israel Katz, ministro da Defesa.
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Negociadores do Qatar vão ao Irão para pressionar finalização de acordo para pôr fim à guerra
Uma delegação do Qatar deslocou-se a Teerão, no Irão, para pressionar pela aprovação final de um acordo destinado a pôr fim à guerra desencadeada pelos Estados Unidos e por Israel, avança a Reuters na manhã deste domingo.
A missão surge num momento em que Washington e Islamabad deram a entender que um acordo-quadro poderia ser assinado já hoje. No entanto, as autoridades iranianas colocaram em dúvida o calendário, e os radicais no Irão manifestaram oposição aos termos que estão a ser discutidos.
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Trump diz que acordo de paz com o Irão vai mesmo ser assinado amanhã e que o Estreito de Ormuz "ficará aberto a todos"
O presidente dos EUA, Donald Trump, voltou a afirmar que o acordo de paz entre os EUA e o Irão será assinado amanhã e que o Estreito de Ormuz ficará aberto à passagem de navios. "A assinatura do acordo está prevista para amanhã e, imediatamente após a assinatura, o Estreito de Ormuz ficará ABERTO A TODOS", escreveu o presidente norte-americano na plataforma Truth Social.
O presidente afirma ainda que, numa data posterior – "quando tudo estiver calmo" –, os Estados Unidos vão entrar no Irão para "recolher o pó nuclear".
"Diluir e destruí-lo, seja no Irão, seja nos Estados Unidos. Estamos ansiosos por trabalhar com o Irão e com todo o Médio Oriente, num futuro longínquo", afirmou Trump.
"Esperemos que todo este processo se resolva de forma rápida, fácil e tranquila. Se assim não for, temos a alternativa definitiva, que esperamos nunca mais ter de usar!", acrescentou.
Irão diz que acordo de paz não vai ser assinado nas próximas 24 horas
O ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão desmentiu, este sábado, que o acordo de paz com os Estados Unidos não vai ser assinado nas próximas 24h horas. Isto, contrariando a declaração dada pelo primeiro-ministro paquistanês na última hora.
A tutela os Negócios Estrageiro iraniana, citada pela comunicação social estatal, afirmou ainda que o Irão deve ser cauteloso ao comentar a data de assinatura devido à hesitação por parte dos Estados Unidos.
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Paquistão diz que EUA e Irão vão concluir acordo "nas próximas 24 horas"
O primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, afirmou este sábado que a conclusão do acordo entre os Estados Unidos e o Irão deverá ocorrer nas próximas 24 horas.
"Estamos confiantes de que este acordo de paz histórico constituirá uma base sólida para uma paz duradoura", afirmou o chefe de estado paquistanês, na rede social X. "Assinatura eletrónica do acordo de paz imediatamente a seguir, seguida de conversações a nível técnico na próxima semana", adiantou Shehbaz Sharif.
Agradeceu ainda aos EUA e ao Irão pelo seu empenho durante as negociações, bem como aos países da região pelo seu apoio.
Correio da Manhã
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Antigo líder supremo do Irão Ali Khamenei vai ser sepultado em julho
O antigo líder supremo do Irão, Ali Khamenei, será sepultado em julho, avança a Aljazeera.
Nos dias 4 e 5 de julho, será realizada uma cerimónia de despedida em Teerão com as cinzas do Imam Khomeini Mosalla, seguida das cerimónias do cortejo fúnebre em Teerão no dia 6 de julho e na cidade sagrada de Qom no dia 7 de julho.
Khamenei será depois sepultado no santuário do Imam Reza, na cidade de Mashhad, após outra cerimónia fúnebre a realizar-se nesse local no dia 9 de julho.
Correio da Manhã
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Ataque israelita mata autarca no Líbano
Um ataque israelita matou na manhã deste sábado Ali Badie, presidente da câmara do município de Ar-Rihan, no Líbano.
A informação é avançada pela Agência Nacional de Notícias (NNA) libanesa.
Correio da Manhã
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Israel anuncia ataques contra o Líbano apesar de cessar-fogo
As forças armadas israelitas alertaram este sábado para ataques iminentes no sul do Líbano, ordenando aos residentes de 20 cidades e aldeias para que eevacuem a região, apesar do cessar-fogo na guerra com o grupo militante libanês Hezbollah.
"Para a vossa segurança, devem evacuar as vossas casas imediatamente e deslocar-se para o norte do rio Zahrani", afirmou o porta-voz das forças armadas, Avichay Adraee, numa publicação na rede social X.
"Qualquer pessoa que se encontre nas proximidades de instalações ou meios de guerra do Hezbollah está a pôr a sua vida em perigo", acrescentou, acusando o movimento de violar a trégua.
Gonçalo Sousa Rebelo
Jornalista estagiárioSeguir Autor:
Estados Unidos afirmam ter abatido drones do Irão que tinham como alvo navios em Ormuz
Os Estados Unidos afirmaram ter abatido este sábado vários drones iranianos que tinham como alvo navios comerciais no estreito de Ormuz, apesar do otimismo demonstrado algumas horas antes pelos dois lados relativamente a um acordo de paz.
"O Irão lançou vários drones de ataque com o objetivo de atingir navios comerciais que transitavam pelo estreito de Ormuz", escreveu o Comando dos Estados Unidos para o Médio Oriente (Centcom) na rede social X.
Lusa
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Hezbollah reporta confrontos com Exército israelita no sul do Líbano
O Hezbollah adiantou na sexta-feira que os seus combatentes entraram em confrontos com forças israelitas que avançavam em direção a uma cidade no sul do Líbano, a cinco quilómetros da fronteira com Israel.
O Exército israelita, por sua vez, emitiu um apelo para a evacuação de três aldeias no sul do Líbano.
Já a agência nacional de notícias oficial libanesa (ANI) relatou uma série de ataques, incluindo em zonas não abrangidas pelo aviso israelita.
Lusa
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Teerão quer diluir reservas de urânio e nova gestão do estreito de Ormuz
O Irão adiantou hoje que o acordo com os EUA prevê o levantamento do bloqueio e uma nova gestão do estreito de Ormuz, acrescentando que a única solução para o urânio enriquecido será diluir as reservas no seu território.
"O bloqueio naval deve ser completamente levantado. É o primeiro ponto mencionado no acordo", destacou o ministro dos Negócios Estrangeiros, Abbas Araghchi, na televisão estatal iraniana.
"O Irão tomou a decisão firme de que a administração do estreito de Ormuz não seria mais a mesma que antes", acrescentou.
Lusa
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Teerão acusa Israel de procurar inviabilizar acordo com Washington
O chefe da diplomacia iraniana, Abbas Araghchi, acusou esta sexta-feira Israel de tentar sabotar um eventual acordo com Washington para pôr fim à guerra no Médio Oriente, anunciado como iminente pelos vários protagonistas.
"Este acordo tem inimigos, entre os quais se destaca o regime sionista, que procura pretextos para o fazer descarrilar", frisou o ministro dos Negócios Estrangeiros na televisão estatal iraniana.
Abbas Araghchi tinha referido esta sexta-feira de manhã que um acordo com os Estados Unidos "nunca esteve tão próximo" para pôr fim a esta guerra desencadeada pelos ataques israelo-americanos em 28 de fevereiro.
Lusa
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Irão diz que memorando que prevê fim da guerra inclui o Líbano
O ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, Abbas Araghchi, afirmou que o memorando de entendimento em negociação prevê o fim da guerra em todas as frentes, incluindo no Líbano. O acordo deverá também abordar a situação no Estreito de Ormuz e o levantamento do bloqueio naval dos Estados Unidos ao Irão.
Segundo Araghchi citado pela Al Jazeera, Washington compromete-se a não iniciar uma guerra nem a recorrer a ameaças contra Teerão. As duas partes deverão ainda respeitar a soberania uma da outra e evitar interferências nos assuntos internos.
O chefe da diplomacia iraniana revelou que o texto do memorando foi alterado várias vezes durante as negociações. Indicou também que a questão nuclear foi adiada para uma segunda fase, considerando que as exigências dos EUA nesta matéria não eram aceitáveis para o Irão neste momento.
Araghchi reiterou que o acordo anunciará o fim das hostilidades em todas as frentes, incluindo no Líbano. "Nunca deixaremos o Líbano sozinho", afirmou.
Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano afirma que decisão final sobre memorando de entendimento será "tomada internamente"
O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão, Esmaeil Baghaei, afirma que as instituições competentes estão reunidas, uma vez que se encontram na "fase final da elaboração do texto do memorando de entendimento".
Baghaei acrescentou que é necessário aguardar a "decisão final a ser tomada internamente" e disse ainda que não podia comentar sobre a hora e o local da possível assinatura do memorando de entendimento, citado pela Al Jazeera.
"Não posso confirmar nenhuma das especulações sobre o texto do memorando de entendimento", afirmou, acrescentando que "o facto de os detalhes do processo diplomático não poderem ser discutidos não significa que o povo não esteja a par deles".
EUA afirmam que acordo de paz com o Irão "inclui o Líbano"
O acordo proposto entre os Estados Unidos e o Irão para pôr fim à guerra no Médio Oriente inclui também o Líbano, onde Israel tem vindo a atacar o Hezbollah, de acordo com uma alta autoridade norte-americana, citada pelo The Times of Israel.
"Inclui o Líbano, inclui o Irão, inclui os países da Costa do Golfo e inclui Israel", afirmou a alta autoridade da administração aos jornalistas numa teleconferência.
Primeiro-ministro do Paquistão afirma que "foi alcançado o texto final e consensual do acordo de paz"
O primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, afirma que "foi alcançado o texto final e consensual do acordo de paz" entre os EUA e o Irão. "A paz nunca esteve tão próxima como está agora."
"O Paquistão está agora a trabalhar em estreita colaboração com ambas as partes para definir os próximos passos", escreveu Sharif na rede social X.
JD Vance afirma que o Irão não receberá fundos "apenas por assinar um acordo"
O vice-presidente dos EUA, JD Vance, afirma que o potencial acordo com o Irão está estruturado de forma a garantir que "as preocupações dos EUA e dos seus aliados sejam priorizadas".
"Se a República Islâmica do Irão cumprir as suas obrigações, então os benefícios económicos reverterão a seu favor e para toda a região", escreveu Vance na rede social X.
O vice-presidente reiterou que o Irão não está a receber qualquer dinheiro nem lhe serão libertados fundos por "simplesmente assinar um acordo ou participar numa reunião".
"Este acordo tem o potencial de remodelar a região e conduzir a uma paz duradoura", afirmou Vance, acrescentando que Trump "vai conseguir um bom resultado, de uma forma ou de outra".
Irão diz que acordo para fim da guerra "nunca esteve tão próximo"
O ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araghchi, afirmou esta sexta-feira que o Memorando de Entendimento com os Estados Unidos "nunca esteve tão próximo".
"Enquanto se aguarda a sua finalização, os meios de comunicação social devem abster-se de especular sobre o seu conteúdo", escreveu Araghchi na rede social X. "Em consonância com a nossa abordagem responsável e transparente, todos os detalhes serão partilhados com o público na devida altura", rematou.
Correio da Manhã
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Netanyahu reafirma oposição a armas nucleares iranianas
O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, insistiu esta sexta-feira que o Irão não poderá adquirir armas nucleares enquanto liderar o Governo de Israel, afirmando estar em total sintonia com o Presidente norte-americano, Donald Trump, sobre esta matéria.
"Enquanto eu for primeiro-ministro de Israel, o Irão não terá armas nucleares. O Presidente Trump e eu concordamos plenamente sobre esta questão", assegurou Netanyahu num comunicado divulgado nas redes sociais.
O chefe do Governo israelita afirmou ainda que está "há mais de 30 anos na vanguarda da luta internacional contra o programa nuclear iraniano", sustentando que a pressão exercida ao longo das últimas décadas impediu Teerão de obter armamento atómico.
Lusa
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Irão mantém programa nuclear e controlo do estreito de Ormuz em acordo com EUA
A imprensa oficial iraniana noticiou esta sexta-feira que o programa nuclear iraniano seria discutido com Washington num prazo de 60 dias, no âmbito de um projeto de acordo-quadro, com Teerão a recusar ceder o controlo do estreito de Ormuz.
"O Irão só negociará o programa nuclear no âmbito dos princípios fundamentais da República Islâmica, e questões como o direito do Irão a enriquecer urânio e a conservação de material enriquecido (...) serão apresentadas para inclusão no acordo final", afirmou a agência oficial de notícias iraniana IRNA, citada pela agência francesa AFP.
A mesma agência afirma que Teerão não renunciaria ao controlo do estratégico estreito de Ormuz nos termos do projeto de acordo-quadro com os Estados Unidos.
Lusa
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Diplomacia de Teerão ainda não decidiu se vai aceitar proposta dos EUA
Teerão indicou esta sexta-feira que ainda não tomou decisões sobre o acordo anunciado pelo Presidente norte-americano para pôr fim à guerra e sugerindo a assinatura durante o próximo fim de semana.
Na quinta-feira, Donald Trump cancelou os ataques norte-americanos que tinha ameaçado projetar contra o Irão.
"Acabámos de alcançar um acordo muito bom para terminar a guerra com o Irão e, assim que os documentos estiverem finalizados, o que deverá acontecer nos próximos dias, provavelmente faremos a assinatura, talvez na Europa", declarou o Presidente norte-americano em Washington.
Israel ataca com drones cidade de Jebchit no Líbano
Israel atacou com drones, esta sexta-feira, a cidade de Jebchit no Líbano. Não foram divulgados, para já, a extensão dos danos ou a existência de feridos.
Correio da Manhã
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Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão afirma que o país se mantém firme nas suas "linhas vermelhas"
O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão, Esmaeil Baghaei, falou esta quinta-feira sobre o estado das negociações entre os EUA e o Irão. Baghaei afirmou que o Catar e o Paquistão estão ativamente envolvidos nos esforços de mediação, mas que as recentes ações dos EUA afetaram o processo diplomático.
Acrescentou que o Irão tinha concordado com grande parte do texto preliminar de um potencial acordo, mas alegou que os EUA tinham mudado repetidamente a sua posição. Teerão, afirmou, mantém-se firme nas suas "linhas vermelhas".
Trump afirma que o Irão não irá "de forma alguma desenvolver" armas nucleares
O presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou esta quinta-feira que o Irão não irá desenvolver armas nucleares. Questionado sobre se o Irão se comprometeu a não procurar obter armas nucleares nos termos de um acordo que está a ser negociado, Trump afirma: "Eles não terão armas nucleares. Concordaram com isso."
Trump afirmou ainda que o Irão não compraria nem desenvolveria, de forma alguma, armas nucleares no âmbito de um futuro acordo. Durante anos, os líderes iranianos rejeitaram as alegações dos EUA de que o país estaria a procurar obter armas nucleares.
Netanyahu afirma que Israel não faz parte do acordo dos EUA com o Irão
O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e o presidente dos EUA, Donald Trump, conversaram por telefone sobre o acordo em fase de negociação com o Irão, segundo o Gabinete do Primeiro-Ministro.
O gabinete de Netanyahu afirma que os dois conversaram sobre "o memorando de entendimento em fase de negociação com o Irão relativamente ao início das negociações".
"Embora Israel não seja parte do memorando de entendimento", afirma o Gabinete do Primeiro-Ministro citado pelo The Times of Israel, "o primeiro-ministro expressou o seu apreço pelo compromisso do presidente Trump de que o acordo final alcançado no termo das negociações incluirá a remoção de material enriquecido, o desmantelamento da infraestrutura de enriquecimento, limitações à produção de mísseis e a cessação do apoio do Irão aos seus representantes terroristas na região."
Trump acredita que líder supremo do Irão aprovou acordo entre Washington e Teerão
Questionado sobre se o líder supremo do Irão, Mojtaba Khamenei, aprovou o acordo que Trump afirma estar a ser finalizado entre os EUA e o Irão, o presidente norte-americano afirmou: "Segundo sei, a resposta é sim", citado pelo Al Jazeera.
Ainda não houve qualquer resposta oficial do Irão às declarações de Trump.
Trump afirmou também que, após a conclusão do acordo, os EUA levantariam imediatamente o bloqueio aos portos iranianos. "E os preços do petróleo vão cair a pique", afirmou o presidente norte-americano.
Estreito de Ormuz será reaberto assim que o acordo for assinado, garante Trump
O presidente dos EUA, Donald Trump, disse, esta quinta-feira, que o Estreito de Ormuz será reaberto assim que os EUA e o Irão assinarem um acordo, avaça a Al Jazeera.
Teerão não aprovou qualquer texto de acordo com Washington
O Irão negou esta quinta-feira ter aprovado qualquer texto relativo a um eventual acordo com os Estados Unidos, depois de o Presidente norte-americano suspender os ataques anunciaram para esta noite, avançaram os meios de comunicação iranianos.
"Não foi aprovado qualquer texto para um protocolo de acordo inicial com os Estados Unidos", escreveu a Fars, citando uma fonte apresentada como bem informada e próxima da equipa de negociação iraniana.
O Presidente norte-americano, Donald Trump, tinha declarado pouco antes que "as negociações com a República Islâmica do Irão foram levadas ao mais alto nível da liderança iraniana e aprovadas".
Lusa
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Trump afirma que assinatura do acordo com o Irão poderá ocorrer este fim de semana na Europa
O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que a assinatura de um acordo com Irão poderá ocorrer já este fim de semana na Europa. Trump afirmou que não poderá estar presente, mas que o vice-presidente, JD Vance, estará.
"Deve ficar concluído muito rapidamente", afirmou Trump durante uma intervenção na Casa Branca, citado pela Al Jazeera. O Irão deseja este acordo "tanto quanto todos os outros", acrescentou.
Correio da Manhã
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Trump cancela ataques dos EUA contra o Irão
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou ter cancelado os ataques e bombardeamentos planeados pelos EUA contra o Irão. Isot, após as discussões terem sido alegadamente aprovadas pelo "mais alto nível" da liderança iraniana e por vários Estados da região.
"Com base no facto de as discussões com a República Islâmica do Irão terem sido levadas ao mais alto nível da liderança iraniana e aprovadas, eu, na qualidade de Presidente dos Estados Unidos da América, cancelei os ataques e bombardeamentos programados contra o Irão para esta noite", pode ler-se na rede social Truth Social de Donald Trump.
EUA afirmam que Estreito de Ormuz "continua aberto ao tráfego"
O Comando Central dos EUA (CENTCOM) afirmou esta quinta-feira que o Estreito de Ormuz continua aberto à navegação comercial e que "foram estabelecidas rotas seguras para os navios comerciais" que transitam pelo estreito.
"As rotas estão disponíveis para todas as embarcações que não violem o bloqueio contra o Irão. Centenas de navios transitaram pela via navegável nos últimos dois meses", pode ler-se numa publicação do CENTCOM na rede social X.
A declaração surge um dia depois de o Irão ter afirmado que o Estreito de Ormuz estava totalmente fechado em resposta aos recentes ataques dos EUA.
Correio da Manhã
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Portugal vai ativar cláusula de salvaguarda da UE para acomodar despesas energéticas
Portugal vai ativar a cláusula de salvaguarda das regras orçamentais da União Europeia (UE), conforme permitido por Bruxelas, para acomodar temporariamente despesas adicionais energéticas face à atual crise, sem que isso seja um incumprimento, anunciou hoje o Governo.
"A Comissão entende, também é pedido em vários países, que deve criar agora uma cláusula de exceção, como criou para as regras para a despesa com defesa. Nós acompanhamos essa decisão, iremos acionar essa cláusula como a acionámos para a defesa", anunciou o ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento.
Lusa
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Trump avisa que EUA "vão atacar o Irão com toda a força esta noite"
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou esta quarta-feira que Washington vai "atacar o Irão com toda a força esta noite". Isto, um dia depois de uma nova ofensiva.
"Num futuro não muito distante, vamos tomar a Ilha de Kharg e outros pontos de infraestruturas petrolíferas, e assumir o controlo total dos seus mercados de petróleo e gás, tal como fizemos com a Venezuela" afirmou ainda Trump na rede social Truth Social.
Trump reiterou também a sua afirmação de que as capacidades das forças armadas iranianas foram destruídas.
Correio da Manhã
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EUA atacam terceira embarcação no golfo de Omã esta semana
Os Estados Unidos anunciaram, esta quinta-feira que atacaram um navio com bandeira da Guiné-Bissau, no golfo de Omã. Segundo uma publicação do Comando Central das forças norte-americanas, na rede social X, a embarcação foi intercetada pelas 23h20 (horário do leste dos EUA), na quarta-feira, dia 10 de junho, por "violar o bloqueio contra o Irão ao tentar transportar petróleo iraniano".
Correio da Manhã
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Irão condena "ataques ilegais e criminosos" dos EUA e diz que tornaram o cessar-fogo "inútil"
O Irão considerou que os recentes ataques dos EUA tornaram o cessar-fogo, que estava a ser negociado, "inútil". O ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano condenou os "ataques ilegais e criminosos", cita a Al Jazeera.
"Os ataques ilegais e criminosos perpetrados pelos Estados Unidos nas últimas horas constituem não apenas uma violação flagrante da Carta das Nações Unidas e dos princípios fundamentais do direito internacional relativos ao respeito pela soberania nacional e integridade territorial dos Estados, mas também tornaram o cessar-fogo de 8 de abril de 2026 praticamente sem efeito”, lê-se no comunicado emitido pelo ministério.
Joana Mendes
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Exército da Jordânia destrói 20 mísseis lançados pelo Irão
O exército da Jordânia afirma ter destruído 20 mísseis lançados pelo Irão durante a madrugada desta quinta-feira. Segundo fonte militar, citada pela Al Jazeera, da operação de interceção resultou a queda de fragmentos, sem causar feridos ou danos materiais.
Correio da Manhã
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Kuwait reabre espaço aéreo encerrado após ataques de Teerão
A autoridade de aviação civil do Kuwait anunciou esta quinta-feira a reabertura do seu espaço aéreo, encerrado esta madrugada após ataques iranianos em retaliação pela ofensiva das forças norte-americanas.
"O tráfego no espaço aéreo do Kuwait voltou ao normal", afirmou a autoridade em comunicado, citada pela Agência France Presse (AFP).
A Guarda Revolucionária do Irão anunciou, durante a madrugada desta quinta-feira, ter atacado bases norte-americanas no Bahrein e no Kuwait, em resposta à ofensiva lançada pelo exército dos Estados Unidos.
Lusa
Seguir Autor:
Três marinheiros indianos mortos em ataque dos EUA a petroleiro no golfo de Omã
Três marinheiros indianos morreram, esta quinta-feira, num ataque dos EUA a um petroleiro no golfo de Omã. O ataque aconteceu na quarta-feira à noite. Os EUA dispararam contra o navio M/T Settebello.
Joana Mendes
JornalistaSeguir Autor:
Teerão diz que vai converter Médio Oriente "num inferno" para os EUA
O Comandante da força aeroespacial da Guarda da Revolução Islâmica afirmou esta quinta-feira que o Irão vai transformar o Médio Oriente "num inferno" para os Estados Unidos, depois de uma nova troca de ataques entre os dois países na região.
"Acham que podem tornar o sagrado estreito de Ormuz num lugar inseguro? Vamos converter toda a região num inferno para vocês", declarou Majid Mousavi, em resposta à "agressão norte-americana", informou a televisão estatal Press TV.
O Exército dos Estados Unidos lançou novos ataques contra "múltiplos alvos" em território iraniano em "resposta a agressões" da República Islâmica, às 00h30 desta quinta-feira em Teerão (21h00 de quarta-feira em Lisboa), anunciou o Comando Central norte-americano (Centcom).
Lusa
Seguir Autor:
Portugal entre países que exigem a Teerão fim de ataques contra pessoas no exterior
Vinte e dois países, incluindo Portugal, Estados Unidos e Austrália, exigem que o Irão cesse os ataques contra pessoas no exterior, num comunicado conjunto publicado esta quinta-feira.
Os 22 países condenam os ataques levados a cabo na Europa, na América do Norte e na Austrália por entidades estatais iranianas contra dissidentes iranianos, jornalistas ou membros das comunidades judaicas e israelitas nestes territórios.
"A República Islâmica do Irão deve cessar imediatamente estes atos", escrevem, de acordo com o texto, publicado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros de França e Reino Unido.
Lusa
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Estados Unidos negam que estreito de Ormuz esteja encerrado
Washington negou que o estreito de Ormuz esteja fechado, como afirmou Teerão, pouco depois de os Estados Unidos terem iniciado uma nova onda de ataques, no maior pico de tensão desde a assinatura do cessar-fogo em abril.
"Esta noite [quarta-feira], os navios comerciais continuam a transitar para dentro e para fora do estreito de Ormuz", afirmou o Comando Central dos EUA (Centcom, na sigla em inglês) num breve comunicado.
O exército do Irão avisou que dispararia contra todo o tipo de embarcações se estas tentassem atravessar o estreito, pelo que declarou fechado este ponto-chave para o comércio global de petróleo bruto.
Lusa
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Trump diz que Teerão pede a Washington para cessar ataques
Um jornalista da emissora Fox News, que diz ter conversado com o Presidente norte-americano por telefone, afirmou que Donald Trump lhe disse que altos responsáveis iranianos pediram que cessasse os ataques contra o Irão.
"O Presidente Trump disse-me que o Irão lhe ligou esta noite [quarta-feira]", indicou o jornalista Trey Yingst. "Ele disse-me que os iranianos lhe pediram para cessar os bombardeamentos", declarou o repórter no canal Fox News.
O Presidente norte-americano garantiu também que "os bombardeamentos cessarão em breve", ainda segundo Yingst.
Lusa
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Teerão anuncia bombardeamento e destruição de base dos EUA na Jordânia
A Guarda da Revolução Islâmica iraniana disse esta quinta-feira ter lançado mísseis balísticos contra uma base norte-americana na Jordânia, após anunciar ataques a bases dos EUA no Kuwait e Bahrein, em resposta aos últimos ataques de Washington.
Esta "operação punitiva contra o agressor" teve como alvo "a base aérea de Al-Azraq e o seu centro de controlo, com a utilização de 12 mísseis balísticos", declarou a Guarda, citada pela agência Tasnim, garantindo ter destruído essas instalações "e um grande número de aviões de combate".
Em comunicados publicados antes pela agência de notícias iraniana Fars, a Guarda afirmou ter atacado 18 alvos em duas vagas de ataques contra as bases aéreas Ali Salem e Ahmad al-Jaber, no Kuwait, e Sheikh Issa, no Bahrein, e voltou a afirmar a determinação de controlar a navegação através do estreito de Ormuz, especificando que está fechado.
Lusa
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Irão ataca bases dos Estados Unidos no Bahrein e no Kuwait
A Guarda Revolucionária do Irão afirmou esta quinta-feira ter atacado bases norte-americanas no Bahrein e no Kuwait, em resposta à ofensiva lançada pelo exército dos Estados Unidos.
Em comunicados publicados pela agência de notícias iraniana Fars, a guarda afirmou ter atacado 18 alvos em duas vagas de ataques contra as bases aéreas Ali Salem e Ahmad al-Jaber, no Kuwait, e Sheikh Issa, no Bahrein.
As forças iranianas indicaram ainda que atacaram com drones a Quinta Frota dos Estados Unidos, estacionada no Bahrein.
Lusa
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Irão anuncia encerramento total do Estreito de Ormuz
O alto comando militar conjunto do Irão ordenou, esta quarta-feira, o encerramento do Estreito de Ormuz a todas as embarcações, incluindo petroleiros e navios comerciais.
De acordo com a Al Jazeera, que cita as forças do Irão, qualquer embarcação que tente passar será alvo de ataque, acrescentou.
Correio da Manhã
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Navios dos EUA atingidos por mísseis iranianos
Meios de comunicação estatais iranianos relatam que forças do país lançaram mísseis e drones, que atingiram navios norte-americanos perto do Estreito de Ormuz.
Correio da Manhã
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Irão diz que há confrontos em alto mar com os EUA
O Irão diz que há confrontos em alto mar com os EUA, a informação é avançada por meios iranianos, depois de os EUA terem lançado, na noite desta quarta-feira, uma nova ofensiva contra o Irão.
Correio da Manhã
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EUA atacam o Irão. Ouvidas explosões em várias cidades do país
Há registo de várias explosões nas regiões de Minab, Sirik e na zona oeste de Teerão, assim como na ilha de Kish, de acordo com a agência noticiosa iraniana Mehr.
Os Estados Unidos já assumiram a autoria da ofensiva.
"As forças do Comando Central dos EUA iniciaram hoje ataques adicionais de autodefesa contra múltiplos alvos no Irão, sob ordens do Comandante-Chefe. Os ataques são uma resposta à agressão injustificada e contínua do Irão", adianta o Comando Central militar norte-americano numa publicação nas redes sociais.
Correio da Manhã
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Sirenes de defesa aérea ativadas no sul do Irão
A agência noticiosa iraniana Mehr informa que uma explosão ouvida na cidade de Fars, na noite desta quarta-feira, correspondeu à ativação de sistemas de defesa aérea nos arredores.
Correio da Manhã
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Trump reitera que Irão abdicou de armas nucleares
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou na tarde desta quarta-feira que o Irão concordou abdicar da posse de armas nucleares.
A declaração foi feita em conferência de imprensa na Casa Branca.
Correio da Manhã
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Trump avisa que EUA "vão atingir duramente o Irão ainda hoje"
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou na tarde desta quarta-feira que Washington vai atacar ainda hoje o Irão.
A declaração foi feita em conferência de imprensa, um dia depois dos Estados Unidos ter feito um ataque "em legítima defesa", contrato o alegado abate de um helicóptero dos EUA perto do Estreito de Ormuz.
Correio da Manhã
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Trump diz que Irão "vai ter de pagar o preço" por "demorar a negociar acordo" - a abrir o ao minuto
O presidente norte-americano, Donald Trump, voltou esta quarta-feira a ameaçar o Irão. O republicano disse que o país "demorou demasiado tempo a negociar um acordo" e por isso "vai ter de pagar o preço".
Numa publicação no Truth Social, Trump assevera que a Marinha e Força Área iranianas "foram completamente derrotadas" e que o "Valentão do Médio Oriente está morto".
Joana Mendes
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António Costa condena ataques ao Kuwait e pede que todos privilegiem diplomacia
O presidente do Conselho Europeu condenou esta quarta-feira os ataques iranianos ao Kuwait e defendeu que a "diplomacia é a única maneira de se alcançar a segurança e estabilidade no Médio Oriente", pedindo a todos que privilegiem essa via.
Numa mensagem divulgada nas redes sociais, António Costa refere que falou esta quarta-feira ao telefone com o príncipe herdeiro do Kuwait, Sabah Khalid Al Hamad Al-Sabah, a quem manifestou "a total solidariedade da Europa após os recentes ataques do Irão e dos seus grupos aliados ['proxies']".
"A diplomacia é a única maneira de se alcançar a segurança e estabilidade no Médio Oriente -- a UE insta todas as partes a permanecerem comprometidas com a via diplomática", defende.
Lusa
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Israel emite novas ordens de evacuação para três localidades do Sul do Líbano
O Exército israelita emitiu esta quarta-feira ordens de evacuação para três localidades do Sul do Líbano, devido a novos bombardeamentos contra alegados alvos da milícia xiita Hezbollah, no âmbito dos ataques e da sua invasão terrestre do país vizinho.
O porta-voz em árabe do Exército israelita, Avichai Adrai, indicou nas redes sociais que as ordens afetam as localidades de Qasaniyé, Humin al Fauqa e Ansariya, antes de sublinhar que o Exército "se vê obrigado" a agir contra o Hezbollah devido às "suas violações do cessar-fogo".
"Para a vossa segurança, devem deixar as vossas casas", afirmou, ao mesmo tempo que pediu à população que se deslocasse para o norte do rio Zahrani, situado a norte do rio Litani.
Lusa
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China pede "calma e moderação" após ataques dos Estados Unidos e retaliação
A China apelou, esta quarta-feira, à "calma e moderação" após os ataques dos Estados Unidos contra o Irão e a retaliação iraniana contra bases norte-americanas no Médio Oriente, defendendo um cessar-fogo rápido e o regresso à via diplomática.
O porta-voz do ministério dos Negócios Estrangeiros chinês Lin Jian manifestou, em conferência de imprensa, a "profunda preocupação" de Pequim com a situação e apelou a todas as partes envolvidas para que adotem "medidas concretas" destinadas a reduzir as tensões.
Lin afirmou ainda que os diferendos devem ser resolvidos por meios políticos e diplomáticos e defendeu a concretização, "o mais rapidamente possível", de um cessar-fogo "abrangente e duradouro".
Lusa
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Teerão anuncia ataques contra bases norte-americanas no Bahrein e Jordânia
O Irão anunciou, esta quarta-feira, ataques contra bases norte-americanas no Bahrein e Jordânia, em resposta a ataques dos Estados Unidos, por sua vez justificados como retaliação contra o abate de um helicóptero norte-americano no estreito de Ormuz.
Os alvos dos ataques aéreos iranianos foram a Quinta Frota dos Estados Unidos, estacionada no Bahrein, e uma base aérea norte-americana na Jordânia, indicaram em comunicados separados a Guarda da Revolução Islâmica e o Exército iranianos, citados pela agência Fars.
O Irão utilizou mísseis e drones para atacar cerca de vinte alvos, entre os quais hangares de caças F-35 em território jordano e sistemas de radar no Bahrein, avançou a Fars.
Lusa
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Ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão afirma que país responderá a qualquer ataque ou ameaça
O ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão afirmou esta quarta-feira que a República Islâmica "não deixará sem resposta qualquer ataque ou ameaça", após forças norte-americanas terem voltado a bombardear o país em retaliação pelo abate de um helicóptero.
"As nossas poderosas Forças Armadas não deixarão sem resposta qualquer ataque ou ameaça", afirmou o ministro Abbas Araghchi na rede social X.
Washington, adiantou Aragchi, está a "testar a determinação" de Teerão, "apesar das suas derrotas no campo de batalha".
Irão nega "ataque dirigido" contra helicóptero dos EUA
O vice-ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano afirmou esta terça-feira, em declarações à Al Jazeera, que o Irão não esteve por trás do ataque ao helicóptero Apache norte-americano ocorrido na madrugada de segunda-feira sobre o Estreito de Ormuz.
O responsável acrescentou que o incidente poderá ter ocorrido acidentalmente devido ao clima de tensão na região.
Correio da Manhã
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EUA lançam ataque "em legítima defesa" contra o Irão
Os Estados Unidos lançaram na noite desta terça-feira um ataque contra o Irão. Isto, poucas horas depois de o presidente norte-americano, Donald Trump, ter acusado Teerão de ser o autor da ofensiva contra o helicóptero dos EUA que caiu, na madrugada desta segunda-feira, perto do estreito de Ormuz.
Correio da Manhã
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"Estamos muito perto": Trump diz que acordo com o Irão deve ser alcançado "dentro de dois ou três dias"
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a mostrar otimismo em relação às negociações com o Irão, afirmando que existe uma "boa hipótese" de alcançar um acordo nos próximos "dois ou três dias". Trump não apresentou detalhes concretos que justificassem esta nova expectativa positiva. Ainda assim, garantiu que as partes estão "muito perto de um acordo muito bom, forte e poderoso", citado pela agência AP.
Donald Trump afirmou ainda que os Estados Unidos poderiam bombardear o Irão "muito facilmente" e que, após algumas semanas de ataques, "não lhes restaria absolutamente nada. Mas o estreito ficaria fechado durante meses". Além disso, destacou o custo humano de uma ofensiva: "Se fizermos o bombardeamento, sabem, muitas pessoas vão morrer. Quem quer fazer isso? Eu não."
As negociações têm sido conduzidas há várias semanas por mediadores liderados sobretudo pelo Paquistão, mas continuam bloqueadas por posições divergentes entre Washington e Teerão.
Trump diz que EUA vão declarar "vitória total" sobre o Irão dentro de duas semanas
O presidente Donald Trump afirmou, poucas horas depois de o Irão e Israel terem acordado em pôr fim à pior escalada de violência entre ambos desde que o cessar-fogo entrou em vigor em abril, que os Estados Unidos vão "ganhar a batalha" e que "os preços do petróleo vão descer a pique".
"Temos sido uma equipa muito forte e acho que estamos a ganhar essa batalha, mas vão realmente ganhá-la nas próximas duas semanas, quando declararmos a vitória total", disse Trump durante um comício televisivo em apoio ao senador Lindsey Graham, um aliado republicano próximo.
"Será uma vitória total. Vai acontecer muito em breve, e os preços do petróleo vão descer a pique."
Na segunda-feira, o Irão anunciou o fim dos seus ataques a Israel, mas advertiu de uma resposta "devastadora" caso as operações militares israelitas no Líbano continuem.
Ataques israelitas no sul do Líbano matam 7 pessoas e ferem outras 12
Ataques israelitas mataram esta segunda-fera, no sul do Líbano, sete pessoas e feriram outras 12 feridas, segundo as autoridades e a Cruz Vermelha.
"O raide do inimigo israelita, hoje de madrugada, na localidade de Zifta, na região de Nabatiyé" fez sete mortos, dos quais uma criança síria e uma mulher e oito feridos, dos quais duas mulheres", anunciou o Ministério da Saúde libanês, em comunicado.
Lusa
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Netanyahu admite fim de ataques contra o Irão mas ameaça responder a futuros bombardeamentos
O primeiro-ministro israelita admitiu esta segunda-feira a suspensão de ataques contra o Irão, mas ameaçou responder "com firmeza" a qualquer novo ataque iraniano.
Benjamin Netanyahu afirmou que os combates cessaram depois de Israel "ter atingido o regime terrorista em Teerão" e acrescentou numa mensagem de vídeo que, se o Irão "cometer o erro" de voltar a atacar, Israel responderá "com força".
Lusa
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Teerão suspende todos os voos após troca de ataques com Israel
O Irão suspendeu esta segunda-feira todos os voos no país até nova ordem, na sequência da intensificação de ataques com Israel.
"Todos os voos nos aeroportos de todo o país foram cancelados até nova ordem", informou a Companhia de Aeroportos e Navegação Aérea do Irão num comunicado divulgado pela agência IRNA.
A entidade pediu aos cidadãos para não se deslocarem aos aeroportos até ao anúncio da retoma dos voos.
A Organização de Aviação Civil do Irão anunciou no domingo à noite o encerramento do espaço aéreo na região ocidental do país por motivos de "segurança" e esta segunda-feira a suspensão dos voos no aeroporto de Mehrabad, na capital, que agora se estendeu ao resto do país.
Lusa
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Ataques de Israel ao Irão suspendidos a pedido de Trump
Israel suspendeu os ataques ao Irão a pedido de Trump, segundo declarações de um alto funcionário israelita citadas pelo canal israelita Channel 12.
A mesma fonte acrescentou que, se os ataques do Hezbollah a cidades israelitas continuarem, Israel atacará os subúrbios do sul de Beirute.
A reportagem do Channel 12, que cita o alto funcionário israelita, afirmou ainda que os ataques israelitas no sul do Líbano vão continuar com toda a força nos próximos dias.
Embaixador dos EUA anuncia mais negociações entre Líbano e Israel
O embaixador norte-americano em Beirute anunciou hoje que as negociações entre Líbano e Israel deverão ser retomadas em Washington, apesar dos recentes ataques israelitas no sul da capital libanesa e da escalada militar que agravou as tensões.
Após uma reunião com o Presidente libanês, Josef Aoun, o diplomata Michel Issa afirmou que as conversações deverão prosseguir na capital norte-americana, sem indicar uma data para o encontro.
"Gostaria de felicitar a equipa de negociação libanesa, que é extremamente profissional e eficaz", declarou o diplomata.
Lusa
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Teerão suspende operações ofensivas após confrontos com Israel
O comando conjunto das Forças Armadas iranianas anunciou esta segunda-feira a suspensão das operações ofensivas após os primeiros confrontos diretos entre Israel e o Irão desde o cessar-fogo declarado há dois meses.
Num comunicado, o comando militar iraniano anunciou que as operações ofensivas ficam interrompidas, uma decisão que surge após uma escalada militar que ameaçou arrastar novamente o Médio Oriente para um conflito de larga escala.
O regime de Teerão avisou que responderá de forma mais dura a quaisquer novos ataques, que constituíram a mais grave violação do cessar-fogo em vigor desde o acordo alcançado entre Washington e Teerão.
Lusa
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UE junta comando naval à lista de sanções por ações no estreito de Ormuz
O Conselho da União Europeia (UE) incluiu hoje duas pessoas e um comando naval da Guarda Revolucionária iraniana na lista de sanções por impedimento à liberdade de navegação no estreito de Ormuz, no Golfo Pérsico.
Com a decisão de hoje, as medidas restritivas previstas neste quadro adotado em março aplicam-se agora a 26 pessoas singulares e coletivas e a 27 entidades de vários países e incluem o congelamento de bens na UE.
O Conselho da UE considerou, segundo um comunicado, que "estas ações são contrárias ao direito internacional e violam os direitos estabelecidos tanto de trânsito como de passagem inofensiva por estreitos internacionais".
A UE incluiu na lista o Comando Provincial de Hormozgan da Marinha do Corpo de Guardas da Revolução Islâmica (IRGCN), que assumiu o controlo do estreito de Ormuz e aplicou um sistema de portagens segundo o qual os navios são agora obrigados a fornecer documentação de identificação, bem como informações sobre a carga e o destino que são posteriormente transmitidas ao Comando Provincial de Hormozgan.
Lusa
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Trump diz que tanto Israel como o Irão “pretendem chegar a um cessar-fogo imediato”
O presidente dos EUA, Donald Trump, disse esta segunda-feira, através da rede social Truth Social, que tanto Israel como o Irão “pretendem chegar a um cessar-fogo imediato”.
Apesar dos ataques entre os dois países do Médio Oriente, o líder norte americano diz que “as negociações finais sobre a 'paz' estão a decorrer, salvo se a ignorância ou a estupidez vierem atrapalhar”.
De acordo com Donald Trump, “as coisas devem avançar rapidamente”.
Forças de Defesa anunciam que Israel vai atacar o Irão durante "o tempo que for necessário"
O exército israelita afirmou esta segunda-feira que está a preparar-se para vários dias de combates com o Irão e admite a possibilidade de uma campanha militar prolongada. Um responsável das Forças de Defesa de Israel (IDF) disse que as operações continuarão durante "o tempo que for necessário", de acordo com a CNN Internacional.
Nas primeiras declarações à imprensa desde a retoma dos confrontos, o porta-voz das IDF acusou o Irão de ter violado o cessar-fogo de abril ao lançar mísseis balísticos contra Israel na noite de domingo. Segundo o exército israelita, o Irão disparou cerca de 30 mísseis desde o início dos ataques. Os rebeldes houthis, apoiados por Teerão e sediados no Iémen, lançaram ainda dois mísseis, dos quais um foi intercetado e o outro caiu antes de atingir território israelita.
Em resposta, Israel realizou duas vagas de ataques contra o Irão. A primeira teve como alvo sistemas estratégicos de defesa aérea. A segunda atingiu uma instalação petroquímica que, de acordo com as IDF, está ligada à produção de mísseis balísticos e de outros tipos de armamento.
Trump apela ao Irão e a Israel para que "parem imediatamente os ataques"
O presidente dos EUA, Donald Trump, apelou tanto a Israel como ao Irão para que cessem os ataques mútuos. O pedido foi feito através da sua platorma Truth Social.
"Israel e o Irão devem parar imediatamente os ataques", escreveu o presidente norte-americano na rede social.
Companhias aéreas turcas cancelam voos devido a perturbações causadas pela guerra
Os novos ataques entre o Irão e Israel levaram à alteração da rota de vários voos com partida de Istambul, tendo as companhias aéreas turcas Pegasus Airlines e AJet cancelado ligações para Amã (Jordânia) e Bagdade (Iraque).
A informação é avançada hoje pelo jornal turco Hürriyet, que refere que os cancelamentos foram decididos por razões de segurança, na sequência das perturbações registadas no tráfego aéreo no Médio Oriente.
Desde da escalada do conflito no Médio Oriente, em fevereiro, várias companhias aéreas internacionais suspenderem ou desviaram operações na região, devido aos riscos de segurança e ao encerramento temporário de vários espaços aéreos.
Lusa
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Kaja Kallas pede negociações de paz após escalada de violência
A chefe da diplomacia da União Europeia (UE), Kaja Kallas, apelou hoje para a realização de negociações de paz, após uma série de ataques nas últimas horas entre o Irão e Israel.
"Durante a noite, voltámos a assistir a uma escalada. Creio que a região não precisa de uma escalada, mas sim que as partes se sentem à mesa de negociações e cheguem a um acordo", declarou a ex-primeira-ministra da Estónia à imprensa, à chegada a uma reunião informal de ministros da Defesa da UE.
Nas últimas horas, Irão e Israel envolveram-se num fogo cruzado que começou domingo com o ataque iraniano a território israelita, em represália pelo bombardeamento israelita a Beirute horas antes.
Teerão confirma ataque israelita contra complexo petrolífero iraniano no Golfo
Autoridades regionais iranianas confirmaram hoje um ataque do exército israelita contra o complexo petroquímico de Mahshahr, que causou "danos parciais", informaram os meios de comunicação oficiais do Irão.
"Há alguns minutos, a empresa petroquímica Karoon, em Mahshahr, foi alvo de um ataque aéreo e atingida por projéteis disparados pelo inimigo sionista, o que danificou parte das instalações", declarou o vice-governador regional da localidade atingida, no sudoeste do Irão, citado pela agência iraniana Fars, que não identificou a fonte.
A confirmação do ataque foi conhecida pouco depois do exército israelita noticiar ter atingido "vários alvos" naquela zona económica especial petroquímica próxima do Golfo.
Lusa
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Israel anuncia ataques contra vários "alvos militares" iranianos
As forças armadas israelitas informaram esta segunda-feira ter atacado "alvos militares" no oeste e no centro do Irão, horas depois de Teerão ter lançado mísseis contra Israel em retaliação aos ataques israelitas contra o Líbano.
A televisão estatal iraniana informou que se ouviram sons de explosões em Isfahan, Tabriz e Teerão, sem fornecer mais detalhes de imediato.
Uma testemunha em Teerão, citada mas não identificada pela AP, relatou ter ouvido pelo menos uma forte explosão algures a oeste da capital do país. O Irão fechou o espaço aéreo em torno do Aeroporto Internacional Imam Khomeini, em Teerão, o principal aeroporto do país, na sequência dos ataques israelitas.
Lusa
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Trump diz que Netanyahu "não terá outra escolha" senão aceitar o acordo de cessar-fogo
Donald Trump disse, este domingo, ao jornal Financial Times, que Benjamin Netanyahu "não terá outra escolha" senão aceitar o acordo de cessar-fogo. Trump sublinhou que é ele é "quem toma todas as decisões".
O líder da Casa Branca deixou a nota de que Netanyahu "não toma decisões" e reiterou o desejo de chegar a um acrodo com o Irão.
Terminou a chamada telefónica entre Trump e Netanyahu. Primeiro-ministro israelita estará reunido com chefes de segurança
A chamada entre o presidente norte-americano, Donald Trump e o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu já terminou. Segundo o The Times of Israel, Netanyahu está neste momento reunido com membros da tutela de segurança do país.
Trump, recorde-se, tem pedido a Netanyahu para não retaliar após o recente ataque do Irão.
Israel considera ataque do Irão "um erro grave" e ameaça com novos ataques ao Líbano
Effie Defrin, porta-voz do exército israelita afirmou que o Irão cometeu um "erro grave" ao lançar uma nova onde de ataques contra Israel.
Defrin adiantou que o chefe do Estado-Maior do Exército israelita está a "aprovar planos para o futuro", cita a Al Jazeera.
"O exército israelita continuará a operar em todo o Líbano. Estamos preparados para a possibilidade de novos disparos”, rematou.
Trump e Netanyahu estarão a falar por telefone sobre ataque iraniano
Trump e Netanyahu estarão em conversas, via telefone, na noite deste domingo, sobre o recente ataque do Irão. A informação foi avançada pelo jornal Haaretz.
Irão admite que ataques foram apenas "um aviso"
“A nossa aceitação do cessar-fogo a 9 de abril tinha como condição um cessar-fogo em todas as frentes”, diz a Guarda Revolucionária Islâmica do Irão, citada pelo The New York Times, num comunicado onde justifica os ataques a Israel como uma consequência da recente ofensiva ao Líbano.
“A operação desta noite foi um aviso e, se as agressões se repetirem, as respostas serão mais amplas”, ameaçou a Guarda do Irão.
Apesar dos ataques, Israel mantém espaço aéreo aberto
A ministra dos Transportes israelita, Miri Regev, decidiu manter aberto o espaço aéreo israelita, indica o jornal The Times of Israel. Assim todos os voos mantém-se no país.
Israel diz ter intercetado 11 mísseis
O Exército israelita afirmou ter intercetado todos os mísseis lançados este domingo à noite pelo Irão, num total de onze, disseram fontes militares à agência EFE, no que constitui o primeiro ataque de Teerão contra o Estado de Israel desde o cessar-fogo de abril.
Lusa
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Teerão confirma ataque com mísseis contra Israel
O Irão lançou este domingo várias vagas de mísseis contra Israel pelos bombardeamentos israelitas contra o Líbano, que mereceram também uma resposta do Hezbollah, que reivindicou ataques no norte do país.
"O Irão lançou mísseis contra Israel", informou a televisão estatal iraniana, IRIB, que mostrou imagens de mísseis a sobrevoar o céu da província ocidental iraniana de Kermanshah e de pessoas a celebrar a nova ofensiva nas ruas.
A ofensiva militar acontece depois de o Irão ter advertido que, caso os ataques de Israel contra o Líbano continuassem, a República Islâmica retaliaria, considerando que o cessar-fogo alcançado com os Estados Unidos a 08 de abril inclui a nação árabe.
"Cada um deles já teve a sua dose de diversão": Trump pede a Netanyahu para não responder a ataques do Irão
Trump ia pedir a Netanyahu para não responder ao ataque lançado pelo Irão, avança o jornal Axios.
“Vou ligar ao Bibi agora mesmo e dizer-lhe para não retaliar. Cada um deles já teve a sua dose de diversão. Israel lançou o seu ataque e o Irão lançou o seu. Não precisamos de mais nenhum”, disse Trump, segundo a mesma fonte.
“Não quero que tudo se vá por água abaixo por causa do que está a acontecer agora”, assegurou ainda o líder da Casa Branca garantindo que está “muito perto de um acordo final com o Irão”.
Trump garantiu ainda que os ataques iranianos não causaram feridos.
Síria encerra espaço aéreo durante 12 horas após ataque do Irão a Israel
A Autoridade da Aviação Civil da Síria anunciou, citada pela Al Jazeera, o encerramento, durante 12 horas do espaço aéreo. A decisão surge após uma nova onde de ataques por parte do Irão a Israel.
Executivo de Netanyahu defende que o Irão "tem de arder esta noite"
Itamar Ben-Gvir, responsável pela Segurança Nacional de Israel, reagiu aos recentes ataques do Irão, este domingo.
Na rede social X, o membro da tutela escreveu: "o Irão tem de arder esta noite".
Teelavive ainda não reagiu oficialmente à onde de ataques por parte de Teerão.
Trump reage aos ataques a Israel e pede que Irão retome as negociações
Trump, presidente dos EUA, pediu ao Irão que as negociações retomem independentemente do ataque a Israel.
"Com certeza isso não vai ajudar nas negociações", disse Trump à Fox News.
“O que eu sugiro ao Irão é: vocês já lançaram os mísseis, isso basta! Voltem à mesa de negociações e façam um acordo", rematou.
Trump disse ainda que não apreciou os ataques de Israel ao Líbano, na madrugada deste domingo.
Iraque fecha espaço aéreo após nova vaga de ataques do Irão contra Israel
O Iraque fechou o espaço aéreo na sequência da nova onda de ataques do Irão a Isael. A informação foi avançada pelas autoridades da aviação civil, citada pela Al Jazeera.
Israel afirma ter intercetado mísseis lançados pelo Irão
“Até o momento, a força aérea interceptou todos os mísseis lançados do Irão”, afirma o exército israelita, citada pela Al Jazeera.
Teerão ameaça interesses norte-americanos na região após ataques israelitas em Beirute
O Irão ameaçou este domingo atacar interesses norte-americanos e israelitas no Médio Oriente em resposta aos ataques israelitas nos subúrbios do sul de Beirute, bastião do Hezbollah pró-iraniano.
"O bloqueio naval imposto ao Irão e a autorização este domingo dada pelos Estados Unidos ao regime sionista tornam as bases e os ativos norte-americanos e do regime na região alvos legítimos", declarou o principal negociador iraniano e presidente do Parlamento, Mohammad Bagher Ghalibaf.
"As nossas forças armadas, como sempre, estão prontas" para agir, acrescentou, numa mensagem publicada na rede social X.
Lusa
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"Alerta máximo": Exército israelita diz que foram lançados mísseis a partir do Irão
O exército israelita diz que o Irão lançou mísseis contra Israel.
De acordo com a Al Jazeera, o exército disse que o país está em "alerta máximo".
O exército israelita informou ainda que as sirenes foram acionadas.
Resposta do Irão a ataques em Beirute pode chegar este domingo
O Irão prometeu , na noite deste domingo, dar uma resposta "dolorosa e decisiva" aos ataques de Israel a Beirute. O anúncio foi feito pelo porta-voz da comissão de política externa e segurança nacional do parlamento iraniano, Ebrahim Rezaei, na rede social X.
"Esses cães raivosos devem ser disciplinados e colocados de volta em seu devido lugar", pode ler-se na partilha.
Na semana passada, recorde-se, o ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão ameaçou que qualquer ataque de Israel a Beirute era uma violação do cessar-fogo com os EUA. .
Trump defende ataques "mais cirúrgicos" contra o Hezbollah
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, defendeu ataques "mais cirúrgicos" contra o Hezbollah no Líbano e reiterou que não exige a inclusão do país num acordo para pôr fim à guerra com o Irão.
"Gostaria de ver um ataque mais cirúrgico contra o Hezbollah. Penso que deveria ser mais cirúrgico", disse Trump numa entrevista ao canal NBC News, gravada na sexta-feira e transmitida este domingo, afirmando querer "uma vida melhor" para o Líbano.
Numa entrevista publicada na quarta-feira pelo New York Post, Donald Trump confirmou que teve uma conversa tensa ao telefone com o primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu dois dias antes, durante a qual terá repreendido o seu aliado devido à ofensiva israelita no Líbano.
Lusa
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Tropas norte-americanas não vão deixar o Irão até que o conflito seja resolvido, diz Trump
Donald Trump, presidente norte-americano, não tem planos de retirar os 50 mil soldados enviados para o Irão até que o conflito esteja concluído.
O anúncio foi feito pelo próprio durante o programa “Meet the Press”, apresentado por Kristen Welker, citado pela CNN Internacoional. Sobre o o facto de as tropas estarem em perigo, esclarece: “Temos a melhor defesa que alguém já viu. Temos o melhor ataque que alguém já viu. Portanto, não considero isso um perigo.”
“Acho que estamos a fazer um ótimo trabalho”, acrescentou ainda o líder da Casa Branca, durante a conversa.
Dois mortos e 20 feridos no primeiro ataque israelita a Beirute após nova trégua
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, anunciou este domingo que as forças armadas bombardearam os subúrbios do sul de Beirute. Duas pessoas morreram e 20 ficaram feridas, das quais duas crianças, segundo uma agência noticiosa do Líbano, citada pela Al Jazeera.
Este é o primeiro ataque contra a capital libanesa desde o acordo do novo cessar-fogo alcançado em Washington na quinta-feira.
"De acordo com as instruções do primeiro-ministro Netanyahu e do ministro da Defesa Katz, as Forças de Defesa de Israel (FDI, o exército) atacaram o quartel-general terrorista no bairro de Dahye, em Beirute, em resposta aos disparos do Hezbollah contra território israelita", refere-se no comunicado do gabinete do governante israelita, criado pela agência de notícias espanhola EFE.
Lusa
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Correio da Manhã
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EUA abatem dois drones iranianos que "ameaçavam estreito de Ormuz"
Os Estados Unidos (EUA) disseram ter abatido dois drones iranianos que "ameaçavam o estreito de Ormuz", numa altura de nova escalada das tensões entre Washington e Teerão apesar de um cessar-fogo estar em vigor.
"As forças norte-americanas abateram dois drones iranianos que ameaçavam o tráfego marítimo internacional no estreito de Ormuz", afirmou, no sábado, o Comando Central do Exército dos EUA, conhecido como Centcom.
Numa mensagem publicadas nas redes sociais, o Centcom garantiu que "as forças norte-americanas continuam em posição e prontas para continuar a defender-se contra a agressão iraniana".
Lusa
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Ministro do Interior do Paquistão já chegou a Teerão para uma nova ronda de negociações
Mohsin Naqvi, ministro do Interior do Paquistão, chegou a Teerão, este sábado, para uma nova ronda de negociações.
Segundo a agência de notícias semioficial Tasnim, citada pela Al Jazeera, o ministro paquistanês deverá sentar-se à mesa com o ministro das Relações Estrangeiras do Irão, Abbas Araghchi.
O Paquistão tem sido o país mediador para a paz entre os EUA e o Irão.
Irão acusa EUA de "violação flagrante" do cessar-fogo
O Irão condenou este sábado os ataques aéreos dos Estados Unidos contra radares e instalações de vigilância costeira no Golfo Pérsico, classificando-os como uma "violação flagrante do cessar-fogo".
Em comunicado, o Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano sublinhou que estes ataques constituem uma agressão militar contra a soberania nacional.
Teerão condenou ainda o "comportamento hostil e provocador" dos EUA.
Lusa
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Irão denuncia pressão política em relatório da agência nuclear da ONU
O Irão qualificou este sábado como uma "ferramenta de pressão política" um relatório em que a Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) manifesta preocupação com a falta de acesso às instalações nucleares iranianas.
Teerão estava envolvido em discussões com Washington sobre o seu programa nuclear quando os Estados Unidos e Israel atacaram o Irão em 28 de fevereiro, tal como aconteceu em junho de 2025, durante a guerra de 12 dias.
Durante os dois conflitos, as instalações nucleares iranianas foram bombardeadas por diversas vezes.
Lusa
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Israel admite ter matado três militares libaneses por engano
Israel admitiu ter matado este sábado "dois oficiais e um soldado" libaneses por engano no sul do Líbano, num ataque que teria como alvo o grupo xiita pró-iraniano Hezbollah.
O exército israelita disse num comunicado que visou um veículo que fora detetado a movimentar-se "de forma suspeita" nas imediações da localidade de Tebnit.
Os militares de Israel descreveram o local como uma "zona de combate ativa" previamente evacuada e onde, de acordo com a sua versão, existiam indícios de atividade do grupo xiita libanês apoiado pelo Irão.
Lusa
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Líbano denuncia ataque israelita contra exército com vítimas
O exército do Líbano denunciou este sábado a morte de um número ainda não especificado de militares, incluindo um oficial, num bombardeamento israelita no sul do país.
Uma "agressão selvagem israelita" atingiu um veículo militar que circulava na estrada que liga as localidades de Khardali a Nabatiyé, precisou o exército nas redes sociais, sem avançar mais pormenores de momento.
A agência oficial libanesa NNA noticiou dois mortos no ataque, um general de brigada e o condutor, também sem adiantar mais informações, segundo a agência espanhola Europa Press (EP).
Lusa
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Guarda Revolucionária anuncia ataques contra "bases inimigas"
A Guarda Revolucionária do Irão anunciou este sábado que tinha atacado "bases inimigas" na região, após ataques aéreos dos EUA contra instalações de radar no Irão.
Num comunicado transmitido pela emissora estatal IRIB, o exército ideológico da República Islâmica afirmou que "bases inimigas na região foram atingidas por ataques aéreos".
O Kuwait e o Bahrein, dois países que albergam importantes bases militares norte-americanas no Golfo, já tinham emitido alertas de ataque aéreo.
Lusa
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Exército diz que Kuwait foi atacado por mísseis e drones
O exército do Kuwait anunciou este sábado que o país foi alvo de ataques com mísseis e drones, três dias depois de um ataque ao seu aeroporto atribuído ao Irão.
"As defesas aéreas do Kuwait estão a enfrentar ataques hostis de mísseis e drones (...) quaisquer explosões que possam ser ouvidas são o resultado da interceção de alvos hostis pelas defesas aéreas", escreveu o exército na rede social X.
No início da semana, o Irão reivindicou a responsabilidade por um ataque ao Kuwait, em retaliação contra um alegado ataque dos Estados Unidos contra um petroleiro e contra a ilha iraniana de Qeshm.
Lusa
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Trump garante que o Irão tem apenas disponível 21 ou 22% dos seus mísseis
Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, garantiu esta sexta-feira, numa entrevista à NBC News que o irão só tem "21 ou 22%" de mísseis disponíveis.
"Diria que, em termos percentuais, talvez 21-22 % dos seus mísseis. São muitos mísseis, mas não é o que era quando os atacámos pela primeira vez", sublinhou Trump.
EUA abatem 4 'drones' militares e destroem radares iranianos
O Comando Central das Forças Armadas norte-americanas (CENTCOM) anunciou ter abatido quatro 'drones' militares iranianos, lançados em direção ao Estreito de Ormuz, e posteriormente destruído radares de vigilância costeira iranianos, para prevenir novos ataques.
"Há instantes, as forças do CENTCOM abateram quatro 'drones' de ataque iranianos lançados em direção ao Estreito de Ormuz. Os 'drones' representavam uma ameaça imediata para o tráfego marítimo regional", referem as forças norte-americanas em comunicado.
"Posteriormente, as forças norte-americanas atacaram radares de vigilância costeira iranianos em Goruk e na Ilha de Qeshm para se defenderem de novos ataques", adianta o CENTCOM, numa altura em que permanece em vigor um cessar-fogo entre Washington e Teerão, mas com esporádicos ataques mútuos.
Lusa
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Bebé palestiniano morre em ataque israelita ao carro de família onde seguia na Cisjordânia
Um bebé palestiniano, com apenas sete meses de vida, morreu quando as forças israelitas dispararam contra o carro da família perto de Hebron, na Cisjordânia. A família estava a caminho da casa dos avós do menino quando foram baleados em Tel Rumeida, no sul do Hebron.
A agência de notícias Wafa, citada pela Al Jazeera, informou que o pai do menino foi baleado na mão e a mãe do menino foi atingida pela bala que entrou na mandíbula do bebé.
Forças Armadas dos EUA negam ter sido alvo de mísseis iranianos no Golfo de Omã
As Forças Armadas norte-americanas negaram esta sexta-feira as alegações do Irão de que teria disparado "mísseis de aviso" contra dois navios norte-americanos no Golfo de Omã.
"As forças iranianas NÃO atacaram nem abriram fogo sobre qualquer navio de guerra da Marinha dos Estados Unidos. Fazê-lo constituiria uma violação flagrante do cessar-fogo", declarou o CENTCOM, o comando militar dos EUA para o Médio Oriente, numa mensagem publicada na rede social X.
Pouco antes, o Irão anunciou ter disparado "mísseis de aviso" contra dois navios norte-americanos no mar de Omã, após escaramuças no Golfo esta semana que fragilizaram o cessar-fogo em vigor.
Num comunicado divulgado pela agência de notícias estatal Irna, o Exército iraniano afirmou que "os contratorpedeiros hostis DDG-103 e DDG-8 deixaram o Golfo de Omã e dirigiram-se para o Oceano Índico (...) após o lançamento de mísseis de aviso", numa data não especificada.
A decisão foi tomada "no âmbito das operações em curso para combater as ações ilegais (...) das forças navais terroristas dos Estados Unidos", acrescentou o Exército iraniano.
Lusa
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Hezbollah disposto a retirar-se do sul caso Israel deixe a região
O presidente do Parlamento libanês, Nabih Berri, aliado do Hezbollah pró-iraniano, admitiu esta sexta-feira pela primeira vez a possibilidade de o movimento abandonar o sul do país caso Israel se retire do Líbano e seja alcançado um cessar-fogo global.
"Aceito a retirada do Hezbollah da zona a sul do rio Litani em paralelo com a retirada de Israel", bem como a implementação de um cessar-fogo "global e sem condições", afirmou Berri em comunicado.
Berri desempenha o papel de intermediário junto do Hezbollah.
Lusa
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Troca de ataques entre Israel e Hezbollah causa um morto e 14 feridos no Líbano
Uma pessoa morreu e pelo menos 14 ficaram feridas em ataques israelitas contra o sul do Líbano, informou esta sexta-feira a imprensa oficial, após uma troca de tiros entre Israel e a milícia xiita Hezbollah.
No distrito de Nabatieh, no sul do país, um ataque levado a cabo durante a madrugada por "aviões de guerra inimigos" contra um edifício na cidade de Doueir fez um morto e um ferido, enquanto ao amanhecer, um drone atacou uma motorizada e feriu uma pessoa, informou a Agência Nacional de Notícias (NNA, na sigla em inglês) libanesa.
Anteriormente, a NNA tinha noticiado que outro "ataque aéreo inimigo", com pelo quatro mísseis, feriu 12 civis e destruiu um edifício bancário perto do Hospital Jabal Amel, na cidade de Tiro.
Lusa
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Trump diz que "seria uma honra" encontrar-se com o líder supremo do Irão
O presidente norte-americano, Donald Trump, disse esta quinta-feira que "seria uma honra" encontrar-se com o líder do Irão, Mojtaba Khamenei.
Questionado pelos jornalistas durante uma conferência de imprensa na Casa Branca, assumiu que "não quer encontrar" o líder iraniano mas não descartou a possibilidade, caso cheguem a um acordo, avança a Al Jazeera.
Trump assume que os EUA podem ter acesso a todo o urânio enriquecido do Irão
Donald Trump afirmou que os EUA podem ter acesso ao urânio enriquecido do Irão. O anúncio surgiu durante as declarações aos jornalistas esta quinta-feira na Casa Branca, cita a Al Jazeera.
“Poderíamos conseguir agora mesmo. Acho que eles não nos poderiam impedir se quiséssemos. Mas não há motivo para isso", disse o presidente norte-americano.
"Seria muito bom se o Líbano pudesse ter um pouco de paz", diz Trump
“O Líbano tem sido atacado há tantos anos (...) seria muito bom se isso pudesse acabar”, disse Trump aos repórteres na Casa Branca, esta quinta-feira.
Nas declarações, citadas pela Al Jazeera, o presidente norte-americano revelou que falou com Netanyahu e que "houve progressos nas negociações".
Trump assumiu ainda que "seria muito bom se o Líbano pudesse ter um pouco de paz".
Forças norte-americanas redirecionam 127 embarcações que estavam a tentar passar o Estreito de Ormuz
O Comando Central dos EUA (CENTCOM) anunciou, esta quinta-feira, nas redes sociais, que foram redirecionados 127 navios e outros seis foram intercetados ao tentarem aproximar-se do Estreito de Ormzuz.
As forças norte-amercianas, na mesma partilha, acrescentaram ainda que 36 embarcações "em apoio à ajuda humanitária" foram autorizadas a passar por Ormuz.
Primeiro-ministro libanês diz que mobilização do exército começará "em zonas piloto" no sul do país
A mobilização do exército libanês começará "em zonas piloto" no sul do país, anunciou esta quinta-feira o primeiro-ministro libanês, Nawaf Salam, um dia após Israel e o Líbano anunciarem em Washington um acordo de cessar-fogo.
Este acordo, rejeitado pelo grupo armado libanês Hezbollah, estipula as zonas, controladas exclusivamente pelo exército, após a retirada israelita de partes do sul do Líbano.
Este é um "primeiro passo concreto e tangível" que "não prejudica o nosso direito a uma retirada [israelita] completa", disse o primeiro-ministro, citado pelo porta-voz do governo.
Lusa
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Hezbollah rejeita acordo com Israel e exige retirada de tropas israelitas do Líbano
O líder do movimento pró-iraniano Hezbollah rejeitou esta quinta-feira o mais recente acordo de cessar-fogo alcançado entre Israel e o Governo libanês, exigindo a retirada israelita.
Numa declaração escrita lida no canal de televisão do movimento Al-Manar, Naim Qassem afirmou que a exigência do acordo para que os combatentes do Hezbollah abandonem o sul do Líbano sob fogo equivaleria a uma "rendição, derrota e à concretização dos objetivos do inimigo".
"O que nos preocupa é o fim da agressão, o cessar-fogo e a retirada de Israel", afirmou, acrescentando que o movimento não assume "qualquer compromisso com qualquer parte para deixar de resistir enquanto houver ocupação".
Lusa
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Ministro israelita considera trégua no Líbano um "erro grave"
O ministro da Segurança Nacional israelita, Itamar Ben Gvir, qualificou esta quinta-feira como um "grave erro" o acordo de cessar-fogo no Líbano negociado sob a égide dos Estados Unidos, aliado de Israel.
"O cessar-fogo com o Líbano é um grave erro e uma ilusão de conselheiros que arrastam o primeiro-ministro [Benjamin Netanyahu] para más decisões", escreveu o ministro e dirigente da extrema-direita nas redes sociais, citado pela agência francesa AFP.
Israel e o Líbano concordaram na quarta-feira num cessar-fogo condicionado a uma "cessação completa" dos ataques do grupo libanês pró-iraniano Hezbollah, segundo um comunicado conjunto divulgado após conversações lideradas pelos Estados Unidos em Washington.
Lusa
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Ataques israelitas causam pelo menos oito mortos em Gaza
Pelo menos oito pessoas morreram durante a madrugada desta quinta-feira em ataques aéreos israelitas na Cidade de Gaza, disse um porta-voz da Proteção Civil do território palestiniano.
Cinco e duas pessoas morreram, respetivamente, em ataques a apartamentos no noroeste e sudoeste da Cidade de Gaza, e outra numa operação contra uma casa no campo de refugiados de Al-Shati, na zona oeste da cidade, disse Mahmoud Bassal.
Os ataques fizeram ainda pelo menos 15 feridos, acrescentou o porta-voz.
Lusa
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Israel e Líbano concordam com cessar-fogo após nova ronda de negociações com os EUA
O Departamento de Estado dos EUA anunciou, esta quarta-feira, que Israel e o Líbano "concordaram com a implementação de um cessar-fogo", após uma nova ronda de negociações mediada pelos norte-americanos, cita o Jerusalem Post.
De acordo com o comunicado citado pela mesma fonte, os dois países concordaram com a "suspensão dos ataques do Hezbollah e com a retirada de todos os membros do grupo da área sul do rio Litani". Serão ainda criadas zonas piloto, nas quais o exército libanês terá total controlo.
Correio da Manhã
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Câmara baixa dos EUA aprova resolução que determina fim da guerra
A Câmara dos Representantes (câmara baixa) norte-americana aprovou esta quarta-feira uma resoluçãoque determina a retirada das tropas norte-americanas da guerra contra o Irão, um golpe para o Presidente Donald Trump, que comprometeu os Estados Unidos com o conflito.
A resolução, adotada com os votos de quatro congressistas republicanos, é sobretudo simbólica, devido ao poder de veto do Presidente dos EUA.
Os Estados Unidos e o Irão têm trocado mensagens contraditórias nas últimas horas a propósito das suas negociações de paz, pois Teerão afirma que estão paralisadas, enquanto Trump declara que estão em curso.
Lusa
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Hamas adia para domingo discussões com mediadores no Egipto
O encontro previsto para esta quarta-feira entre o Hamas e os mediadores no Egito sobre o frágil acordo de cessar-fogo em Gaza foi adiado para domingo, segundo informações de fonte próxima do movimento islamista palestiniano Hamas.
Este encontro deveria realizar-se em El Alamein, no norte do Egito, entre uma delegação liderada por Khalil al-Hayya, negociador chefe, representantes de outros movimentos palestinianos, incluindo a Jihad Islâmica, e mediadores egípcios, mas também turcos e do Qatar.
Porém, o Hamas e os movimentos palestinianos só iniciarão as consultas no Cairo no sábado, antes de reuniões com os mediadores no domingo, segundo a mesma fonte citada pela agência noticiosa francesa AFP, que justifica este adiamento pela "intransigência de Israel".
Lusa
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Pelo menos nove pessoas morreram em ataques israelitas no Líbano e Hezbollah diz ter atingido Israel
Ataques israelitas deixaram esta quarta-feira nove mortos no Líbano, onde o Hezbollah pró iraniano reivindicou disparos contra Israel, que ameaçou atacar os subúrbios do sul de Beirute em caso de agressão ao seu território.
O ministro iraniano dos Negócios Estrangeiros, Abbas Araghchi, advertiu que qualquer ataque à capital libanesa provocaria "uma retomada em grande escala da guerra" no Médio Oriente.
"As nossas forças armadas estão totalmente prontas para retomar a guerra e atacar alvos em Israel", acrescentou Araghchi à cadeia de televisão libanesa Al Mayadeen, segundo a agência de notícias iraniana Tasnim.
Lusa
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Teerão assinala nenhum "progresso tangível" nas negociações com EUA
O ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, Abbas Araghchi, assinalou esta quarta-feira que não houve "qualquer progresso tangível" nas negociações com os Estados Unidos para pôr fim à guerra no Médio Oriente.
"Houve uma troca de mensagens sobre a necessidade de pôr fim à agressão contra Beirute, mas não foram feitos progressos tangíveis no processo de negociação", destacou Araghchi, referindo-se aos ataques israelitas contra o Hezbollah, um grupo pró-Irão, no Líbano.
O governante, que falava numa entrevista dada a uma estação de televisão libanesa, divulgada pela agência de notícias Tasnim, acrescentou, sem adiantar mais pormenores, que "o regresso à mesa das negociações está condicionado à garantia dos direitos do povo iraniano, ao fim da guerra no Líbano e à redução das tensões na região".
Lusa
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Israel acusa quatro ONG espanholas de canalizarem fundos para o Hamas
Um relatório do Ministério israelita dos Assuntos da Diáspora e da Luta contra o Antissemitismo acusou quatro ONG espanholas de canalizarem fundos direta ou indiretamente para o Hamas e para a Frente Popular de Libertação da Palestina (FPLP).
Os dois movimentos são considerados organizações terroristas pela União Europeia (UE).
As ONG visadas são Paz con Dignidad; Rumbo a Gaza - iniciativa parte da Flotilha Global Sumud; a associação Al Quds de Solidariedade com os Povos do Mundo Árabe e a sucursal espanhola da ONG islâmica britânica Human Appeal.
Lusa
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Trump acredita em acordo de paz com o Irão no fim de semana
O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou esta quarta-feira acreditar que Washington e Teerão podem chegar a um acordo de paz "durante o fim de semana".
"Se acontecer - e pode não acontecer, quem sabe? - mas se acontecer, pode ser que aconteça este fim de semana", disse Trump, questionado pelos jornalistas na Sala Oval sobre o progresso das negociações para acabar com conflito iniciado pelo ataque norte-americano e israelita contra o Irão a 28 de fevereiro.
Sobre os ataques de terça-feira - das forças norte-americanas contra alvos no Irão, que responderam visando países vizinhos - Trump defendeu não estar em causa uma violação do cessar-fogo bilateral em vigor desde 08 de abril, mas apenas "alguns incidentes, nada de grave".
Lusa
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Trump admite ter chamado "doido" a Netanyahu por minar negociações com Irão
O Presidente norte-americano, Donald Trump, admitiu esta quarta-feira ter criticado o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, chamando-lhe "doido" num telefonema tenso, por os ataques de Israel ao Hezbollah no Líbano estarem a minar as conversações de paz com o Irão.
Numa entrevista esta quarta-feira divulgada, Trump assegurou que, apesar das tensões, a sua relação com Netanyahu é sólida por serem ambos líderes em tempos de guerra.
"Trabalhamos muito bem juntos. Gosto muito do Bibi. E trabalho muito bem com ele", disse Trump a um podcast do The New York Post.
Lusa
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Teerão garante retaliar de forma decisiva contra qualquer ataque dos EUA e Israel
O Irão irá retaliar de forma "decisiva, terrível e proporcional" contra qualquer ataque dos Estados Unidos e de Israel, advertiu esta quarta-feira o principal negociador iraniano, o presidente do Parlamento, Mohammad Bagher Ghalibaf.
Já o ministro dos Negócios Estrangeiros, Abbas Araghchi, apresentou uma justificação vaga para os ataques iranianos no Kuwait ocorridos esta quarta-feira, sem especificar que alvos foram atingidos, de acordo com a agência de notícias Isna, citada pela agência France-Presse (AFP).
Araghchi considerou estes "ataques de autodefesa contra locais que os Estados Unidos estão autorizados a usar para atacar navios civis e violar o cessar-fogo".
Lusa
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Netanyahu deixa o aviso: Tropas israelitas e americanas estão prontas para atacar o Irão
O líder de Israel, Benjamin Netanyahu, em entrevista à CNBC, afirmou que as forças israelitas e americanas estão preparadas para intervir no Irão, caso necessário.
“Deixamos para Trump a decisão sobre uma nova invasão e se a abertura do Estreito de Ormuz é militarmente possível”, sublinhou.
Israel garante que a guerra contra o Irão não acabou
Netanyahu, presidente de Israel, garantiu numa entrevista à CNBC que, apesar de o Irão ter vindo a enfraquecer-se, a guerra ainda não acabou.
O líder de Israel deixou ainda a nota de que a última palavra cabe a Trump.
“Às vezes, como nas melhores famílias, temos essas divergências táticas”, vincou também sobre a relação com Trump.
Ataque israelita mata dois paramédicos no sul do Líbano
Dois paramédicos morreram na sequência de ataques israelitas no sul do Líbano, informou a Agência Nacional de Notícias do Líbano, citada pela Al Jazeera. Outro paramédico ficou gravemente ferido.
Um drone atacou, nas últimas 24 horas, a cidade de Kawthariyat al-Ruz. Israel também lançou um ataque contra Maifadoun.
Ataques israelitas matam dois paramédicos no sul do Líbano
Pelo menos dois paramédicos foram mortos e um terceiro ficou gravemente ferido, esta quarta-feira, no sul do Líbano.
De acordo com ministério da saúde do país, citado pela agência estatal libanesa NNA, os dois paramédicos mortos foram surpreendidos por um "ataque inimigo israelita" que "atingiu diretamente uma ambulância". Veículo pertencente à Associação Al-Risala, em Shouhour, na cidade de Tiro.
O paramédico gravemente ferido foi encaminhado para cirurgia de urgência.
Correio da Manhã
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Emirados Árabes Unidos condenam ataques "terroristas" iranianos ao Kuwait
Os Emirados Árabes Unidos condenaram, esta quarta-feira, os ataques iranianos contra o Kuwait, que atingiram o aeroporto internacional do país e causaram a morte de uma pessoa.
Para o ministério dos negócios estrangeiros emiradense, em comunicado citado pela Aljazeera, os ataques iranianos constituíram uma "violação flagrante da soberania do Kuwait, uma violação do direito internacional e uma ameaça à segurança e estabilidade regionais".
Correio da Manhã
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Qatar condena ataques iranianos ao Kuwait
O Qatar condenou, esta quarta-feira, os ataques iranianos contra alvos civis no Kuwait e no Bahrein, afirmando que os ataques que danificaram o Aeroporto Internacional do Kuwait e causaram feridos violam o direito internacional.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros do Qatar afirmou, num comunicado na rede social X, que os ataques violaram as Convenções de Genebra de 1949 e os princípios do direito internacional humanitário. A tutela qatari apelou ainda à desescalada do conflito.
Correio da Manhã
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Trump afirma que "Irão concordou em não possuir armas nucleares"
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou esta quarta-feira que "o Irão concordou em não possuir armas nucleares".
A declaração do chefe de estado norte-americano foi feita numa entrevista a um podcast, citado pela Sky News.
Correio da Manhã
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Ouvidas sirenes de alerta no Bahrein
O Ministério do Interior do Bahrein, no Médio Oriente, informou esta quarta-feira que uma sirene de alerta foi acionada e pediu aos cidadãos e residentes que mantenham a calma e se dirijam para um local seguro o mais próximo possível, avança o The Times of Israel.
Correio da Manhã
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EUA atacam petroleiro que navegava em direção ao Irão
As Forças Armadas dos EUA anunciaram ter atacado esta terça-feira um petroleiro com bandeira do Botsuana, um país na África Austral, que navegava em direção à ilha iraniana de Kharg.
O Comando Central dos Estados Unidos explicou que a tripulação do petroleiro ignorou "repetidos avisos" para mudar de rota durante um período de 24 horas, avança o Aljazeera.
Desde que iniciou o bolqueio ao tráfego marítimo que entra e sai dos portos iranianos, a 13 de abril, as forças americanas neutralizaram seis embarcações comerciais e redirecionaram 122.
Correio da Manhã
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Cinco mortos e 45 feridos em ataques israelitas no sul do Líbano. Criança entre as vítimas mortais
Cinco pessoas morreram e pelo menos 45 ficaram feridas na sequência de um ataque israelita no sul do Líbano, esta terça-feira. Entre as vítimas mortais está uma criança.
O ataques ocorreram em Burj, Aba e Tibnin, avança o Aljazeera.
Correio da Manhã
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Cristãos da Terra Santa denunciam aumento de violência e pressão na região
Representantes de diferentes comunidades cristãs da Terra Santa denunciaram esta terça-feira um aumento do assédio, da violência e da pressão sobre cristãos em Israel, Jerusalém Este e Cisjordânia ocupada, situação que, alertaram, está a impulsionar a emigração de famílias.
"Sentimo-nos órfãos", resumiu o coordenador do Fórum de Cristãos da Terra Santa, Wadie Abunasar, durante uma sessão informativa realizada em Jerusalém Este.
O politólogo palestiniano de nacionalidade israelita denunciou que os cristãos em Israel enfrentam desafios multidimensionais, que incluem uma resposta policial insuficiente perante agressões e crimes de ódio, a falta de atenção da liderança política israelita e o esquecimento da comunidade internacional.
Lusa
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Israel e Hezbollah prosseguem ataques apesar de trégua de Trump
Israel e o grupo xiita Hezbollah prosseguiram esta terça-feira os confrontos no sul do Líbano, apesar das garantias do Presidente norte-americano, Donald Trump, de que tinha obtido um compromisso de uma trégua de ambos os lados.
O exército israelita atacou esta terça-feira cerca de 20 locais no sul do Líbano, de acordo com a agência oficial de notícias libanesa, NNA.
As forças israelitas lançaram uma série de ataques contra a cidade libanesa de Nabatieh e outras cidades vizinhas, região onde intensificou a sua ofensiva nos últimos dias, tendo cruzado o rio Litani, que era a anterior demarcação das operações militares no sul do Líbano
Lusa
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"Falsas e incorretas": Trump rejeita notícias sobre a paralisação das negociações entre os EUA e o Irão
O presidente dos EUA, Donald Trump, negou esta terça-feira as notícias que indicam que as negociações entre os Estados Unidos e o Irão estão paralisadas, classificando-as como "falsas e incorretas".
"As conversas entre nós têm ocorrido continuamente", escreveu Trump na rede social Truth Social. "Inclusive há quatro dias, há três dias, há dois dias, há um dia e hoje", acrescentou.
Correio da Manhã
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Hezbollah diz que não aceitará um cessar-fogo parcial com Israel
O Hezbollah não aceitará um "cessar-fogo parcial" com Israel, afirmou esta terça-feira um responsável do movimento pró-iraniano, ameaçando com uma retaliação caso Israel ataque Beirute ou os subúrbios do sul.
"Não aceitaremos qualquer acordo parcial de cessar-fogo", assegurou Mahmoud Qomati, numa declaração escrita, de acordo com a agência de notícias France-Presse (AFP). "O inimigo sionista deve saber que qualquer agressão contra os subúrbios [do sul de Beirute] poderá provocar uma resposta mais forte" por parte do Hezbollah.
O ministro da Defesa israelita, Israel Katz, afirmou que os Estados Unidos validaram o princípio segundo o qual Israel atacará os subúrbios do sul da capital libanesa, bastião do Hezbollah, caso o movimento vise território israelita.
Lusa
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Rubio diz que reabertura de Ormuz não alivia as sanções ao Irão
Os Estados Unidos não vão retirar as sanções impostas ao Irão a favor da reabertura do Estreito de Ormuz. O anúncio foi feito esta terça-feira pelo secretário de Estado, Marco Rubio, avança a Al Jazeera.
“Isso não foi discutido, isso não foi oferecido”, reiterou Rubio.
O secretário de Estado norte-americano sublinhou ainda que qualquer alívio às sanções está dependente da renúncia ao urânio enriquecido.
Israel e Líbano arrancam quarta ronda de negociações em Washington
"A quarta ronda de negociações entre o Líbano e Israel teve início há pouco tempo na sede do Departamento de Estado dos Estados Unidos, em Washington, após a chegada das delegações participantes", informou a agência estatal libanesa.
Correio da Manhã
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Israel garante que ataques ao Líbano vão continuar
O ministro da defesa de Israel anunciou, esta terça-feira, que os ataques ao Líbano vão continuar.
De acordo com a Al Jazeera, as forças armadas israelitas estão a estudar a possibilidade de continuar a realizar ataques e sugeriu que estes podem ser em maior escala.
A tutela israelita assegurou ainda que o objetivo a longo prazo é desarmar o Hezbollah.
Ataque israelita mata pai e dois filhos menores no Líbano
Um homem morreu juntamente com o filho e a filha menores, esta terça-feira, num ataque israelita contra o carro onde seguiam, enquanto viajavam no sul do Líbano, na estrada entre Nabatieh e Khardali.
De acordo com a Agência Nacional de Notícias, o carro terá sido alvejado por um drone quando regressavam a casa vindos de Sidon.
Correio da Manhã
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Israel diz ter intercetado dois projécteis vindos do Líbano
O exército israelita anunciou, esta terça-feira, a interceção de dois projéteis lançados do Líbano, depois de o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter prometido que o movimento libanês pró-Irão Hezbollah e Israel iriam cessar as hostilidades.
"Após o soar das sirenes à 01:35 [23:35 de segunda-feira em Lisboa] em diversas zonas do norte de Israel, a força aérea israelita intercetou dois projéteis que entraram em território israelita vindos do Líbano", escreveu o exército.
Na mesma mensagem, publicada na plataforma Telegram, as Forças de Defesa de Israel anunciaram ainda que um "alvo aéreo suspeito" foi identificado pouco depois e caiu no lado israelita da fronteira com o Líbano, sem causar ferimentos.
Lusa
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ONU acusa Israel de violar soberania libanesa com a sua presença a norte da linha Azul
A subsecretária-geral da ONU para África acusou esta segunda-feira Israel de violar a soberania libanesa com a sua presença militar a norte da Linha Azul, e alertou para a situação "profundamente alarmante" da intensificação dos confrontos com o Hezbollah.
Martha Ama Akyaa Pobee indicou numa reunião de urgência do Conselho de Segurança que Israel tem ampliado nos últimos dias a sua campanha militar com operações no sul do país, no vale do Beqá e nos arredores de Beirute, incluindo com ordens de retirada de populações que afetam amplas zonas do sul do Líbano, o que provocou novos deslocamentos de civis.
Segundo aquela responsável da ONU, o Exército israelita reforçou a sua presença a norte da Linha Azul, enquanto a Força Interina das Nações Unidas no Líbano (FINUL) registou "uma intensa atividade militar, com bombardeamentos, movimentos logísticos e demolições em áreas próximas da fronteira".
Lusa
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Trump acredita que acordo pode ser alcançado na próxima semana
O Presidente norte-americano, Donald Trump, acredita que pode ser alcançado na próxima semana um acordo que termine a guerra com o Irão e desbloqueie o estreito de Ormuz, apesar de Teerão ter anunciado a suspensão das negociações com Washington.
"Parece promissor", indicou na sexta-feira o chefe de Estado numa breve entrevista por telefone à estação ABC News, na qual indicou um possível acordo "em algum momento da próxima semana".
Trump fez estas declarações apesar de o Irão ter interrompido as conversações de paz em retaliação pelos ataques israelitas ao Líbano, segundo a agência de notícias Tasnim, ligada à Guarda Revolucionária iraniana.
Lusa
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Netanyahu volta a ameaçar Beirute e mantém operações no sul do Líbano
O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, afirmou esta segunda-feira que transmitiu ao Presidente norte-americano, Donald Trump, que atacará Beirute se o seu país for visado pelo grupo xiita Hezbollah, ao mesmo tempo que mantém as operações militares no sul do Líbano.
"Conversei com o Presidente Trump esta noite e disse-lhe que, se o Hezbollah não cessar os ataques às nossas cidades e cidadãos, Israel atacará alvos terroristas em Beirute. A nossa posição sobre este assunto mantém-se inalterada", declarou Netanyahu em comunicado.
Em simultâneo, disse que "as Forças de Defesa de Israel continuarão a operar como planeado no sul do Líbano".
Lusa
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Líbano confirma acordo do Hezbollah para cessar-fogo com Israel
A embaixada do Líbano nos Estados Unidos indicou esta segunda-feira que as autoridades de Beirute receberam a confirmação de que o grupo xiita Hezbollah aceitou uma proposta de Washington para um cessar-fogo com Israel.
"As autoridades libanesas receberam a confirmação de que o Hezbollah aceitou a proposta americana para uma cessação mútua dos ataques", afirmou um comunicado da embaixada divulgado pela presidência do Líbano, pouco depois do anúncio do líder da Casa Branca, Donald Trump, de que tinha obtido um compromisso de ambas as partes.
A representação norte-americana detalhou que o acordo implica a suspensão dos ataques israelitas a Dahieh, nos subúrbios sul de Beirute e um bastião do grupo xiita apoiado pelo Irão, "em troca do compromisso do Hezbollah de se abster de lançar ataques contra Israel, sendo o cessar-fogo estendido a todo o Líbano".
Lusa
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Trump afirma que negociações com o Irão continuam e a um "ritmo acelerado"
O Presidente norte-americano afirmou esta segunda-feira que as negociações com o Irão continuam e a um "ritmo acelerado", após Teerão ter afirmado que iria retirar-se das negociações devido aos ataques de Israel ao Líbano.
"As negociações com a República Islâmica do Irão prosseguem a um ritmo acelerado", escreveu Donald Trump na sua rede social Truth Social.
Momentos antes, Trump tinha afirmado que não tinha sido informado sobre a suspensão das negociações pelo Irão, anunciada anteriormente pelos meios de comunicação iranianos em resposta aos contínuos ataques do Exército israelita contra o Líbano.
Lusa
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"Não haverá tropas a caminho de Beirute": Trump anuncia cessar-fogo entre Israel e Hezbollah
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou, esta segunda-feira, que Washington intermediou um novo cessar-fogo entre Israel e o Hezbollah, avança o The Times of Israel.
"Tive uma conversa muito produtiva com o primeiro-ministro [Benjamin Nethanyau] de Israel e não haverá tropas a caminho de Beirute e quaisquer tropas que estivessem a caminho já foram impedidas de entrar", escreveu Trump na rede social Truth Social.
"Da mesma forma - através de representantes de alto escalão - tive uma conversa muito produtiva com o Hezbollah e eles concordaram que todos os disparos cessarão - que Israel não os atacará e que eles não atacarão Israel", acrescente.
As declarações surgem após conversações entre o presidente norte-americano e o primeiro-ministro israelita, Benjamin Nethanyau, sobre a possibilidade de um cessar-fogo entre Israel e o Hezbollah.
Correio da Manhã
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Guardas da Revolução ameaçam abrir "novas frentes" perante ofensiva israelita no Líbano
Os Guardas da Revolução iranianos ameaçaram abrir "novas frentes" em resposta à ofensiva de Israel no Líbano, garantiu esta segunda-feira o exército ideológico do Irão à televisão estatal iraniana.
"O Irão considera que ultrapassar as linhas vermelhas no Líbano e em Gaza equivale a uma guerra direta" e, "em resposta, está determinado a conduzir operações defensivas" e a "abrir novas frentes", declararam os Guardas da Revolução, numa referência às operações militares israelitas nos territórios palestinianos e à ofensiva no país vizinho.
Mohsen Rezaee, um conselheiro do líder supremo do Irão, aiatola Mojtaba Khamenei, advertiu na rede social X que Teerão está a perder a "paciência".
Lusa
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Irão suspende as negociações com os EUA devido aos ataques no Líbano. Trump já reagiu
O Irão suspendeu, esta segunda-feira, as negociações com os EUA, avançou a agência de notícias iraniana Tasnim.
"A equipa de negociações iraniana suspende, assim, o diálogo e a troca de textos através dos mediadores", especifica o meio de comunicação iraniano, acrescentando que a decisão foi tomada devido aos crimes que Israel "continua a cometer" no Líbano e às violações "em todas as frentes" do cessar-fogo assinado a 8 de abril.
Entretanto, Donald Trump, em entrevista à NBC News, disse não ter conhecimento sobre a medida anunciada pelo Irão.
Hezbollah afirma que continua a combater junto da fortaleza de Beaufort
O grupo xiita Hezbollah afirmou esta segunda-feira que continua a combater as forças israelitas perto da fortaleza de Beaufort, no sul do Líbano, um sítio medieval estratégico que Israel anunciou ter ocupado.
O exército israelita tem tentado, desde o amanhecer de domingo, "com grande dificuldade, consolidar a sua presença nas proximidades da fortaleza", declarou o grupo apoiado pelo Irão em comunicado.
O Hezbollah alega que não tinha qualquer presença militar na cidadela quando as forças israelitas entraram no local.
Lusa
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EUA afirmam ter intercetado dois mísseis iranianos que tinham como alvo o Golfo Pérsico
O Comando Central das Forças Armadas dos Estados Unidos da América, através de um comunicado partilhado na rede social X, dizem ter abatido, durante a madrugada desta segunda-feira, dois mísseis iranianos que tinham como alvo o Kuwait, no Golfo Pérsico.
A mesma fonte adiantou ainda que nenhum soldado norte-americano ficou ferido durante a operação.
Trump diz que Irão estará interessado em fechar acordo de paz
Donald Trump anunciou na rede social Truth Social, esta segunda-feira, que o irão está interessado em fechar um acordo. Na mesma partilha criticou democratas e republicanos.
"Será um bom acordo para os EUA e para aqueles que estão connosco", começa por dizer o presidente dos EUA. Não se poupa nas críticas e sublinha: "Mas será que os democratas e vários republicanos, aparentemente antipatrióticos, não entendem que é muito mais difícil para mim fazer meu trabalho direito e negociar quando os oportunistas políticos ficam "cantando" negativamente (...)?"
Confiante, deixa a certeza de que "tudo vai dar certo no final, sempre dá".
Netanyahu e ministro da Defesa israelita ordenam novos ataques no sul do Líbano
O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, e o ministro da Defesa, Israel Katz, deram instruções às Forças de Defesa de Israel (IDF) para atacar subúrbios no sul de Beirute, no Líbano, avança esta segunda-feira o jornal The Times of Israel.
"Após violações constantes do cessar-fogo no Líbano pela organização terrorista do Hezbollah e ataques contra as nossas cidades e cidadãos, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e o ministro de Defesa Israel Katz, instruíram as IDF a atacar alvos terroristas no bairro de Dahiyeh em Beirute", disseram num comunicado conjunto.
Correio da Manhã
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Estados Unidos anunciam novos ataques contra sul do Irão
Os Estados Unidos anunciaram que realizaram ataques durante o fim de semana no sul do Irão, visando sistemas de radar e controlo de drones, apesar do cessar-fogo em vigor entre os dois países.
Esta onda de ataques norte-americanos, a terceira em pouco mais de uma semana, teve como alvo a cidade de Goruk e a ilha de Qeshm, perto do estreito de Ormuz, informou o Comando Central do exército dos EUA (Centcom, na sigla em inglês), no domingo, na rede social X.
As operações foram realizadas "no sábado e no domingo em resposta a ações agressivas do Irão, incluindo o abate de um drone MQ-1 norte-americano que operava em águas internacionais", acrescentou o Centcom, numa altura em que as negociações entre Washington e Teerão para pôr fim à guerra, iniciada em 28 de fevereiro, se mantêm estagnadas.
Lusa
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Quatro mortos em ataque israelita no sul do Líbano
Morrera, este domingo, pelo menos quatro pessoas na sequência de ataques israelitas à cidade de Abbasieh, perto de Tiro, no sul do Líbano. A informação foi avançada pela Agência Nacional de Notícias do Líbano e citada pela Al Jazeera.
As equipas de resgate continuam as buscas pelas pessoas desaparecidas nos escombros.
Ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão afirma que é tudo "especulação" até que negociações terminem
O ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, Abbas Araghchi, afirma que "o diálogo e a troca de mensagens estão em curso" com os Estados Unidos, num contexto de impasse nas negociações.
Abbas Araghchi afirmou que "não é possível tirar conclusões até se chegar a um desfecho claro; tudo o que está a ser dito neste momento não passa de especulação e não deve ser levado a sério até que haja certezas".
Tropas israelitas capturam o estratégico Castelo de Beaufort no sul do Líbano
As Forças de Defesa de Israel (IDF) capturaram, este domingo, o estratégico Castelo de Beaufort, no sul do Líbano, no âmbito da ofensiva terrestre contra o Hezbollah.
As IDF afirmam ter lançado uma operação terrestre na cordilheira de Beaufort e na zona do rio Wadi Saluki nos últimos dias, "para destruir as infraestruturas [do Hezbollah] e eliminar terroristas, como parte do reforço do controlo operacional no sul do Líbano e da eliminação da ameaça direta à Faixa de Galileia, assim como "expandir a linha de defesa avançada", avança o The Times of Israel.
Os soldados atravessaram a curva de 90 graus do rio Litani, mesmo em frente à comunidade fronteiriça de Metula, e avançaram em direção ao castelo, que domina a Faixa da Galileia, no norte de Israel, bem como a área de Nabatieh, no sul do Líbano.
Correio da Manhã
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EUA interceta embarcação que tentou furar o bloqueio norte-americano no Golfo de Omã
As forças norte-americanas intercetaram um navio com bandeira da Gâmbia que tentou violar o bloqueio norte-americano no Golfo de Omã, confirmou o Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM) na rede social X.
“Uma aeronave americana incapacitou o navio disparando contra a casa de máquinas, após a tripulação do Lian Star se recusar a obedecer às ordens. O navio já não está em trânsito”, lê-se na partilha.
De acordo com a Al Jazeera, as forças norte-americanas já desativaram cinco navios comerciais e redirecionaram 116 para garantir o cumprimento integral do bloqueio, enquanto o cessar-fogo com o Irão permanece em vigor.
Ataques israelitas no Líbano já mataram pelo menos 3.371 pessoas
O mais recente relatório do Ministério da Saúde do Líbano, citado pela Al Jazeera, revela que desde o início do conflito no Médio Oriente já morreram pelo menos 3.371 pessoas. Mais de 10 mil ficaram feridas.
Só esta sexta-feira morreram 14 pessoas em ataques aéreos israelitas no sul do Líbano. O mesmo relatório dá ainda conta que 1,2 milhões de cidadãos libaneses tiveram de fugir e deixar as próprias habitações durante os ataques.
Trump só assinará acordo se linhas vermelhas norte-americanas forem cumpridas
O Presidente norte-americano, Donald Trump, apenas assinará um acordo com o Irão se as suas "linhas vermelhas" forem cumpridas, adiantou esta sexta-feira fonte da Casa Branca.
"A reunião na Sala de Situação terminou e durou cerca de duas horas. O presidente Trump só assinará um acordo se for bom para os Estados Unidos e se as suas linhas vermelhas forem cumpridas. O Irão não pode ter uma arma nuclear", frisou a fonte presidencial num comunicado enviado à agência France-Presse (AFP).
Antes, o Irão já tinha afirmado ainda não ter chegado a um acordo com os Estados Unidos para pôr fim à guerra, na sequência de declarações do Presidente norte-americano a anunciar uma decisão iminente.
Lusa
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Trump termina reunião sem "decisão final" sobre acordo com o Irão
A reunião desta sexta-feira na Sala de Crise, em Washington, para discutir um possível acordo com o Irão, terminou sem uma decisão do presidente norte-americano, Donald Trump.
A informação é avançada pelo jornal New York Times, que aponta para um "adiamento" da decisão.
Correio da Manhã
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Irão afirma que não foi alcançado qualquer acordo com os EUA
O ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão afirmou esta sexta-feira que não foi alcançado qualquer acordo com os Estados Unidos.
Em comunicado, citado pela AlJazeera, o executivo irainiano adiantou ainda que a gestão do Estreito de Ormuz deve ser decidida pelo Irão e por Omã.
Correio da Manhã
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Ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão afirma que não foi alcançado qualquer acordo com os EUA
O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão, Esmaeil Baghaei, emitiu uma declaração em que afirma que, até ao momento, não foi concluído qualquer acordo com os Estados Unidos e que a gestão do Estreito de Ormuz deve ser decidida pelo Irão e por Omã, de acordo com o Al Jazeera.
Donald Trump toma esta sexta-feira "decisão final" sobre acordo com Irão
O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu que está reunido esta sexta-feira para tomar "uma decisão final" sobre o acordo em discussão com o Irão. "Vou ter agora uma reunião na 'Situation Room' para tomar uma decisão final", escreveu Trump na rede social Truth Social.
O presidente norte-americano referiu ainda que o Irão deve concordar em não ter uma arma ou bomba nuclear e falou ainda sobre o Estreito de Ormuz, que "deve ser permanentemente aberto, sem portagens, ao tráfego marítimo sem restrições em ambos os sentidos".
Correio da Manhã
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Irão atirou contra quatro navios no Estreito de Ormuz
De acordo com agência de notícias iraniana Mehr, forças armadas iranianas dispararam tiros de aviso contra quatro embarcações perto do Estreito de Ormuz.
As embarcações estavam a "tentar atravessar o estreito sem coordenação".
Correio da Manhã
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Irão lança mísseis "contra alvos específicos"
As forças armadas do Irão lançaram na noite desta quinta-feira mísseis "contra alvos específicos".
De acordo com a agência noticiosa iraniana Fars, que adianta a informação, os mísseis partiram de regiões do sul do país e o destino alvo ainda não é claro.
Correio da Manhã
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Irão diz que memorando para cessar-fogo de 60 dias "ainda não está finalizado" nem confirmado
O texto do memorando para o cessar-fogo de 60 dias entre os EUA e o Irão, avançado esta quinta-feira e cuja aprovação ainda estaria dependente do presidente norte-americano, Donald Trump, "ainda não está finalizado ou confirmado", apontam fontes próximas das negociações citada pela agência de notícias iraniana Tasmin.
Teerão não terá informado o mediador Paquistanês de que o texto estaria finalizado. "O Irão anunciará o assunto ao mediador paquistanês e ao público" assim que o texto estiver concluída, aponta a agência estatal iraniana.
Correio da Manhã
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Netanyahu dá ordens ao exército para tomar 70% da Faixa de Gaza
O primeiro-ministro israelita ordenou ao Exército que ignore os termos do cessar-fogo que começou em outubro e assuma o controlo de 70% da Faixa de Gaza, segundo um vídeo divulgado por uma televisão local.
"Neste momento, temos o [movimento islamita] Hamas pela garganta. Controlamos agora 60% do território da Faixa [de Gaza]. Como sabem, estávamos nos 50% [após a entrada em vigor do cessar-fogo], passámos para 60%, e a minha diretiva é chegar aos [...] 70", declarou Benjamin Netanyahu durante uma conferência na Cisjordânia ocupada, da qual o canal 12 divulgou um excerto na Internet.
Lusa
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EUA e Irão prestes a chegar a acordo para cessar-fogo de 60 dias
Os Estados Unidos e o Irão alcançaram um acordo preliminar para um cessar-fogo de 60 dias, avança a Axios. Este entendimento visa não só prolongar a suspensão das hostilidades, mas também dar o pontapé de saída para novas negociações formais sobre o programa nuclear iraniano. Contudo, o documento necessita ainda da aprovação final do Presidente dos EUA, Donald Trump.
Segundo um dos oficiais de Washington citados, este passo funciona essencialmente como "um acordo para sentar todos à mesa", deixando a definição dos pormenores mais complexos para a fase subsequente das negociações bilaterais.
Analistas alertam que a obtenção de um pacto definitivo e duradouro continuará a exigir um trabalho de negociações intenso, especialmente para acomodar as exigências de Washington relativamente às restrições nucleares de Teerão.
O Axios referiu que o Irão não vai impor qualquer portagem no estreito de Ormuz, fundamental para o comércio mundial de petróleo, e os Estados Unidos vão levantar o bloqueio marítimo que impuseram contra navios que partem e chegam a portos iranianos.
O levantamento dar-se-ia de forma proporcional ao reinício do tráfego comercial no estreito de Ormuz.
Além disso, segundo as fontes citadas, o Irão teria de retirar todas as minas do estreito no prazo de 30 dias.
Os detalhes deste possível acordo avançados pelo portal são semelhantes aos avançados na quarta-feira pela televisão estatal iraniana, que foram prontamente desmentidos pela Casa Branca e classificados como "pura invenção".
A televisão iraniana, que citou alguns dos pontos do acordo preliminar de paz em discussão, avançou ainda que, em troca da reabertura do estreito de Ormuz por parte de Teerão, Washington além de levantar o bloqueio marítimo aos portos iranianos iria também retirar as forças destacadas para o conflito.
Segundo o Axios, o memorando de entendimento incluiria o compromisso do Irão de não desenvolver armas nucleares, embora deixasse para mais tarde as negociações para limitar o enriquecimento de urânio por parte da República Islâmica.
Correio da Manhã
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Israel suspende relações com António Guterres
Israel suspendeu relações com o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, anunciou o emabixador israelita na ONU, denunciando a decisão, ainda não pública, de incluir Israel numa "lista negra" relacionada com violência sexual em conflitos. "Chegámos ao fim com este secretário-geral", disse Danny Danon numa mensagem de vídeo publicada na plataforma X.
A missão israelita esclareceu que isso significa o congelamento das suas relações com o gabinete do secretário-geral até o final do mandato de António Guterres, que termina em 31 de dezembro deste ano.
"O secretário-geral da ONU decidiu adicionar Israel à lista negra, juntamente com os terroristas do [grupo islamita palestiniano] Hamas", acrescentou. As Nações Unidas incluíram Israel numa lista negra de perpetradores de violência sexual em zonas de conflito, mas que ainda não foi tornada pública.
Grupo de coordenação do petróleo na UE admite pressão nas próximas semanas
O Grupo de Coordenação do Petróleo na União Europeia (UE), órgão consultivo da Comissão Europeia para segurança do abastecimento petrolífero, admitiu hoje pressão nas próximas semanas se o Estreito de Ormuz não reabrir, sobretudo sobre combustível de aviação.
"Se a situação não melhorar nas próximas semanas, espera-se que os mercados se tornem cada vez mais pressionados, especialmente no caso do combustível de aviação", indica a Direção-Geral da Energia do executivo comunitário em comunicado hoje divulgado.
Numa reunião realizada na quarta-feira, e hoje anunciada, "o Grupo de Coordenação do Petróleo indicou que o encerramento do Estreito de Ormuz afeta tanto o petróleo bruto como todos os principais produtos petrolíferos, e que todos os países da UE são impactados por esta situação".
Lusa
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Kuwait abate mísseis e drones após anúncio de ataque iraniano a base norte-americana
O estado-maior do exército do Kuwait relatou esta quinta-feira que as suas defesas antiaéreas intercetaram mísseis e drones lançados sobre o seu território, após o Irão ter anunciado um ataque contra uma base norte-americana na região.
No comunicado das autoridades locais lê-se que "as defesas kuwaitianas estão a repelir ataques com mísseis e drones", sem especificar qual zona do país do golfo Pérsico que foi atacada ou adiantar mais pormenores.
O texto avisa que "quaisquer explosões ouvidas se devem à interceção de ataques pelos sistemas de defesa aérea" e pede "a todos que sigam as instruções de segurança emitidas pelas autoridades competentes".
Lusa
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Ouvidas explosões no sul do Irão
Foram ouvidas três explosões na noite desta quarta-feira a leste da cidade portuária de Bandar Abbas, no sul do Irão.
De acordo com a agência de notícias iraniana Fars, que avança a informação, os sistemas de defesa aérea estiveram em ação durante vários minutos. A Reuters refere que os EUA realizaram na noite desta quinta-feira novos ataques contra uma instalação militar iraniana que, segundo os norte-americanos, é uma forte ameaça ao tráfego no estreito de Ormuz.
Recorde-se que na noite de terça-feira, 26, os Estados Unidos confirmaram ataques a embarcações iranianas na mesma cidade, após ter acusado Teerão de estar a "instalar minas" .
Correio da Manhã
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MNE reúne-se com homólogo paquistanês e destaca "perspetiva positiva" de negociações
O ministro dos Negócios Estrangeiros (MNE), Paulo Rangel, indicou esta quarta-feira que se encontrou com o homólogo paquistanês em Nova Iorque, destacando a "perspetiva positiva" de Mohammad Ishaq Dar face às negociações para acabar com a guerra no Irão.
"Ontem [terça-feira] tive um encontro com o vice-primeiro-ministro e ministro dos Estrangeiros do Paquistão, com quem tenho falado muitas vezes desde que começou este conflito, mas que está aqui em Nova Iorque, e evidentemente é o mediador [entre Washington e Teerão]. Eu julgo que ele tem uma perspetiva positiva sobre aquilo que pode ocorrer, mas evidentemente este é um processo muito delicado", afirmou Rangel aos jornalistas, à margem de uma cerimónia de homenagem às vítimas portuguesas dos atentados de 11 de setembro de 2001.
"Vai ter várias fases. Correndo bem, esta fase inicial terá ainda várias fases. Portanto, nós [estamos], com expectativa, mas com um grande incentivo a que todos os envolvidos possam apostar na diplomacia e numa solução pacífica para este conflito, que possa restaurar, por um lado, a paz na região do Golfo, e por outro, a libertação integral do estreito de Ormuz e a liberdade de navegação", acrescentou.
Lusa
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Trump diz que ainda não há acordo com o Irão
O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu "ainda não estar satisfeito" com o acordo com Teerão e que continuam a ser negociadas condições. "Até agora, não chegámos lá. Não estamos satisfeitos com o acordo, mas vamos ficar. Vamos ficar", referiu Trump em declarações aos jornalistas citadas pela Al Jazeera.
"Veremos o que acontece", disse ainda. "Teerão pensou que me podia ultrapassar nas negociações", acrescentou ainda o líder norte-americano.
Correio da Manhã
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Preço do petróleo cai mais de 5% com conversações entre EUA e Irão
O preço do barril de Brent, referência na Europa, e o do West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, caiu mais de 5% antes da abertura de Wall Street, enquanto prosseguem as negociações entre EUA e Irão.
Às 13h35 em Lisboa (12h35 GMT), o barril de Brent, com uma queda de 5,10%, situava-se nos 94,40 dólares, depois de na terça-feira ter subido mais de 3,5% e atingido os 100 dólares.
O WTI, por sua vez, registava uma descida de 5,62%, com o barril a 88,59 dólares.
No caso do Brent, no ano regista uma subida de 56,25%, enquanto o WTI sobe desde janeiro 54,89%.
Lusa
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Coreia do Sul culpa Irão por ataque a navio em Ormuz
O governo sul-coreano considerou, esta quarta-feira, "altamente provável" ter sido o Irão a atacar um navio de empresas da Coreia do Sul no início de maio no estreito de Ormuz, com mísseis de fabrico próprio.
Seul anunciou ainda que vai convocar o embaixador iraniano para apresentar o seu protesto.
"A análise técnica concluiu que é altamente provável que o projétil não identificado seja um míssil antinavios da série Noor, desenvolvido no Irão", disse o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros sul-coreano, Park Yoon-joo, em conferência de imprensa.
O mesmo membro do executivo da Coreia do Sul afirmou que "diversas provas apontam para o Irão", embora tenha recusando atribuir total responsabilidade à República Islâmica pelo incidente.
As autoridades sul-coreanas apresentaram, esta quarta-feira, os resultados da investigação sobre o sucedido em 04 de maio naquela estratégico passagem comercial do golfo Pérsico, onde centenas de navios estão retidos desde o início da guerra entre Estados Unidos e Israel contra o Irão, em 28 de fevereiro.
Lusa
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Israel vai continuar ataques no Líbano até obter "plena segurança"
Israel eliminou desde o início de março 2.500 "terroristas do Hezbollah" no Líbano, adiantou, esta terça-feira, o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, garantindo que as operações vão continuar até estar garantida a "plena segurança" dos israelitas.
O governante referiu na rede social X que desde a 'Operação Rugido do Leão', o ataque conjunto com os Estados Unidos contra o Irão, lançado em 28 de fevereiro, foram eliminado cerca de 2.500 "terroristas do Hezbollah", sendo que a morte de 700 destes ocorreu durante o cessar-fogo com o Líbano.
"Mais do que em toda a Segunda Guerra do Líbano", frisou Netanyahu.
Lusa
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Irão acusa EUA de violarem cessar-fogo após novos ataques
O Ministério dos Negócios estrangeiros do Irão divulgou, esta terça-feira, um comunicado onde acusa os esatdos Unidos de violarem o acordo de cessar-fogo com "atos agressivos" na região iraniana de Hormozgan, onde se localiza Bandar Abbas.
No comunicado, o ministério afirmou que a ação demonstra a "maldade e hipocrisia" do governo dos EUA em relação ao Irão, avança o Aljazeera.
O Irão não hesitará em defender-se, afirmou.
Correio da Manhã
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Pelo menos 12 pessoas morreram em ataques de Israel no leste do Líbano
Pelo menos 12 pessoas morreram na sequência de um ataque aéreo israelita contra uma aldeia no leste do Líbano, informou esta terça-feira a Agência Nacional de Notícias estatal libanesa.
O ataque, na noite de segunda-feira contra a região do Vale do Bekaa, no Líbano, ocorreu depois de o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, ter autorizado ataques mais intensos contra o grupo Hezbollah (Partido de Deus) em todo o território libanês.
Os militares israelitas ainda não comentaram o ataque, mas disseram na segunda-feira que estavam a atingir infraestruturas do Hezbollah no leste do Líbano.
Lusa
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Ministros da Agricultura da UE debatem preços de adubos e medidas para mitigar
Os ministros da Agricultura da União Europeia (UE) reúnem-se esta terça-feira, em Bruxelas, com a agenda dominada pela questão da subida abrupta dos preços dos fertilizantes, na sequência do encerramento do Estrito de Ormuz, no Golfo Pérsico.
Na reunião, em que Portugal está representado pelo ministro da tutela, José Manuel Fernandes, será debatido o plano de ação para o setor dos fertilizantes, recentemente proposto pela Comissão Europeia.
A guerra lançada pelos Estados Unidos e Israel contra o Irão -- que encerrou o Estreito de Ormuz à navegação comercial -- fez disparar os preços dos adubos, que -- segundo dados do serviço estatístico da UE, o Eurostat, têm vindo a agravar-se ao longo de 2025, sendo que no último trimestre desse ano aumentaram 8% face ao período homólogo.
O Conselho de ministros de Agricultura da UE vai analisar as medidas propostas para mitigar o impacto dos preços dos adubos na produção.
O pacote de medidas avançado pela Comissão Europeia inclui a mobilização de fundos de coesão para financiar a produção de biogás e biometano na UE.
Lusa
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Israel limita aglomerações a 50 pessoas junto à fronteira com o Líbano
O Exército israelita proibiu, durante a maior parte do dia de hoje (terça-feira), aglomerações de mais de 50 pessoas em espaços abertos em cidades junto à fronteira com o Líbano.
As escolas do norte de Israel também vão permanecer esta terça-feira encerradas por ordem dos presidentes de câmara das respetivas cidades, após trocas de ataques entre as tropas israelitas e a milícia xiita libanesa pró-Irão Hezbollah.
Numa publicação nas redes sociais, um porta-voz das Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês) anunciou uma ordem que reduz os limites para as aglomerações, que passarão a ser de "até 50 pessoas em espaços abertos e até 200 pessoas em edifícios, em vez de 200 pessoas em espaços abertos e 600 pessoas em edifícios".
Lusa
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Explosões ouvidas em Bandar Abbas no sul do Irão
Múltiplas explosões foram ouvidas na noite desta segunda-feira na cidade de Bandar Abbas, no sul do Irão e em zonas perto de Sirik e Jask, ao longo da Costa do Golfo, segundo meios de comunicação iranianos citados pela agência noticiosa Anadolu.
Correio da Manhã
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Trump garante que Teerão nunca obterá armas nucleares por entre críticas internas
O Presidente norte-americano garantiu, esta segunda-feira, que o Irão nunca obterá uma arma nuclear, num contexto de negociações bilaterais para findar o conflito e receios do seu partido de um acordo sem o programa nuclear.
Donald Trump fez estas declarações ao prestar homenagem aos 13 soldados norte-americanos mortos no conflito com a República Islâmica, durante a cerimónia anual do Dia da Memória, realizada no cemitério nacional de Arlington, nos arredores de Washington.
"Estes homens e mulheres extraordinários deram a vida para garantir que o principal Estado do mundo patrocinador do terrorismo nunca terá uma arma nuclear. E não terá. Nunca terá, asseguro-vos", afirmou Trump, acompanhado do vice-presidente, J.D. Vance, do secretário da Defesa, Pete Hegseth, e do chefe do Estado-Maior Conjunto, Dan Caine.
Lusa
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Autoridades iranianas autorizam mais 32 navios a passarem pelo estreito de Ormuz
O Irão declarou esta segunda-feira que 32 navios atravessaram o estreito de Ormuz nas últimas 24 horas após terem recebido autorização, elevando o número total de embarcações para 182 desde quarta-feira.
"Depois de receberem autorização da Marinha da Guarda Revolucionária, 32 navios atravessaram o estreito de Ormuz nas últimas 24 horas", anunciou o corpo militar de elite iraniano em um comunicado divulgado pela agência de notícias Tasnim.
A agência de notícias iraniana indicou que, entre as 32 embarcações, estavam cinco superpetroleiros, que tiveram prioridade na travessia pela passagem estratégica.
Um total de 182 navios conseguiu atravessar o estreito nos últimos seis dias com autorização da Marinha iraniana, que mantém um bloqueio parcial da passagem desde o início da guerra com Israel e os Estados Unidos, em 28 de fevereiro.
Lusa
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Trump insiste na assinatura dos Acordos de Abraão
Donald Trump, presidente dos EUA, numa partilha na rede social Truth Social disse ter conversado com os líderes da Arábia Saudita, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Catar, Paquistão, Turquia, Egito e Jordânia, no passado sábado. Na conversa, Trump reiterou que "deveria ser obrigatório que todos esses países, no mínimo, assinassem simultaneamente os Acordos de Abraão" após a assinatura do acordo com o Irão, que normalizará as relações com Israel.
“É possível que um ou dois tenham um motivo para não o fazer, e isso será aceito, mas a maioria deve estar pronta, disposta e apta a fazer deste Acordo com o Irão um evento muito mais histórico do que seria de outra forma", escreveu. Trump reforçou ainda que a assinatura dos acordos são uma prova de sucesso económico, financeiro e social para os países desenvolvidos, mesmo em período de guerra.
Drones atacam cidades no sul do Líbano
Drones israelitas atacaram o município de al-Shahabiya e os arredores do município de Bazouriyeh, no distrito de Tiro, no sul do Líbano. A informação foi avançada pela Al Jazeera.
Há ainda registo de um outro ataque por parte das forças israelitas aos municípios de ad-Doueir e Kafr Reman, no distrito de Nabatieh.
Teerão nega cobrar portagens em Ormuz apenas "serviços de navegação"
O Irão esclareceu esta segunda-feira que cobra taxas por "serviços de navegação", e não portagens, aos navios que transitam pelo estreito de Ormuz, numa altura em que negoceia o fim da guerra com os Estados Unidos.
"Os serviços prestados, designadamente os serviços de navegação, bem como as medidas necessárias para a proteção do ambiente do estreito de Ormuz, do golfo Pérsico e do mar de Omã, exigem a cobrança de determinadas taxas", declarou o porta-voz da diplomacia iraniana.
O Irão "não procura cobrar portagens", disse Esmail Baghai, citado pela agência de notícias France-Presse (AFP).
Lusa
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Irão afirma que acordo preliminar com os EUA foi alcançado, mas nega que assinatura esteja "iminente"
O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão, Esmaeil Baghaei, afirmou, esta segunda-feira, que o país chegou a uma conclusão com os EUA sobre grande parte dos tópicos de discussão no que diz respeito ao fim da guerra, no entanto, "isso não significa que a assinatura de um acordo esteja iminente".
Durante uma conferência de imprensa Esmaeli explicou que, nesta fase, o foco das negociações é o fim da guerra, não são detalhes da questão nuclear, avança o Aljazeera.
"Estamos focados em desenvolver e aprimorar os melhores métodos para salvaguardar os interesses nacionais do Irão. Sempre que necessário, responderemos. Temos o nosso próprio estilo e não vamos copiar o estilo e abordagem do inimigo", acrescentou.
Correio da Manhã
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Israel ordena evacuação de 10 aldeias libanesas para previsível ataque
As forças armadas israelitas pediram esta segunda-feira a evacuação de 10 aldeias do sul do Líbano, prevendo-se nova ofensiva militar contra o território do país vizinho a visar o grupo islamista pró-iraniano Hezbollah, apesar do cessar-fogo em vigor.
O porta-voz militar árabe Avichay Adraee nomeou as 10 localidades, maioritariamente na região de Nabatieh, afirmando que o exército israelita estava "obrigado a agir com força" contra o Hezbollah "devido a violações do acordo do cessar-fogo".
O número de mortos no Líbano desde o início da ofensiva israelita, em 02 de março, já ultrapassou as três mil pessoas e, desde o início das hostilidades, Israel perdeu 22 dos seus militares.
Lusa
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Preços do petróleo caem com as esperanças de um acordo de paz
Os preços do petróleo caíram mais de 5% nas primeiras negociações desta segunda-feira, num contexto de esperança de um acordo entre os Estados Unidos e o Irão para pôr fim de forma duradoura à guerra no Médio Oriente.
Por volta das 23h10 TMG de domingo (00h10 desta segunda-feira em Lisboa), o preço do barril de Brent do Mar do Norte caía 5,14%, para 98,22 dólares, enquanto o WTI americano descia 5,21%, para 91,57 dólares, avançou a agência France-Presse.
A queda nos preços registou-se apesar das declarações do Presidente norte-americano, Donald Trump, que parecem moderar a expectativa de que tal acordo esteja iminente.
"Pedi aos meus representantes que não se apressassem a concluir um acordo, pois o tempo joga a nosso favor", escreveu Trump, na sua plataforma Truth Social, alertando também que o bloqueio imposto pelo seu país aos portos iranianos permaneceria em vigor "até que um acordo seja concluído, certificado e assinado".
Lusa
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Exército israelita mantém ofensiva no Líbano apesar de negociações EUA-Irão
O chefe do Estado-Maior de Israel aprovou, este domingo, a continuação da ofensiva no Líbano, apesar das fugas de informação sobre as negociações entre os Estados Unidos e o Irão, indicando o seu fim, segundo um comunicado do Exército.
"Hoje aprovei os planos para a continuação dos combates no norte [de Israel], estamos determinados a intensificar o golpe contra o Hezbollah em todos os seus sistemas terroristas", declarou Eyal Zamir, durante uma avaliação da situação no quartel-general de uma brigada blindada das Forças Armadas.
O anúncio de Zamir surge poucas horas depois de o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, ter afirmado que o Presidente norte-americano, Donald Trump, reconhece o direito de Israel à autodefesa em todas as frentes, incluindo no Líbano.
Lusa
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Hezbollah diz que desarmamento equivale a aniquilar movimento pró-Irão
O líder do Hezbollah afirmou, este domingo, que o desarmamento do movimento pró-Irão é inaceitável e equivale a "aniquilação", enquanto o Governo libanês se prepara para mais uma ronda de negociações diretas com Israel em Washington em junho.
"O desarmamento é aniquilação, e não podemos aceitá-lo", afirmou Naim Qassem num discurso na televisão.
O monopólio do Estado sobre as armadas, exigido pelas autoridades libanesas, "constitui um "projeto israelita", denunciou.
Lusa
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Ministro israelita de extrema-direita condena Presidente por criticar violência
O ministro da Segurança Nacional de Israel, Itamar Ben-Gvir (extrema-direita), criticou, este domingo, o Presidente israelita, Isaac Herzog, que denunciou a "brutalização" da sociedade israelita e chamou aos colonos violentos da Cisjordânia uma "multidão sem lei".
"Um presidente que chama centenas de milhares de cidadãos do Estado de Israel bestas não merece ser presidente. Ponto final", escreveu na rede social X Ben-Gvir, que também é um colono na Cisjordânia e incita à violência neste território palestiniano.
Num discurso numa cerimónia de entrega de prémios em Jerusalém, Herzog declarou que uma "terrível vaga de violência levada a cabo por uma multidão sem lei está a ocorrer na Judeia e Samaria", termo pelo qual as autoridades israelitas se referem ao território palestiniano ocupado da Cisjordânia.
Lusa
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Líbano contabilizou 11 mortos em ataque israelita no sábado
O ministério da Saúde do Líbano anunciou, este domingo, que 11 pessoas morreram no sábado, na sequência de um ataque israelita no sul do país, apesar do cessar-fogo em vigor entre Israel e o Hezbollah.
"O ataque inimigo israelita à aldeia de Sir al-Gharbiyé, na região de Nabatié, causou um massacre com 11 mortos, incluindo uma criança e seis mulheres, e nove feridos, incluindo quatro crianças e uma mulher", disse o ministério da Saúde, em um comunicado citado pela AFP.
Além dos ataques relatados no sábado, a Agência Nacional de Notícias Libanesa, também citada pela AFP, avançou que Israel fez, este domingo, novos ataques.
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Irão aceita acordo geral que inclui descarte de urânio enriquecido. Negociações continuam
Os iranianos aceitaram um acordo geral que inclui o descarte de urânio enriquecido, disse uma fonte oficial da administração Trump à CBS News, este domingo. No entanto, o acordo ainda não está totalmente finalizado.
O documento final deve incluir a reabertura do estreito de Ormuz em troca dos EUA levantarem os bloqueios navais e aliviarem as sanções.
O oficial da administração disse que há muitos jogadores a passar informação seletiva para o exterior para empurrar a narrativa que pretendem.
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"Bloqueio [do estreito de Ormuz] permanecerá em vigor: Trump refere Obama para comparar negociações com o Irão
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou este domingo que o bloqueio naval de Washington na via navegável "permanecerá em pleno vigor e efeito até que se chegue a um acordo, este seja certificado e assinado".
Numa publicação na rede social Truth Social, o chefe de estado norte-americano explicou que "ambas as partes devem levar o tempo necessário e fazer as coisas como deve ser", vincando que "não pode haver erros".
"A nossa relação com o Irão está a tornar-se muito mais profissional e produtiva", concluiu Trump.
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Marco Rubio fala em "processos significativos" para acordo de paz com o Irão
O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, referiu "progressos significativos" para o acordo de paz com o Irão. "É possível que nas próximas horas o mundo receba notícias", referiu em declarações aos jornalistas em Nova Deli, na Índia, onde está de visita. As declarações do secretário de Estado norte-americano surgem depois de o presidente Donald Trump ter referiu que uma proposta estaria a ser negociada, incluindo a abertura do Estreito de Ormuz.
Correio da Manhã
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Trump anuncia que acordo com Irão está quase negociado e inclui reabertura de Ormuz
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que um acordo de paz com o Irão está "amplamente negociado" e aguarda finalização, acrescentando que este projeto prevê a reabertura do estreito de Ormuz.
Trump anunciou que o acordo com Teerão está "amplamente negociado e aguarda finalização".
Acrescentou ainda que a minuta do acordo inclui a reabertura do estreito de Ormuz.
Lusa
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Hezbollah garante que não será abandonado pelo Irão
O grupo xiita Hezbollah afirmou, este sábado, que o Irão não abandonará o movimento islamista libanês e que a mais recente proposta de Teerão para terminar a guerra com os Estados Unidos incluía um cessar-fogo no Líbano.
Em comunicado, o Hezbollah declarou que o seu líder, Naim Qassem, recebeu uma mensagem do ministro iraniano dos Negócios Estrangeiros, Abbas Araghchi, assegurando que o Irão "não renunciará ao seu apoio aos movimentos que exigem justiça e liberdade, principalmente o Hezbollah".
O comunicado acrescenta que a mais recente proposta iraniana, transmitida a Washington por mediadores paquistaneses que procuram um "fim permanente" para o conflito, destaca a exigência de incluir o Líbano no cessar-fogo.
Lusa
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Paquistão anuncia progressos significativos nas conversações entre Irão e EUA
O Paquistão, mediador nas negociações entre Estados Unidos e Irão para o fim da guerra, afirmou, este sábado, que as conversações realizadas nas últimas 24 horas em Teerão resultaram em "progressos encorajadores" rumo a um "entendimento final".
"As intensas negociações realizadas nas últimas 24 horas resultaram em progressos encorajadores rumo a um entendimento final", afirmou a Ala de Media do Exército Paquistanês (ISPR) num comunicado, no final da visita de mediação do chefe do exército, Asim Munir, à capital iraniana.
Teerão e Washington referiram, este sábado, um avanço nas negociações, após semanas de tensões e consultas diplomáticas.
Lusa
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Irão promete resposta "esmagadora" caso EUA retomem a guerra
O principal negociador do Irão, Mohammad Bagher Ghalibaf, prometeu este sábado uma resposta "esmagadora" caso os Estados Unidos retomem a guerra e afirmou que o Irão "reconstruiu" as forças armadas durante o cessar-fogo iniciado em 08 de abril.
"As nossas forças armadas reconstruíram-se durante o período de cessar-fogo de tal forma que, se Trump cometer outro ato insensato e reiniciar a guerra, as consequências serão certamente muito mais esmagadoras e amargas para os Estados Unidos do que no primeiro dia da guerra", declarou Ghalibaf através das redes sociais.
Os esforços diplomáticos para a paz entre Irão e Estados Unidos da América intensificaram-se nas últimas horas, com conversações entre governantes de Qatar, Turquia, Iraque, Omã e Irão, enquanto este país analisa a última proposta de Washington.
Lusa
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Teerão acusa EUA de sabotarem negociações para fim da guerra
O Irão acusou este sábado os Estados Unidos de sabotarem as negociações para o fim da guerra com "exigências excessivas", perante uma mudança de agenda por parte do Presidente norte-americano, Donald Trump, sobre um eventual reatamento dos ataques.
O ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araghchi, queixou-se ao secretário-geral da ONU, António Guterres, das "posições contraditórias e das repetidas exigências excessivas" dos Estados Unidos, noticiaram as agências iranianas Tasnim e Fars.
Segundo Araghchi, estes fatores "estão a prejudicar o processo negocial liderado pelo Paquistão".
Lusa
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Israel lançou seis ataques contra Vale do Bekaa no leste do Líbano
Israel realizou pelo menos seis ataques aéreos na madrugada de sexta-feira contra o Vale do Bekaa, no leste do Líbano, uma região que praticamente não tinha sido atacada desde que o cessar-fogo entre os dois países.
Cinco dos ataques atingiram os arredores da cidade de Brital, enquanto um sexto teve como alvo uma zona montanhosa no distrito de Baalbek, indicou a Agência Nacional de Notícias Libanesa (NNA).
Quase ao mesmo tempo, os aviões de guerra israelitas também sobrevoaram Beirute, onde se ouviu o estrondo dos seus aviões em várias partes da cidade.
Lusa
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ONU pede responsabilização por tratamento dado a ativistas da flotilha
O secretário-geral da ONU, António Guterres, expressou esta sexta-feira preocupação com o "tratamento humilhante" dado por Israel aos ativistas da flotilha com destino a Gaza e pediu responsabilização por esses atos.
"Estamos muito preocupados com estes relatos, principalmente os das pessoas que foram detidas. Mas, como sabem, basta ver o vídeo publicado por um ministro israelita, que mostra o tratamento humilhante dado às pessoas detidas", afirmou o porta-voz de Guterres, Stéphane Dujarric, ao ser questionado sobre os abusos físicos e sexuais relatados por alguns dos participantes da missão humanitária, intercetada no início desta semana por Israel em águas internacionais.
Numa conferência de imprensa, em Nova Iorque, Dujarric defendeu que todos os ativistas sejam "libertados e enviados para casa".
Lusa
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Dez mortos em ataques israelitas no sul do Líbano
Dez pessoas, incluindo seis socorristas e uma menina, morreram esta sexta-feira em ataques israelitas no sul do Líbano, anunciou o Ministério da Saúde libanês, apesar do cessar-fogo em vigor entre Israel e o Hezbollah pró iraniano.
"Um ataque na aldeia de Deir Qanoune al-Nahr, na região de Tiro", matou seis pessoas, incluindo dois socorristas afiliados ao movimento xiita Amal, aliado do Hezbollah, bem como uma menina síria, segundo as autoridades.
Um dos socorristas mortos trabalhava como fotógrafo independente.
Lusa
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Teerão afasta "acordo próximo" com Estados Unidos
O Irão afastou esta sexta-feira que "um acordo esteja próximo" com os Estados Unidos para encerrar a guerra na região do Golfo, enquanto confirmava visitas a Teerão de enviados do Paquistão e do Qatar no âmbito do processo negocial.
"Não podemos necessariamente dizer que chegámos a um ponto em que um acordo esteja próximo", declarou o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão na televisão estatal.
Esmaeil Baghaei observou que as divergências com os Estados Unidos são "profundas e amplas", impedindo um acordo em apenas algumas semanas de negociações.
Lusa
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Donald Trump vai faltar ao casamento do filho: "Amor pelos EUA não me permite estar presente"
O Presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou esta sexta-feira através da sua rede social, Truth Social, que não irá comparecer ao casamento do seu filho mais velho, Donald Trump Jr. O líder norte-americano justificou a sua ausência com obrigações governamentais. Na publicação, Donald Trump sublinhou o desejo que tinha de estar presente, mas colocou os interesses nacionais em primeiro lugar.
"Embora quisesse muito estar com o meu filho, Don Jr., e com o mais recente membro da família Trump, a sua futura esposa, Bettina, circunstâncias relativas ao Governo, e o meu amor pelos Estados Unidos da América, não me permitem fazê-lo", escreveu o presidente. Trump acrescentou ainda que considera crucial permanecer na Casa Branca, em Washington, D.C., durante este período que classificou como importante, terminando com uma mensagem de felicitações ao casal.
Governo aumenta desconto no ISP para gasóleo e gasolina
O Governo vai aumentar em 0,305 cêntimos por litro o desconto extraordinário do ISP no gasóleo e em 0,315 cêntimos na gasolina tendo em conta as previsões de evolução do preço dos combustíveis na próxima semana.
"Face à perspetiva de que na próxima semana se irá registar uma subida dos preços do gasóleo rodoviário e da gasolina sem chumbo, o Governo decidiu ajustar o desconto extraordinário e temporário no ISP [Imposto sobre os Produtos Petrolíferos e Energéticos] em vigor aplicável ao gasóleo rodoviário e à gasolina sem chumbo" , lê-se na portaria publicada esta sexta-feira em suplemento do Diário da República.
Assim, a partir da próxima segunda-feira, os descontos resultantes da aplicação deste mecanismo temporário e extraordinário na taxa do ISP aplicável, no continente, ao gasóleo rodoviário e à gasolina sem chumbo passam a ser de 63,56 euros e de 60,40 euros por 1.000 litros, respetivamente.
Lusa
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Combustíveis sobem 1,5 cêntimos na próxima semana
Os preços dos combustíveis em Portugal vão aumentar cerca de 1,5 cêntimos por litro na próxima semana, de acordo com as previsões da Associação Nacional de Revendedores de Combustíveis (Anarec) cedidas à Lusa.
Com base nos valores atuais da Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG) e tendo em conta as previsões das subidas com os valores do fecho de mercado na quinta-feita, a partir de segunda-feira, o preço médio da gasolina simples 95 deverá situar-se nos 2,026 euros por litro, enquanto o gasóleo simples deve-se aproximar dos 1,967 euros por litro.
A média final só ficará fechada ao final do dia, podendo ainda registar alterações em função da evolução das cotações internacionais do petróleo, e o custo final na bomba poderá variar conforme o posto de abastecimento, a marca e a localização.
Lusa
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Um paramédico morto e quatro feridos em ataques com drones no sul do Líbano
Ataques com drone no distrito de Tiro, no sul do Líbano, na madrugada desta sexta-feira, provocaram a morte de um paramédico e ferimentos a quatro pessoas, avança a agência nacional de notícias libanesa, citada pela Al Jazeera.
Todos os feridos foram transportados para o hospital em Tiro.
Correio da Manhã
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ONU condena enforcamento de 2 homens por Teerão
As autoridades iranianas anunciaram esta quinta-feira o enforcamento de dois homens acusados de pertencerem a "grupos terroristas separatistas", sentença já condenada pelo Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos.
Segundo o site Mizan, porta-voz do poder judicial da República Islâmica, "Ramin Zaleh e Karim Maroufpour foram enforcados por pertencerem a grupos terroristas separatistas, formarem um grupo com o objetivo de perturbar a segurança do país e por rebelião armada".
Os dois homens, foram treinados para serem "agitadores", adiantou a mesma fonte, e estiveram envolvidos em ataques contra as forças de segurança e planos de assassínio no oeste do Irão.
Lusa
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PR saúda regresso de detidos por Israel e condena "humilhações públicas"
O Presidente da República, António José Seguro, saudou esta quinta-feira o regresso dos dois médicos portugueses que integravam a flotilha Global Sumud e foram detidos por Israel e condenou "humilhações públicas de seres humanos" difundidas em vídeo.
"Ontem mesmo visionámos humilhações públicas de seres humanos e tratamentos indignos que merecem total repúdio e condenação", afirmou o chefe de Estado, que discursava no encerramento de uma conferência sobre Portugal e a Convenção Europeia dos Direitos Humanos, no Supremo Tribunal de Justiça, em Lisboa.
Estas palavras de condenação do Presidente da República surgem depois de o ministro israelita Ben Gvir ter partilhado imagens em vídeo em que aparece a humilhar detidos da flotilha Global Sumud.
Lusa
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Líder supremo do Irão ordena que urânio enriquecido permaneça no país
O líder supremo do Irão, Mojtaba Khamenei, ordenou que o urânio do país, quase apto para uso militar, não deve ser enviado para o estrangeiro, segundo duas fontes iranianas de alto nível, citadas pela Reuters. Esta decisão surge depois dos EUA terem exigido ao Irão a entrega do urânio altamente enriquecido.
Correio da Manhã
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Diplomacia de Teerão diz estar a analisar uma nova proposta dos EUA
O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano, Ismail Bagaei, disse esta quinta-feira que Teerão está a analisar uma nova proposta dos Estados Unidos para pôr fim à guerra.
A declaração do porta-voz da diplomacia iraniana ocorre na altura em que o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, exigiu que o Irão forneça as "respostas certas" sobre as conversações.
O diplomata iraniano disse que a troca de mensagens entre os representantes dos dois países decorreu em várias rondas, sendo que "as opiniões" dos negociadores norte-americanos estão a ser analisadas.
Lusa
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Trump afirma que negociações com o Irão estão "por um fio"
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que as negociações com Teerão estão "por um fio", divididas entre um acordo para pôr fim à guerra e a retoma dos ataques contra o Irão.
Desde que anunciou na segunda-feira que iria suspender novos ataques para dar tempo às negociações, Donald Trump tem enviado sinais contraditórios, oscilando entre o otimismo e ameaças de retomar as hostilidades.
"Veremos o que acontece. Ou chegamos a um acordo ou tomaremos medidas um pouco mais drásticas. Mas espero que isso não aconteça", disse na quarta-feira o dirigente norte-americano aos jornalistas na Base Aérea de Andrews, em Maryland.
"Estamos por um fio, acreditem. Se não obtivermos as respostas certas, as coisas podem mudar muito rapidamente. Estamos todos prontos para agir. Precisamos de obter as respostas certas. Elas precisam de ser totalmente, a 100%, satisfatórias", notou.
Trump acrescentou que um acordo com o Irão pouparia "muito tempo, energia e vidas", estimando que poderia ser concluído "muito rapidamente, ou em poucos dias".
O Presidente norte-americano indicou esta semana que estava a uma hora de ordenar o reinício dos ataques contra o Irão, mas adiou a agressão planeada para terça-feira a pedido de países do Golfo.
Lusa
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Estados Unidos retiram sanções contra relatora especial das Nações Unidas para os territórios palestinianos ocupados
O Governo norte-americano retirou na quarta-feira as sanções impostas contra Francesca Albanese, relatora especial das Nações Unidas para os territórios palestinianos ocupados.
A decisão ocorre uma semana depois de um juiz federal de Washington ter suspendido as medidas impostas pela Administração do Presidente Donald Trump em 2025 contra a advogada italiana.
A atualização publicada pelo Gabinete de Controlo de Ativos Estrangeiros (OFAC) do Departamento do Tesouro retirou o nome de Albanese da lista de Nacionais Especialmente Designados (SDN), anulando a proibição de entrada da relatora nos Estados Unidos e cancelando as restrições financeiras impostas contra a italiana.
Lusa
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Presidente iraniano considera que Teerão tem "explorado todas as vias para evitar a guerra"
O presidente do Irão, Masoud Pezeshkian, afirmou, esta quarta-feira, que Teerão tem "honrado consistentemente os seus compromissos e explorado todas as vias para evitar a guerra".
Através de uma publicação na rede social X, o presidente iraniano escreveu que "todos os caminhos estão abertos da nossa parte".
"Forçar o Irão a render-se através de coação não passa de uma ilusão. O respeito mútuo na diplomacia é muito mais sábio, seguro e sustentável do que a guerra", escreveu.
Correio da Manhã
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Ministro das Relações Exteriores do Irão convidado a participar em reunião do Conselho de Segurança da ONU
O ministro das Relações Exteriores do Irão foi convidado a participar na reunião do Conselho de Segurança da ONU sobre paz internacional que decorrerá, na próxima terça-feira, em Nova Iorque, avança a Al Jazeera.
Correio da Manhã
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Rússia diz que Irão concorda em não possuir armas nucleares
O vice-ministro das Relações Exteriores da Rússia afirmou, esta quarta-feira, que o Irão concordou em não possuir armas nucleares, avança a agência Tass.
"Ninguém defende que a República Islâmica do Irão deva possuir armas nucleares. Isso sempre foi aceite tanto pelos antigos quanto pelos atuais líderes da República Islâmica", adiantou Sergey Ryabkov.
Correio da Manhã
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Xi Jinping encontra-se com Putin e pede fim do conflito no Médio Oriente
O presidente chinês Xi Jinping apelou ao fim do conflito no Médio Oriente durante o encontro com o homólogo russo, Vladimir Putin, avança a agência de notícias Xinhua, citada pela Al Jazeera.
Correio da Manhã
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Carneiro não acompanha comissão de inquérito sobre Lajes e acusa Rangel de nervosismo
O líder do PS rejeitou esta terça-feira uma comissão de inquérito sobre a Base das Lajes, mas quer explicações no parlamento do ministro dos Negócios Estrangeiros, que acusa de nervosismo, para esclarecer as declarações do secretário de Estado norte-americano.
"Considerando que países aliados de Portugal - o Reino Unido, a Alemanha, a França e a Itália - atuaram de forma diferente daquela que foi a atuação do Governo português, o PS tem um dever porque aquilo que nos foi transmitido não corresponde àquilo que foi transmitido pelo Secretário de Estado norte-americano", respondeu José Luís Carneiro esta noite, em entrevista ao NOW, sobre a polémica em torno do uso da Base das Lajes.
Na perspetiva do secretário-geral do PS, o dever do seu partido é exigir "o escrutínio no Parlamento, nomeadamente na Comissão dos Negócios Estrangeiros", audição do ministro Paulo Rangel que os socialistas já pediram no parlamento.
Lusa
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Hezbollah relata confrontos com soldados israelitas no sul do Líbano
O Hezbollah reportou esta terça-feira confrontos entre os seus combatentes e soldados israelitas no sul do Líbano, apesar do cessar-fogo na guerra entre o movimento xiita pró-Irão e Israel.
O movimento indicou, em comunicado, que os seus combatentes "entraram em confronto com forças armadas inimigas israelitas que tentavam avançar em direção aos arredores da praça central da cidade de Haddatha".
O grupo pró-iraniano acrescentou que os confrontos "ainda estavam em curso" no momento da divulgação do comunicado.
Lusa
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Senado dos EUA aprova medida que limita poderes de guerra de Trump contra o Irão
Pela primeira vez desde o início da guerra entre os EUA e Israel contra o Irão, o Senado dos Estados Unidos aprovou uma medida que pode impedir o governo do presidente Donald Trump de continuar a atacar o país.
Quatro republicanos juntaram-se aos colegas democratas no apoio à medida, que exigia a aprovação do congresso para a continuidade dos ataques militares contra o Irão, avança o The Times of Israel.
A medida processual exige que o Senado realize um debate sobre uma resolução relativa aos poderes de guerra para pôr fim ao conflito.
Os republicanos ainda podem derrotar a medida, especialmente se o governo de Trump se esforçar para angariar apoio no Capitólio. Mais uma votação obrigará os legisladores a manterem as suas posições em relação à guerra.
Correio da Manhã
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Diretor da AEIA alerta para situação "extremamente preocupante" após ataque a central nuclear de Barakah
O diretor-geral da Agência Internacional da Energia Atómica (AEIA), Rafael Grossi, descreveu esta terça-feira uma "situação extremamente preocupante" após o ataque junto à Central Nuclear de Barakah, nos Emirados Árabes Unidos, frisando que as consequências "podem ser muito graves".
"A situação é extremamente preocupante. Este é um local nuclear no Médio Oriente, onde as consequências de um ataque podem ser muito graves. Trata-se de uma central nuclear em funcionamento e, como tal, alberga milhares de quilogramas de material nuclear no núcleo dos reatores, tanto combustível novo como combustível irradiado", frisou Grossi, numa reunião do Conselho de Segurança da ONU.
"Quero deixar absolutamente claro: em caso de ataque à Central Nuclear de Barakah, um impacto direto poderia resultar numa libertação demasiado elevada de radioatividade para o ambiente", acrescentou.
Lusa
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Ministro da Economia considera que combustível para aviões não será problema para turismo em Portugal
O ministro da Economia e da Coesão Territorial, Castro Almeida, disse esta terça-feira que o combustível para aviões não será um problema para o turismo no país, setor que está a registar um crescimento mais moderado.
"(...) A parte dos combustíveis, designadamente do combustível para os aviões, tudo indica que não vai ser um problema para Portugal. Com os dados que nós temos hoje, não será um problema o turismo [proveniente do estrangeiro] por causa do efeito do combustível dos aviões", declarou Castro Almeida, em Porto de Mós.
O governante falava aos jornalistas após a apresentação da nova campanha promovida pelo Turismo de Portugal e destinada ao turismo interno "Não procures mais longe. Encontra o teu país", criada na sequência dos impactos provocados pelo mau tempo no início do ano em várias regiões que enfrentam uma necessidade acrescida de dinamização económica.
Lusa
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Especialista da ONU denuncia tortura de detidos palestinianos em Israel
Uma relatora da ONU denunciou esta terça-feira a "tortura de detidos palestinianos" e "mortes potencialmente ilegais" nas prisões israelitas desde outubro de 2023.
"As medidas de emergência aplicadas após 07 de outubro de 2023 expuseram os detidos palestinianos a tortura, mortes potencialmente ilegais, detenção em regime de incomunicabilidade e condições humilhantes", afirmou Alice Jill Edwards, relatora especial das Nações Unidas sobre tortura e outros tratamentos ou punições cruéis, desumanos ou degradantes, num comunicado.
"O número e a crueldade das denúncias demonstram um flagrante desprezo, por parte de Israel, do seu dever de tratar todos os detidos com humanidade", alertou Edwards.
Lusa
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Trump diz que Irão "implora" por acordo e volta a ameaçar Teerão com "prazo limitado"
Em entrevista aos jornalistas, Donald Trump ameaçou novamente ataques a Teerão, avança a Al Jazeera. Na mesma conferência de imprensa, Trump disse que o Irão implora por um acordo e que se este não for assinado em breve, a Casa Branca voltará a atacar.
"Estou a dizer dois ou três dias. Talvez sexta-feira, sábado, domingo. Algo talvez no início da próxima semana. Um prazo limitado", declarou Trump aos jornalistas durante uma visita ao estaleiro de construção do novo salão de baile da Casa Branca.
Segundo o chefe de Estado norte-americano, Washington esteve prestes a retomar a ofensiva militar contra a República Islâmica na segunda-feira, mas decidiu adiar a operação após pedidos de vários aliados árabes do Golfo, incluindo a Arábia Saudita e o Qatar, para dar espaço a esforços diplomáticos.
Ataque de Israel mata uma pessoa em Gaza
Um ataque com um drone das forças israelitas matou uma pessoa no bairro de Remal, em Gaza. A informação foi confirmada pela Al Jazeera que adiantou ainda que outro cidadão ficou ferido.
Desde o início do cessar-fogo em outubro, recorde-se, pelo menos 880 pessoas foram mortas em ataques israelitas.
Explosões ouvidas no Irão
Foram ouvidas explosões esta terça-feira na ilha de Qeshm, no Irão.
De acordo com a agência de notícias Mehr, que avança a informação, a causa é desconhecida. Teerão ainda não se pronunciou oficialmente.
Irão adverte EUA para resposta "rápida e poderosa" em caso de nova agressão
O Irão advertiu esta terça-feira os Estados Unidos para não cometeram novamente um "erro de cálculo", garantindo que as Forças Armadas iranianas têm "o dedo no gatilho" para responder de forma "rápida, firme e poderosa" a qualquer nova agressão.
As declarações surgem depois de o Presidente norte-americano, Donald Trump, ter adiado um ataque contra o país persa previsto para esta terça-feira.
"Anunciamos aos Estados Unidos e aliados que não cometam novamente um erro estratégico nem de cálculo", advertiu o comandante do quartel-general Jatam al Anbiya, o major-general Ali Abdolahi, num comunicado divulgado pela agência Tasnim, ligada à Guarda Revolucionária do Irão.
Lusa
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Trump assinala desenvolvimentos "muito positivos" nas negociações
O Presidente norte-americano, Donald Trump, assinalou esta segunda-feira desenvolvimentos "muito positivos" nas negociações com o Irão, após ter divulgado o cancelamento de um ataque contra Teerão planeado para terça-feira.
O republicano sublinhou que os aliados no Médio Oriente lhe disseram que estavam "muito perto de chegar a um acordo" que impediria o Irão de adquirir armas nucleares.
"Este é um desenvolvimento muito positivo nas negociações, mas veremos se se mantém ou não", salientou Donald Trump aos jornalistas na Casa Branca.
Lusa
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Trump suspende ataque planeado ao Irão após apelos de líderes do Médio Oriente
O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu ter suspendido um ataque militar planeado contra o Irão após pedidos de vários líderes do Médio Oriente para as negociações diplomáticas. O anúncio foi feito pelo presidente dos EUA, esta quinta-feira, através de uma publicação na rede social Truth Social.
Donald Trump disse ter sido contactado pelo emir do Qatar, Tamim bin Hamad Al Thani, pelo presidente dos Emirados Árabes Unidos, Mohamed bin Zayed Al Nahyan, assim como pelo príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Mohammed bin Salman.
"Com base no meu respeito pelos líderes acima mencionados, instruí […] que não realizaremos o ataque ao Irão amanhã", escreveu o presidente norte-americano, que voltou a relembrar que um eventual acordo só será possível face à não existência de qualquer arma nuclear iraniana.
Correio da Manhã
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Ordem dos Médicos preocupada com médicos portugueses detidos em flotilha por Israel
A Ordem dos Médicos condenou esta segunda-feira a detenção de dois médicos portugueses pelas autoridades israelitas no âmbito da missão Global Sumud Flotilla e afirmou que continuará a acompanhar "com bastante preocupação" o caso.
"Os médicos devem ser protegidos e respeitados em todas as circunstâncias. Nunca podem ser alvo de violência, intimidação ou qualquer forma de condicionamento, independentemente do contexto político ou militar", afirmou o bastonário da Ordem dos Médicos, Carlos Cortes, num comunicado.
A ordem profissional indicou que foi esta tarde informada da detenção dos médicos portugueses, Beatriz Bartilotti e Gonçalo Dias, "após a interceção da embarcação em que seguiam [o navio "Tenaz"], em águas internacionais".
Lusa
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Brent recupera para cerca de 96 euros com novas tensões no Médio Oriente
O barril de petróleo Brent recuperou esta segunda-feira para os 111 dólares (cerca de 96 euros) no mercado de futuros de Londres, depois de ter tocado nos 106 dólares (cerca de 91 euros), num contexto de novas tensões no Médio Oriente.
Às 16h30, o Brent, crude de referência para a Europa, subia 2% para perto dos 96 euros por barril, depois de durante a madrugada ter chegado aos 98 euros.
Cerca das 15h00 locais, o preço do crude do Mar do Norte tinha descido para 91 euros, o que representava uma queda de 2,19%.
Com esta recuperação, o Brent seguia em alta pelo quarto dia consecutivo, num contexto de aumento das tensões no Médio Oriente.
Hezbollah dispara míssil contra avião de guerra israelita
O grupo armado do Líbano lançou um míssil contra um avião de guerra israelita, avança a Al Jazeera. Até ao momento, as forças de Israel ainda não se pronunciaram sobre este ataque.
Noutro ataque, o Hezbollah afirmou ter alvejado um grupo soldados e veículos do exército israelita no porto da cidade de Naqoura, através de um ataque de drone.
EUA desviaram de Ormuz 85 navios comerciais
Os Estados Unidos revelaram, segundo a Al Jazeera, que o bloqueio aos portos iranianos já desviou 85 navios comerciais do Estreito de Ormuz.
O bloqueio vigora desde o fracasso da ronda de negociações no passado mês em Islamabad, Paquistão.
As imposições de bloqueio têm provocado constrangimentos no abastecimento global de petróleo.
Alemanha alerta que Turquia pode influenciar as guerras no Irão e na Ucrânia
Johann Wadephul, ministro das Relações Exteriores da Alemanha, sublinhou que a Turquia pode exercer influência sobre os conflitos no Irão e na Ucrânia.
O ministro, numa conferência de imprensa em Berlim, citada pela Al Jazeera, destacou que a proximidade geográfica pode ser um ponto a favor na mediação de ambos os conflitos. A tutela evidenciou ainda como benéfico para as situações a "enorme importância política e económica" do país.
EUA prolongam isenção de sanções ao petróleo russo transportado por via marítima
Os Estados Unidos vão emitir uma licença geral de 30 dias que visa fornecer o acesso temporário ao petróleo russo transportado por via marítima. O anúncio foi feito pelo secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, na rede social X.
Inicialmente a Casa Branca tinha emitido uma isenção como forma de aliviar a escassez de petróleo e os altos preços do mesmo provocados pelo bloqueio de Ormuz.
"Essa extensão fornecerá flexibilidade adicional, e trabalharemos com essas nações para fornecer licenças específicas conforme necessário. Essa licença geral ajudará a estabilizar o mercado do petróleo bruto e garantirá que o petróleo chegue aos países mais vulneráveis energeticamente", escreveu Scott.
Teerão formaliza criação de organismo para gerir estreito de Ormuz
O Irão formalizou esta segunda-feira a criação de um novo organismo para a gestão do estreito de Ormuz, uma via marítima estratégica para o comércio mundial de hidrocarbonetos que Teerão controla desde o início da guerra.
A Autoridade do Estreito do Golfo Pérsico (PGSA, na sigla em inglês) já tem uma conta oficial, através da qual irá fornecer "atualizações em tempo real sobre as operações" no estreito.
O anúncio foi partilhado nas redes sociais pelo Conselho Supremo de Segurança Nacional e pela Marinha da Guarda Revolucionária, noticiou a agência France-Presse (AFP).
O Irão bloqueou o estreito de Ormuz desde que sofreu uma ofensiva militar conjunta dos Estados Unidos e de Israel em 28 de fevereiro.
Teerão respondeu também com ataques contra os países da região, numa guerra que causou já milhares de mortos, sobretudo no Irão e no Líbano.
Lusa
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Prosseguem as negociações entre o Irão e os EUA
O porta-voz do ministério das Relações Exteriores do Irão afirmou, esta segunda-feira, que as negociações entre o Irão e os EUA continuam 'em cima da mesa' por meio dos mediadores do Paquistão.
Correio da Manhã
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Irão afirma que mais de 6.500 "traidores e espiões" foram detidos desde o início da guerra
O chefe da polícia iraniana, Ahmad-Reza Radan, afirmou que mais de 6.500 "traidores e espiões" foram detidos desde o início da guerra dos EUA e de Israel contra o Irão, segundo a emissora estatal IRIB.
Três mortos em ataque israelita no sul do Líbano
Um ataque israelita na cidade de Jouya, no sul do Líbano, causou três mortes. A informação foi avançada pela Agência Nacional de Notícias do Líbano em Tiro, citada pela Al Jazeera.
Só este domingo foram oito os mortos registados em ataques israelitas no Líbano.
Paquistão espera concluir em breve negociações entre o Irão e os EUA
O ministro do Interior do Paquistão, Mohsin Naqvi, reuniu-se com o principal negociador do Irão e presidente do parlamento, Mohammad Bagher Ghalibaf para discutir o cessar-fogo entre o país e os Estados Unidos da América.
Ghalibaf criticou os “governos regionais [que] pensavam que a presença dos Estados Unidos lhes traria segurança, mas os eventos recentes mostraram que essa presença não só não traz segurança, como também cria insegurança”, conforme relatado pela agência de notícias semioficial iraniana Mehr, citada pela Al Jazeera.
Por sua vez, adianta a mesma fonte, o ministro do Paquistão reforçou a necessidade de concluir as negociações entre os dois países em breve.
"O tempo está a esgotar-se": Trump adverte Irão para agir rapidamente ou enfrentar as consequências
O presidente dos EUA, Donald Trump, advertiu o Irão das consequências caso o país não aja rapidamente, lançando uma mensagem de ameaça através da sua rede social este domingo.
"Para o Irão, o tempo está a esgotar-se, e é melhor que se apressem, RAPIDAMENTE, ou não restará nada deles. O TEMPO É ESSENCIAL!", escreveu Donald Trump na publicação no Truth Social.
Ataque com drone provoca incêndio em gerador em central nuclear de Abu Dhabi
Um ataque com drone provocou um incêndio num gerador elétrico na central nuclear de Barakah, na região de al-Dhafra, Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, avança o Aljazeera.
Numa publicação partilhada na rede social X, o gabinete de imprensa de Abu Dhabi afirmou que não houve feridos nem impactos ao nível da segurança radiológica.
O incêndio ocorreu fora do perímetro interno da central elétrica.
Correio da Manhã
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Hezbollah confirma ataque a veículo israelita no sul do Líbano
O grupo armado do Líbano atacou um veículo militar israelita na praça da cidade de Taybeh, no sul do Líbano. A informação foi avançada pela Al Jaazera e confirmada pelo Hezbollah que não deu mais detalhes sobre a situação.
Nuno Melo diz que Portugal fez o que tinha que ser feito na Base das Lajes
O ministro da Defesa, Nuno Melo, afirmou este sábado que Portugal esteve ao lado dos aliados e fez o que tinha que ser feito relativamente à utilização da Base das Lajes, defendendo que as declarações de Marco Rúbio não podem ser interpretadas literalmente.
"Portugal, no que tem a ver com a utilização da base das lajes, fez o que tinha que ser feito", clarificou este sábado o ministro da Defesa, Nuno Melo, reagindo às declarações do secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, na quinta-feira, quando elogiou Portugal por aceitar o pedido dos Estados Unidos para utilizar a Base das Lajes no conflito com o Irão.
Em entrevista à Fox News, Marco Rubio disse mesmo que essa autorização foi dada ainda antes de Portugal saber qual seria o pedido.
"Portugal esteve do lado dos nossos aliados porque é isso que um aliado faz, é isso que se espera de um aliado, é aquilo que se esperava de Portugal", afirmou o ministro, em Alcobaça, num declaração á margem do congresso do CDS que decorre no Pavilhão Panorama, até domingo.
Sem clarificar se o Governo português foi ou não informado da utilização da Base das Lajes, nos Açores, antes da operação no Irão, Nuno Melo afirmou que "a declaração do secretário do Estado norte-americano "não pode ser lida pelo seu teor literal", e que Marco Rubio "terá querido firmar e vincar a virtude de um país que fez o que estava certo" e que disponibilizou a base "com condições, como sempre".
Lusa
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Honduras acusam Teerão de "apreensão ilegal" de navio de armador chinês
O Governo das Honduras acusou o Irão da "apreensão ilegal" de um navio cargueiro de bandeira hondurenha em águas de Omã, embarcação que se encontra no porto iraniano de Bandar Abbas.
Num comunicado emitido pela Direção-Geral da Marinha Mercante (DGMM) hondurenha na sexta-feira, o incidente ocorreu um dia antes e envolveu a embarcação Hui Chuan, um navio registado no porto de San Lorenzo, no sul das Honduras.
A marinha detalhou que o navio foi intercetado por unidades ligadas às forças iranianas a aproximadamente 38 milhas náuticas (70 quilómetros) a nordeste da cidade de Fujairah, nos Emirados Árabes Unidos.
Lusa
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Hezbollah reivindica ataques contra equipamentos militares israelitas a sul do Líbano
O Hezbollah afirmou esta sexta-feira ter atingido equipamentos militares israelitas perto da cidade de Biyyada e na cidade de Khiam. As forças do Hezbollah referem também um ataque contra um grupo de soldados de Israel posicionados na cidade de Rashaf, cita a Al Jazeera.
Correio da Manhã
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Teerão deixa passar mais navios pelo estreito de Ormuz
O Irão autorizou a passagem de mais navios pelo estreito de Ormuz, que estava quase totalmente paralisado por Teerão desde o início da guerra no Médio Oriente, anunciou esta sexta-feira a televisão estatal iraniana.
A estação televisiva já tinha relatado na quinta-feira que mais de 30 navios foram autorizados a transitar pelo estreito nas últimas 24 horas, enquanto a agência de notícias Tasnim indicava a autorização de passagem para "vários navios chineses".
"Mais navios podem agora passar pelo estreito de Ormuz com a coordenação das forças navais do Corpo dos Guardas da Revolução Islâmica", afirmou um jornalista da televisão estatal a partir da cidade portuária de Bandar Abbas, no sul do país.
Lusa
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Chanceler alemão diz que o Irão se "deve sentar já na mesa das negociações" após chamada com Trump
O chanceler alemão, Friedrich Merz, referiu que o Irão se "deve sentar já na mesa das negociações" depois de uma chamada telefónica com o presidente norte-americano, Donald Trump, que retorna da China. Merz referiu ainda que o Irão "deve abrir o Estreito de Ormuz" e que não deve ter armas nucleares.
As declarações surgem depois de o ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano ter referido, esta sexta-feira, que os EUA estão a enviar informações contraditórias para demorar as negociações e que Teerão mantinha aberto o Estreito para "nações amigas".
Ministro dos Negócios estrangeiros iraniano acusa EUA de enviarem "mensagens contraditórias" para complicar negociações
O ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano acusou os EUA de enviarem "mensagens contraditórias" para complicar as negociações para um cessar-fogo. Em declarações transmitidas emissora estatel iraniana IRIB, Abbas Araghchi referiu que Teerão "não é culpado pelas perturbações sentidas no Estreito de Ormuz" e que o Irão se está apenas a defender da guerra.
Araghchi volotu a realçar que o Estreito está aberto a embarcações de "países amigos", desde que coordenados com as autoridades iranianas.
Correio da Manhã
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Pelo menos quatro mortos em ataque israelita no norte de Gaza
Pelo menos quatro pessoas morreram esta quinta-feira em ataques do Exército israelita em Jabalia, no norte da Faixa de Gaza, apesar do cessar-fogo em vigor no enclave desde outubro, divulgou o Ministério da Saúde controlado pelo movimento islamita Hamas.
As autoridades de saúde de Gaza indicaram que quatro palestinianos morreram durante o dia na sequência de "disparos das forças de ocupação" na cidade referida, segundo o jornal Filastin.
O número de palestinianos mortos na sequência de ataques do Exército israelita contra Gaza, apesar do cessar-fogo em vigor, subiu para quase 850, segundo as autoridades de Gaza.
Lusa
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Hezbollah reivindica ataque com drone contra militares israelitas
O movimento xiita libanês Hezbollah reivindicou esta quinta-feira um ataque com um 'drone' contra soldados israelitas no norte de Israel, perto da fronteira com o Líbano.
Em comunicado, o movimento pró-Irão realçou que atacou com um 'drone' "um grupo de soldados inimigos israelitas no local de Rosh Hanikra".
O Exército israelita tinha informado anteriormente que um ataque de 'drone' do Hezbollah feriu vários civis no norte de Israel e que estes foram transportados para um hospital.
Lusa
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China promete a Trump que não vai enviar ajuda militar ao Irão
O presidente dos EUA, Donald Trump, disse esta quinta-feira que o presidente chinês Xi Jinping garantiu que a China não irá fornecer equipamentos militares ao Irão, de acordo com uma entrevista da Fox News, citada pelo El Español.
Correio da Manhã
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Teerão autoriza passagem de navios chineses no estreito de Ormuz
As forças navais do Irão autorizaram desde quarta-feira a passagem de vários navios chineses pelo estreito de Ormuz, anunciou esta quinta-feira a agência noticiosa iraniana Tasnim.
"Na sequência de uma decisão da República Islâmica, vários navios chineses foram autorizados a atravessar o estreito de Ormuz no âmbito de protocolos de trânsito geridos pelo Irão", informou a Tasnin, citada pela agência de notícias France-Presse (AFP).
A notícia foi divulgada no dia em que o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, iniciou encontros em Pequim com o homólogo, chinês, Xi Jinping, no âmbito de uma visita que está a realizar à China.
Lusa
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Ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano acusa Emirados Árabes Unidos de envolvimento direto nos ataques contra Teerão
O ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araghchi, acusou os Emirados Árabes Unidos de um envolvimento direto nos ataques contra Teerão. As declarações do ministro iraniano foram feitas esta quinta-feira em declarações feitas após uma reunião entre ministros na Índia, aponta a Al Jazeera.
"Os Emirados Árabes Unidos estiveram diretamente envolvidos no ato de agressão contra o meu país. Permitiram que o território fosse usado para disparar artilharia e equipamentos contra nós", referiu Araghchi.
O ministro iraniano apontou ainda a relação entre os Emirados Árabes Unidos e Israel, que apelidou de "aliança".
Correio da Manhã
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Teerão deixa ameaça após alegada viagem de Netanyahu aos Emirados
O Irão advertiu que "aqueles que se aliam a Israel para semear a discórdia serão responsabilizados", após o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, ter revelado uma alegada visita secreta aos Emirados Árabes Unidos.
Numa mensagem publicada na noite de quarta-feira, o ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano disse que Teerão já tinha conhecimento "há muito tempo" da visita que Netanyahu alega ter feito aos Emirados.
Abbas Araghchi declarou nas redes sociais que "Netanyahu revelou agora publicamente o que os serviços de segurança iranianos já tinham confirmado há algum tempo".
Lusa
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EUA dizem não bloquear em Ormuz a passagem de navios que prestam "auxílio humanitário"
O Comando Central dos Estados Unidos anunciou que no último mês permitiu a passagem pelo Estreito de Ormuz de 15 navios para “prestar auxílio humanitário”.
Uma partilha na rede social X indica que, desde o início do bloqueio a 13 de abril, as forças americanas redirecionaram 67 embarcações comerciais e desativaram outras quatro "para garantir o cumprimento" das restrições.
JD Vance sublinha que arma nuclear é "linha vermelha" nas negociações com Teerão
O vice-presidente norte-americano, JD Vance, afirmou esta quarta-feira haver "progressos" nas negociações com o Irão para pôr fim ao conflito, mas sublinhando que o acesso da República Islâmica a armas nucleares é uma 'linha vermelha' para Washington.
Em conferência de imprensa, Vance indicou que manteve esta quarta-feira contactos com Steve Witkoff e Jared Kushner, enviados da Casa Branca encarregues de negociar com o Irão, bem como com aliados norte-americanos no mundo árabe, que recusou identificar.
"Acho que houve progressos. A questão fundamental é se estamos a progredir o suficiente para atingir a 'linha vermelha' do Presidente (Donald Trump)", disse Vance, enfatizando que esta é a de que a República Islâmica não obtenha uma arma nuclear.
Lusa
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Governo libanês reporta mais 10 mortos em ataques israelitas no sul
Mais 10 pessoas foram esta quarta-feira mortas em ataques aéreos israelitas no sul do Líbano, adiantaram as autoridades locais, elevando o número de mortos do dia para pelo menos 22.
O Ministério da Saúde libanês informou que seis pessoas, "incluindo três crianças e duas mulheres", foram mortas na cidade de Arab Salim, enquanto outra criança foi morta num ataque em Harouf, e outras três pessoas, "incluindo duas crianças", foram mortas em Roumin. As três localidades ficam no sul do Líbano.
O Centro de Operações de Emergência do Líbano tinha divulgado antes, em comunicado, um número significativo de ataques contra automóveis no sul do país, que causaram um total de três mortos nas localidades de Al-Maaliya, Shaitiya e Naqoura, disse o Centro de Operações de Emergência do Líbano em comunicado.
Lusa
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Nove pessoas morrem em ataques israelitas no sul do Líbano. Cinco eram da mesma família
Ataques na cidade de Arab Salim, no distrito de Nabatieh, no sul do Líbano, mataram nove pessoas esta quarta-feira. A informação foi avançada pela agência NNA, citada pela Al Jaazera que informa que cinco do número total de motos eram pessoas da mesma família.
Ainda na mesma região, na cidade de al-Namiriya, foram mortas quatro pessoas em ataques aéreos por parte das forças de Israel.
IDF anunciam ataques a infraestruturas do Hezbollah no sul do Líbano
As Forças de Defesa de Israel (IDF) indicaram, esta quarta-feira, que começaram a atacar infraestruturas do Hezbollah em várias zonas no sul do Líbano. O anúncio foi feito pelas próprias IDF no Telegram.
Correio da Manhã
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Teerão afasta qualquer acordo após Trump rejeitar proposta iraniana
O Governo iraniano rejeitou esta terça-feira a possibilidade de alterar as suas propostas para um fim duradouro da guerra, que o Presidente norte-americano Donald Trump considerou inúteis, mantendo-se assim o impasse diplomático no Médio Oriente.
"Não há alternativa senão aceitar os direitos do povo iraniano, tal como estabelecidos na proposta de 14 pontos. Qualquer outra abordagem seria infrutífera", sublinhou o principal negociador da República Islâmica, Mohammad Bagher Ghalibaf, na rede social X, mais de um mês após o estabelecimento de uma trégua precária.
O também presidente do Parlamento desafiou os negociadores norte-americanos, afirmando que "quanto mais protelarem, mais os contribuintes norte-americanos pagarão", numa altura em que os preços do petróleo se mantêm em níveis persistentemente elevados.
Lusa
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Ataques israelitas no sul do Líbano fazem 13 mortos
Pelo menos 13 pessoas morreram esta terça-feira em ataques israelitas que atingiram três localidades no sul do Líbano, incluindo um soldado e dois paramédicos, adiantou o Ministério da Saúde libanês.
Um ataque na cidade de Nabatieh matou cinco pessoas, incluindo dois paramédicos da Defesa Civil, e feriu outras duas, enquanto outro ataque na cidade de Jebchit matou quatro pessoas, "incluindo um soldado e um cidadão sírio".
Um terceiro ataque em Bint Jbeil matou "quatro civis, incluindo uma criança e uma mulher, e feriu outros 12, incluindo uma mulher", indicou o ministério em comunicado.
Lusa
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Trump afirma que media que relatem sucessos militares de Teerão são "traidores"
O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou esta terça-feira que os media que relatam sucessos militares do Irão no conflito contra os Estados Unidos são "praticamente traidores" que "incentivam o inimigo".
"Quando as 'notícias falsas' (imprensa) dizem que o inimigo iraniano está a sair-se bem militarmente contra nós, isso é praticamente TRAIÇÃO, pois é uma afirmação tão falsa e até absurda", publicou Trump na plataforma Truth Social.
"Estão a ajudar e a incentivar o inimigo! Tudo o que fazem é dar ao Irão uma falsa esperança onde não deveria haver nenhuma. Estes são cobardes americanos que torcem contra o nosso país", adiantou o Presidente norte-americano, reiterando que a Marinha, a Força Aérea e os líderes iranianos foram eliminados no conflito e que a economia está em colapso.
Lusa
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Comissão civil israelita denuncia violência sexual "sistemática" nos ataques de 7 de outubro
Um relatório publicado esta terça-feira por uma comissão civil israelita, composta por juristas e especialistas em direito internacional, afirma que no ataque do Hamas a Israel, em 2023, houve atos de violência sexual e de género "sistemáticos e generalizados".
Esses atos, de acordo com o mesmo documento, ocorreram tanto durante o ataque, a 07 de outubro de 2023, como no período que lhe seguiu, já com os reféns presos na Faixa de Gaza.
O documento, elaborado pela Comissão Civil sobre os crimes de 07 de outubro cometidos pelo Hamas contra mulheres e crianças, baseia-se na análise de material audiovisual, testemunhos de sobreviventes e familiares, e entrevistas recolhidas ao longo de dois anos de investigação.
Lusa
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Oposição israelita apresenta projetos para forçar eleições antecipadas
Vários partidos da oposição em Israel apresentaram esta terça-feira projetos de lei para dissolver o parlamento, após a força política Judaísmo Unido da Torá ter defendido eleições antecipadas devido à obstrução legislativa à isenção militar dos judeus ultraortodoxos.
O principal partido de oposição Yesh Atid (Há um Futuro), liderado por Yair Lapid, e os Democratas, do antigo oficial general Yair Golan, estão entre os partidos que apresentaram projetos de lei separados para antecipar as eleições parlamentares previstas para outubro.
Estas movimentações políticas no Knesset (parlamento) foram formalizadas depois de a fação Degel HaTorah do partido Judaísmo Unido da Torá, que apoiava a atual coligação governamental, ter anunciado que concordará com qualquer proposta de dissolução, em protesto contra a integração de estudantes yeshiva no exército israelita.
Lusa
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Parlamento português condena aprovação da pena de morte por Israel
O parlamento português condenou esta terça-feira por unanimidade a aprovação pelo Estado israelita da pena de morte visando palestinianos.
Os deputados da comissão de Negócios Estrangeiros e Comunidades Portuguesas aprovaram por unanimidade três votos de condenação apresentados pelo Bloco de Esquerda, Livre e PS sobre a mesma matéria e que serão convertidos num voto único da comissão.
O Knesset (parlamento israelita) aprovou no final de março uma lei que prevê que qualquer pessoa "que cause intencionalmente a morte de outra pessoa com o objetivo de prejudicar um cidadão ou residente israelita, com a intenção de pôr fim à existência do Estado de Israel, será condenada à morte ou à prisão perpétua".
Lusa
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Ataque israelita no sul do Líbano mata dois paramédicos
Dois paramédicos morreram, na cidade de Nabatieh, no sul do Líbano, após um ataque aéreo por parte das forças israelitas. A informação foi avançada pelo Ministério da Saúde do Líbano e citada pela Al Jaazera.
O ataque ocorreu quando os paramédicos estavam a tentar resgatar uma pessoa ferida que morreu durante o ataque.
Israel tem atacado vários profissionais e infraestruturas de saúde, avança a mesma fonte.
Netanyahu denuncia "falência moral" da UE após sanções a colonos
O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, acusou esta segunda-feira a União Europeia (UE) de "falência moral" após a decisão do bloco de sancionar os colonos israelitas extremistas culpados de violência contra palestinianos na Cisjordânia ocupada.
"Enquanto Israel e os Estados Unidos fazem o 'trabalho sujo' da Europa, lutando pela civilização contra os fanáticos 'jihadistas' no Irão e noutros lugares, a União Europeia revelou a sua falência moral ao traçar um paralelo falso entre os cidadãos israelitas e os terroristas do Hamas", frisou o primeiro-ministro, citado num comunicado do seu gabinete.
Sete colonos extremistas ou suas organizações são alvos dessas sanções, assim como 12 elementos do movimento islamita palestiniano Hamas, que também foram incluídos no acordo político da UE sobre estas sanções.
Lusa
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Israel critica União Europeia por falta de lista de sanções a colonos
O Ministério dos Negócios Estrangeiros de Israel criticou esta segunda-feira a União Europeia (UE) por ainda não ter publicado oficialmente a lista de indivíduos e organizações de colonos israelitas sancionados por violência na Cisjordânia.
"As informações que circulam através dos canais diplomáticos indicam que a lista de sanções, cujo conteúdo também não foi divulgado, inclui indivíduos e organizações que não têm absolutamente nenhuma ligação com violência ou atividade criminosa", afirmou a diplomacia israelita em comunicado, após a decisão esta segunda-feira anunciada por Bruxelas.
A ONG israelita Paz Agora divulgou uma lista que inclui quatro organizações associadas a colonos e três líderes de colonatos judaicos na Cisjordânia, "ligados à violência e à pilhagem" contra os habitantes palestinianos.
Lusa
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Exército libanês assina acordo de cooperação com a Alemanha
Foi assinado um acordo de cooperação entre o Líbano e a Alemanha. Segundo o exército libanês, citado pela Al Jaazera, o acordo foi assinado durante uma reunião entre o comandante militar libanês Rudolf Heikal e a vice-embaixadora da Alemanha no Líbano, Yasmin Raya.
“O general Heikal expressou gratidão às autoridades alemãs pelo apoio contínuo ao exército diante dos desafios atuais”, avançou a mesma fonte.
"Ninguém a aceitaria": Trump considera proposta de paz do Irão "estúpida"
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, considerou, esta segunda-feira, a proposta de paz por parte do Irão "estúpida", avança o Aljazeera.
"É uma proposta estúpida e ninguém a aceitaria", afirmou Trump em declarações aos jornalistas na Casa Branca.
Correio da Manhã
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União Europeia aprova sanções contra colonos na Cisjordânia
Os ministros dos Negócios Estrangeiros da União Europeia aprovaram esta segunda-feira sanções a colonos israelitas na Cisjordânia, anunciou a chefe da diplomacia do bloco europeu, que frisou que foram também impostas medidas contra figuras do grupo extremista palestiniano Hamas.
"Os ministros dos Negócios Estrangeiros da União Europeia (UE) acabaram de dar 'luz verde' a sanções contra colonos israelitas pela sua violência contra palestinianos", anunciou Kaja Kallas numa publicação na rede social X.
A Alta Representante da UE para os Negócios Estrangeiros e Política de Segurança acrescentou que os ministros também concordaram em impor novas sanções a personalidades do Hamas.
Lusa
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Teerão apoia plano da China para segurança no golfo Pérsico
O Irão está disponível para apoiar um plano apresentado pelo Presidente da China, Xi Jinping, para estabilizar a situação no golfo Pérsico, anunciou esta segunda-feira o embaixador iraniano em Pequim, Abdolreza Rahmani Fazli.
"A República Islâmica do Irão anunciou a disponibilidade para apoiar o plano de quatro pontos do Presidente da China, com o objetivo de estabelecer uma segurança duradoura e o desenvolvimento partilhado na região", disse Fazli.
A posição de Teerão foi transmitida na reunião entre os ministros dos Negócios Estrangeiros dos dois países realizada em 06 de maio, em Pequim, referiu o diplomata nas redes sociais, citado pela agência de notícias espanhola EFE.
Lusa
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Perto de 2.900 pessoas mortas em ataques israelitas no sul do Líbano
Foram mortas, no sul do Líbano, 2.869 pessoas em ataques aéreos israelitas desde o período em que foram retomados os combates, a 2 de março. A informação foi avançada, esta segunda-feira, pelo Ministério da Saúde do Líbano, citado pela AL Jazeera.
A mesma fonte adiantou ainda que outras 8.730 pessoas ficaram feridas.
Resposta a plano de paz dos EUA inclui controlo iraniano do estreito de Ormuz
A resposta do Irão à proposta de paz dos Estados Unidos inclui o levantamento das sanções económicas sobre a República Islâmica, o fim do bloqueio imposto por Washington aos portos iranianos e a gestão iraniana do estreito de Ormuz.
O conteúdo da resposta iraniana foi noticiado pela agência Tasnim, ligada à Guarda Revolucionária iraniana, o exército ideológico do regime de Teerão, citando fontes diplomáticas que explicaram a exigência de que os Estados Unidos (EUA) "cumpram alguns compromissos".
Segundo a Tasnim, o governo dos 'ayatollahs' exigiu o fim do bloqueio e que seja permitida a exportação de petróleo bruto do Irão, bem como o levantamento das sanções económicas dos EUA sobre o Irão e os seus ativos no Gabinete de Controlo de Ativos Estrangeiros (OFAC).
Lusa
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"Totalmente inaceitável": Donald Trump reage à proposta do Irão
Donald Trump já reagiu à proposta do Irão, enviada esta quinta-feira aos mediadores do Paquistão. Numa publicação no Truth Social, o presidente dos EUA considerou-a "totalmente inaceitável".
Joana Mendes
JornalistaSeguir Autor:
Netanyahu diz que guerra com Irão "não termina" até ser removido o urânio enriquecido do país
O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, referiu que a guerra no Irão "não termina" até ser removido o urânio enriquecido do país. As declaraões foram feitas durante uma entrevista à CBS, cita o The Times of Israel. Netanyahu referiu ainda a necessidade de "um trabalho mais amplo" a ser feito contra as capacidades militares iranianas.
"Ainda existem instalações de enriquecimento que precisam de ser desmanteladas. Ainda existem grupos apoiados pelo Irão. Existem mísseis balísticos que ainda querem produzir", referiu Benjamin Netanyahu.
Correio da Manhã
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Exército israelita emite alerta de evacuação para três cidades a sul do Líbano
O exército israelita emitiu este domingo um alerta de evacuação para três cidades a sul do Líbano. O porta-voz do exército de Israel, Avichay Adraee, referiu que os moradores deveriam abandonar as casas nas cidades de Deir al-Zahrani, Jarjouh e Sajjad, "ou enfrentariam a morte", cita a Al Jazeera.
Apesar do cessar-fogo, há registo de ataques contínuos das forças israelitas a sul do Líbano.
Correio da Manhã
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Irão envia resposta ao Paquistão sobre proposta dos EUA para pôr fim à guerra
O Irão respondeu ao acordo proposto pelos EUA através do Paquistão, que está a atuar como mediador no conflito, segundo noticiou a agência estatal de notícias IRNA, de acordo com o Al Jazeera.
"O Irão apresentou formalmente aos mediadores paquistaneses a sua resposta à mais recente proposta dos EUA destinada a pôr fim à guerra", noticiou a agência oficial IRNA, citando "uma fonte familiarizada com o assunto".
Segundo a mesma fonte, adianta a IRNA, "de acordo com o plano proposto, a fase atual das negociações está focada exclusivamente na cessação das hostilidades na região".
Correio da Manhã
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Lusa
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Chefe da diplomacia dos EUA discutiu segurança com primeiro-ministro do Catar
O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, discutiu as "ameaças" e a segurança no Médio Oriente num encontro com o primeiro-ministro do Catar, Xeque Mohammed bin Abdulrahmane al-Thani, relatou este sábado o Departamento de Estado.
Os dois governantes mencionaram "o apoio norte-americano à defesa do Catar e a importância de uma estreita coordenação para repelir ameaças e promover a estabilidade e segurança no Médio Oriente", referiu a diplomacia norte-americana num comunicado que não menciona expressamente a guerra com o Irão.
O primeiro-ministro do Catar, que é também ministro dos Negócios Estrangeiros deste Estado do Golfo, tinha-se reunido na sexta-feira em Washington com o vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance.
Lusa
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18 mortos em ataque israelita a sul do Líbano
18 pessoas morreram num ataque das forças israelitas a sul do Líbano, de acordo com relatos das autoridades libanesas citadas pela Al Jazeera.
Correio da Manhã
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Israel alerta para ataques iminentes e ordena a evacuação de nove cidades e aldeias libanesas
O exército israelita emitiu ordens de deslocação forçada para nove cidades e aldeias no sul do Líbano, alertando para ataques iminentes.
Numa publicação na rede social X, os militares de Israel afirmaram que irão atuar em breve "com força" nas áreas designadas e que "qualquer pessoa" que ainda esteja presente "expõe a sua vida a perigo".
As áreas de onde os residentes foram instados a fugir são: Tayr Debba, Al-Abbasiyeh, Burj Rahhal, Maroub, Barish, Arzun, Jennata (Tiro), Al-Zrariyeh e Ain Baal.
Donald Trump diz esperar uma resposta do Irão sobre proposta de cessar-fogo "durante a noite" de hoje
O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu estar uma resposta do Irão ao longo da noite (madrugada de Portugal). O anúncio foi feito em declarações aos jornalistas, informa a CNN Internacional.
As declarações de Trump surgem depois do Secretário de Estado Marco Rubio ter referido que os EUA esperavam uma resposta do Irão na sexta-feira no que toca a uma proposta para colocar fim à guerra.
Correio da Manhã
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Detetada mancha de petróleo junto ilha de Kharg
Uma mancha de petróleo foi detetada no Golfo, ao largo da ilha iraniana de Kharg, onde se localiza o principal terminal petrolífero do país, segundo noticiou hoje o New York Times (NYT).
Segundo o diário norte-americano, a mancha estendia-se na quinta-feira por mais de 50 quilómetros, de acordo com imagens de satélite analisadas pela empresa especializada Orbital EOS, que especifica que "mais de 3.000 barris de petróleo" poderão estar no mar.
A origem do derrame de petróleo, detetado dois meses após o início da ofensiva israelita e americana contra o Irão, é desconhecida.
A ilha de Kharg, situada no norte do Golfo, é onde fica o principal terminal petrolífero iraniano e por onde transita normalmente 90% do crude da República Islâmica do Irão.
No final de março, o presidente norte-americano, Donald Trump, ameaçou "destruir" a ilha de Kharg se o Irão não reabrisse o estreito de Ormuz à navegação.
Centenas de navios, incluindo petroleiros, estão retidos no Golfo na sequência problema, agravado por um bloqueio norte-americano aos portos iranianos.
Segundo o NYT, a mancha de petróleo derivava na quinta-feira para sul, em direção às águas sauditas. Os meios de comunicação iranianos não deram notícia do facto, segundo a mesma fonte.
A ilha de Kharg é uma pequena faixa de terra coberta de vegetação, situada a cerca de 30 quilómetros da costa iraniana e a mais de 500 quilómetros do estreito de Ormuz.
Lusa
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Arábia Saudita nega acesso a bases para operação de Ormuz
A Arábia Saudita recusou ceder espaço aéreo e bases militares às forças norte-americanas para a operação, entretanto suspensa, de escolta de navios pelo estreito de Ormuz, indicaram esta quinta-feira duas fontes sauditas.
Segundo as mesmas fontes, citadas pela agência de notícias francesa AFP, a coberto do anonimato, o acesso às bases militares sauditas mantém-se, contudo, inalterado para outros fins.
A monarquia do golfo Pérsico, aliada próxima dos Estados Unidos, disse várias vezes que não permitiria que o seu território fosse utilizado para atacar o Irão.
Lusa
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Dez soldados feridos e cinco desaparecidos após ataque da marinha dos EUA a navio comercial iraniano
A marinha dos Estados Unidos atacou, na última noite, um barco comercial com a bandeira iraniana. Dez pessoas ficaram feridas e outras cinco ainda estão desaparecidas, informou a agência de notícias semioficial iraniana Mehr, citada pela AL Jaazera.
A mesma fonte avança que o ataque terá ocorrido nas águas do Estreito de Ormuz e do Mar de Makran, em Omã.
Teerão apreende petroleiro suspeito de "tentar afetar as exportações de petróleo"
As autoridades iranianas apreenderam um petroleiro que acusam de "tentar afetar as exportações de petróleo" na região do golfo Pérsico, sem avançarem, para já, pormenores sobre o local onde decorreu a operação.
Segundo informações divulgadas pela televisão pública iraniana IRIB, "comandos navais do Exército do Irão apreenderam o petroleiro 'Ocean Koi', que tentava afetar as exportações de petróleo e prejudicar os interesses da nação iraniana".
O incidente ocorre num contexto de tensões na região, após a ofensiva dos Estados Unidos e de Israel, e horas depois de as Forças Armadas iranianas terem acusado os Estados Unidos de lançarem ataques contra dois navios iranianos e contra a ilha de Qeshm, após o que responderam com ataques a navios militares posicionados nas imediações do estreito de Ormuz.
Por seu lado, o Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM) afirmou que as suas forças "intercetaram ataques iranianos não provocados", aos quais a estrutura militar "respondeu com ataques em legítima defesa".
Apesar dos incidentes, o Presidente norte-americano, Donald Trump, sublinhou que o cessar-fogo "continua em vigor".
Lusa
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Ataques aéreos israelitas matam duas pessoas no sul do Líbano
Nas últimas 24 horas, ataques israelitas mataram duas pessoas na cidade de Toura, sul do Líbano. A informação foi avançada pela Agência Nacional de Notícias do Líbano, citada pela AL Jazeera. Outras cinco pessoas ficaram feridas.
Os moradores da cidade receberam ordens de deslocamento forçado por parte das forças israelitas.
BCE alerta que economia europeia ainda não reflete impacto da guerra no Médio Oriente
O vice-presidente do Banco Central Europeu (BCE), Luis de Guindos, alertou esta sexta-feira que, ao contrário da inflação, a economia europeia ainda não reflete o impacto da guerra no Irão nem o bloqueio do estreito de Ormuz.
Durante a participação num fórum jornal do elEconomista, o vice-presidente do BCE, explicou que se verificou uma queda "muito acentuada" da confiança do consumidor na Europa e do índice PMI dos serviços em março e abril, indicadores da deterioração que a economia poderá sofrer, mas que ainda não se reflete.
O aumento dos preços da energia levou a uma queda da atividade e a um aumento da inflação, mas a intensidade do impacto na economia dependerá da duração do conflito e do bloqueio do estreito, explicou Luis de Guindos.
Lusa
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Governo rejeita recomendar teletrabalho ou menos viagens de avião para diminuir procura
O Governo escusou-se esta sexta-feira a recomendar teletrabalho ou a redução das viagens de avião para diminuir a procura, dada a atual crise petróleo, assegurando combustível da aviação até final de agosto e planos B e C para depois.
"A questão do teletrabalho, para nós, não está ainda em cima da mesa. Há muitas formas de chegar ao trabalho e não estamos sequer a discutir ainda essa questão", afirmou a ministra da Energia, Maria da Graça Carvalho.
Em declarações aos jornalistas portugueses em Bruxelas após uma intervenção na sessão do Conselho da Diáspora, a governante salientou que também não existe recomendação para reduzir as viagens de avião -- sendo estas duas recomendações da Agência Internacional de Energia --, vincando que "as pessoas têm o direito às suas férias e às viagens", quando se aproxima o verão.
Lusa
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Governo ultima taxa sobre lucros extraordinários mas diz que será "bem dirigida"
O Governo está a ultimar os detalhes da nova taxa sobre os lucros extraordinários de empresas energéticas, dada a atual crise, prometendo que será "bem desenhada e bem dirigida" para evitar "afugentar investimento" como em 2022.
"Ela [a taxa], se for bem desenhada, é importante e, portanto, o que nós estamos a fazer é aprender com as lições de 2022 e desenhá-la, e quando eu digo bem desenhada, tem de ser muito bem dirigida, não pode ser geral, tem de ser dirigida", disse a ministra da Energia, Maria da Graça Carvalho.
Em declarações aos jornalistas portugueses em Bruxelas após uma intervenção na sessão do Conselho da Diáspora, a governante salientou que "não pode ser algo generalizado que vá pôr em causa os investimentos neste processo da transição energética, da eletrificação".
Lusa
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Pequim confirma ataque sem vítimas a petroleiro com tripulação chinesa
A China confirmou esta sexta-feira o ataque a um petroleiro com tripulação chinesa nas proximidades do estreito de Ormuz, sem registo de vítimas, e expressou preocupação com o impacto do conflito no Médio Oriente sobre os "navios e tripulações".
Em conferência de imprensa, o porta-voz da diplomacia chinesa Lin Jian explicou que o navio atacado, nas imediações da entrada do estreito, era de bandeira das Ilhas Marshall. "Consideramos que a pronta restauração da livre navegação no estreito e a proteção da segurança dos navios civis e das suas tripulações respondem aos interesses comuns dos países da região e da comunidade internacional", afirmou.
Lin apelou ainda a todas as partes para adotarem medidas concretas e evitem um maior deteriorar da situação na via marítima.
O portal de notícias privado Caixin informou na quinta-feira sobre o primeiro ataque a um petroleiro ligado à China desde o início da crise no Estreito de Ormuz, num incidente ocorrido a 4 de maio, perto da entrada desta estratégica rota marítima.
Segundo o mesmo jornal, citando fontes não identificadas do setor marítimo, o ataque afetou um petroleiro de produtos refinados, tendo-se declarado um incêndio na sua cobertura.
Lusa
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Ouvidas explosões na cidade iraniana de Sirik
Foram ouvidas, esta quinta-feira à noite, explosões na cidade iraniana de Sirik, localizada na província de Hormozgan, cita a Aljazeera.
Correio da Manhã
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Forças dos EUA retaliaram ataque iraniano a 3 navios
O Comando Central norte-americano (Centcom) afirmou esta quinta-feira que as suas forças alvejaram instalações militares iranianas, após três dos seus navios terem intercetado ataques quando transitavam pelo Estreito de Ormuz em direção ao Golfo Pérsico.
"As forças norte-americanas intercetaram ataques iranianos não provocados e responderam com ataques defensivos enquanto os contratorpedeiros de mísseis guiados da Marinha transitavam pelo Estreito de Ormuz em direção ao Golfo Pérsico", escreveu o Centcom, responsável pela região do Médio Oriente, nas redes sociais.
Os ataques contra os contratorpedeiros USS Truxtun, USS Rafael Peralta e USS Mason envolveram "mísseis, drones e pequenas embarcações", adiantou o Centcom, enquanto em Teerão o comando militar acusava Washington de violar o cessar-fogo.
Lusa
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Trump afirma que ataques contra o Irão são apenas "pancadinhas de amor" e garante que "cessar-fogo está a ser cumprido"
O presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou esta quinta-feira em declarações à ABC News, que os ataques recentes contra o Irão são apenas "pancadinhas de amor".
"O cessar-fogo está em vigor. Está a ser cumprido", garantiu o republicano.
Joana Mendes
JornalistaSeguir Autor:
Forças de Teerão acusam EUA de violarem cessar-fogo
O Comando das Forças Armadas iranianas acusou esta squinta-feira os Estados Unidos de violarem o cessar-fogo em vigor ao atacarem navios perto do Estreito de Ormuz.
As forças armadas dos Estados Unidos, "violando o cessar-fogo, alvejaram um petroleiro iraniano que deixava a costa iraniana (...), para o Estreito de Ormuz, bem como outra embarcação que entrava no estreito, perto do porto de Fujairah, nos Emirados Árabes Unidos", afirmou o Comando das Forças Armadas Khatam Al-Anbiya, citado pelo canal de televisão IRIB.
Segundo a agência de notícias iraniana Tasnim, o porta-voz acusou Washington de atacar também "zonas civis na costa do porto de Khaur Mir, Sirik e da Ilha de Qeshm", sublinhando que estes ataques foram realizados "em colaboração com alguns países da região".
Lusa
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EUA atacam portos iranianos de Qaeshm e Bandar Abbas. Irão retalia e atinge contratorpedeiros norte-americanos em Ormuz
As forças norte-americanas atacaram o porto iraniano da ilha de Qaeshm e a cidade de Bandar Abbas, segundo informações avançadas pela Fox News. O ataque levou à retaliação das forças iranianas, existindo relatos de um ataque contra contratorpedeiros norte-americanos em Ormuz.
Correio da Manhã
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Pelo menos 1500 navios e tripulações retidos devido ao bloqueio em Ormuz
Cerca de 1500 navios e as respetivas tripulações continuam retidos no golfo Pérsico devido ao bloqueio imposto pelo Irão no estreito de Ormuz, afirmou esta quinta-feira um responsável da Organização Marítima Internacional (OMI).
"Neste momento, temos cerca de 20.000 tripulantes e cerca de 1.500 navios retidos", declarou Arsenio Dominguez, secretário-geral da agência da ONU encarregue pela segurança marítima, por ocasião da abertura da Convenção Marítima das Américas na capital do Panamá.
"São pessoas inocentes que desempenham o seu trabalho diariamente em benefício dos restantes países" e "que se veem apanhadas em situações geopolíticas que lhes são alheias", acrescentou Dominguez durante o evento que reuniu líderes da indústria e organismos internacionais do setor marítimo.
Lusa
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Forças israelitas atacam cidade no sul do Líbano
As forças israelitas atacaram a cidade de Kafrouna, no distrito de de Nabatieh, no sul do Líbano, avançou o jornal AL Jazeera.
Do ataque resultou um prédio destruído e vários carros danificados. A Agência Nacional de Notícias do Líbano (NNA) já tinha informado que as forças de Israel tinham atacado Zawtar al-Sharqiyah, Al-Qusaybah, Haboush, Deir al-Zahrani e Nabatieh al-Fouqa, cidades do mesmo distrito.
Pelo menos nove pessoas morreram em Gaza durante ataques israelitas
Nove pessoas morreram e outras 39 ficaram feridas nas últimas 24 horas em Gaza, durante ataques aéreos israelitas. A informação foi avançada pelo ministério da Saúde, citada pela AL Jazeera.
Desde o cessar-fogo de outubro de 2025, 846 pessoas em Gaza foram mortas em ataques israelitas e 2.418 ficaram feridas. Sobe agora para 72.628 o número de palestinianos que morreram desde o início do conflito, em outubro de 2023.
Israel confirma: foram mortos 220 membros do Hezbollah desde o início do cessar-fogo
O exército israelita confirmou a morte de 220 membros do Hezbollah desde o cessar-fogo, a 17 de abril. O anúncio foi feito por um porta-voz militar de Israel, divulgado pela Al Jazeera.
Só nas últimas semanas, os soldados israelitas mataram 85 membros do Hezbollah e atingiram mais de 180 instalações militares.
O Ministério da Saúde do Líbano afirma que Israel matou mais de 2.700 pessoas desde 2 de março, incluindo dezenas desde o início da suposta trégua.
Presidente iraniano reuniu-se com líder supremo sem revelar data
O Presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, anunciou esta quinta-feira que se reuniu com o líder supremo, Mojtaba Khamenei, que não é visto em público desde a nomeação em março, em plena guerra com Estados Unidos e Israel.
"O que mais me marcou neste encontro foi a visão e a abordagem humilde e sincera do líder supremo da Revolução Islâmica", declarou Pezeshkian num vídeo transmitido pela televisão estatal.
Pezeshkian não precisou quando ocorreu a reunião, referindo apenas que se realizou durante uma visita ao Ministério da Indústria, Minas e Comércio e durou cerca de duas horas e meia.
Lusa
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Macau disponibiliza 8,4 milhões de euros para aliviar aumento dos combustíveis
O Governo de Macau anunciou esta quinta-feira que vai disponibilizar 80 milhões de patacas (8,4 milhões de euros) aos operadores petrolíferos do território para aliviar o aumento no preço dos combustíveis gerado pela guerra no Médio Oriente.
Segundo indicou o diretor da Direção dos Serviços de Economia e Desenvolvimento Tecnológico (DSEDT), Yau Yun Wah, "plano visa aliviar a pressão sobre os custos e evitar que o aumento do preço do diesel seja repercutido nos preços de bens de consumo", afirmou.
O novo subsídio anunciado pelas autoridades de Macau será de 3,3 patacas (0,35 euros) por litro de gasóleo, o mais usado na cidade, durante dois meses, entre 11 de maio e 10 de julho de 2026.
De acordo com Yau Yun Wah, os utilizadores de gasóleo em Macau consomem cerca de 11 milhões de litros de gasóleo por mês, com aproximadamente 8.600 veículos movidos por esse combustível registados na cidade.
Lusa
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Netanyahu confirma ataque em Beirute contra comandante do Hezbollah
Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel, confirmou o ataque das Forças de Defesa de Israel (IDF) contra o comandante da Força Radwan do Hezbollah, esta quarta-feira, em Beirute, capital libanesa, segundo a Aljazeera.
"Os terroristas da Radwan são responsáveis por disparar contra os colonatos israelitas e por ferir soldados das FDI [Forças de Defesa de Israel]. Nenhum terrorista tem imunidade – o braço longo de Israel alcançará todos os inimigos e assassinos", declarou o israelita.
Esta foi a primeira vez que Israel atacou os subúrbios do sul de Beirute desde o cessar-fogo acordo com o Hezbollah, anunciado a 17 de abril.
Correio da Manhã
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Netanyahu conversará ainda esta quarta-feira com Donald Trump
O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, afirmou que conversará, ainda esta quarta-feira, com o presidente norte-americano, Donald Trump, sobre as negociações entre os EUA e o Irão para terminar com o conflito no Médio Oriente, avança a Aljazeera.
“Há total coordenação entre nós, não há surpresas. Compartilhamos objetivos comuns e o mais importante é a remoção do material enriquecido do Irão e o desmantelamento das capacidades de enriquecimento do Irão”, disse Netanyahu.
Correio da Manhã
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Tribunal israelita rejeita recurso contra prolongamento de detenção de ativistas da flotilha
A justiça israelita validou a extensão até domingo da detenção dos dois ativistas da Flotilha Global Sumud detidos ao largo da costa da Grécia, rejeitando um recurso contra este prolongamento, disse à AFP o advogado de defesa.
"O tribunal de Berseba rejeitou o nosso recurso e aceitou todos os argumentos do Estado", disse Hadeel Abu Salih, advogado do espanhol Saif Abu Keshek e do brasileiro Thiago Ávila, que integraram a flotilha que pretendia levar ajuda humanitária para a Faixa de Gaza.
Os dois detidos compareceram, esta quarta-feira, a tribunal para contestar o prolongamento da sua detenção, após a justiça ter decidido na terça-feira que Saif e Thiago ficariam mais seis dias na prisão.
Lusa
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Irão afirma que será possível a passagem pelo estreito de Ormuz
A Guarda Revolucionária do Irão (IRGC) anunciou esta quarta-feira que o Estreito de Ormuz poderá reabrir em breve e de modo seguro. Isto, em reação ao anúncio da suspensão da escolta norte-americana a navios no Estreito de Ormuz, feito ontem à noite por Donald Trump.
“Com o fim das ameaças dos agressores e à luz dos novos procedimentos, a possibilidade de livre circulação no estreito vai ser garantida”, pode ler-se na declaração da IRGC, citada pela Reuters.
A declaração não especificou em que consistiriam os novos procedimentos e agradeceu aos armadores e capitães dos navios por respeitarem os regulamentos iranianos ao transitarem pela via navegável.
Correio da Manhã
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Paquistão admite que poderá ser alcançado acordo de paz
O primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, mediador no conflito entre o Irão, os Estados Unidos e Israel, admitiu esta quarta-feira a celebração de um acordo de paz para o Médio Oriente.
"Estamos esperançados de que a atual dinâmica resulte num acordo duradouro que garanta a paz e a estabilidade permanentes para a região", disse Sharif numa mensagem publicada esta quarta-feira nas redes sociais.
Na mesma mensagem, Sharif agradeceu diretamente ao Presidente norte-americano, Donald Trump, por ter suspendido a operação de escolta de navios no estreito de Ormuz e que tinha sido anunciada na terça-feira.
O Presidente dos Estados Unidos especificou que a pausa foi decidida a pedido do Paquistão, entre outros países, acrescentando que o bloqueio norte-americano aos portos iranianos, que entrou em vigor a 13 de abril, se manteria em vigor.
Lusa
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Pelo menos 11 mortos e 40 feridos em incêndio num centro comercial
Pelo menos 11 pessoas morreram e outras 40 ficaram feridas num incêndio num centro comercial, com 250 lojas e 50 escritórios, na cidade Andisheh, a 30 quilómetros de Teerão, noticiou esta quarta-feira a televisão estatal do Irão.
Os órgãos de Comunicação Social do Irão publicaram imagens de vários andares do edifício em chamas e densas colunas de fumo negro.
O Ministério Público abriu uma investigação para determinar a causa do incêndio e emitiu um mandado de detenção para o empreiteiro do prédio.
VÍDEO: AP
Lusa
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Membros da tripulação de navio francês feridos em ataque no estreito de Ormuz
A empresa francesa de transporte marítimo e logística CMA CGM afirmou, esta quarta-feira, que diversos membros da tripulação de uma das suas embarcações ficaram feridos após um navio ter sido alvo de ataques enquanto transitava no estreito de Ormuz.
Os tripulantes foram evacuados e estão a receber tratamento hospitalar, avança o Aljazeera.
Correio da Manhã
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Trump diz que Xi é "muito gentil" sobre guerra e encerramento do estreito de Ormuz
O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou esta terça-feira que o seu homólogo chinês, Xi Jinping, tem sido "muito gentil" relativamente à guerra lançada por Washington contra o Irão e ao consequente encerramento do estreito de Ormuz.
"Vou falar sobre esta questão em particular (Irão), mas tenho de dizer que (Xi) tem sido muito amável quanto a isso", respondeu Trump aos jornalistas num evento na Casa Branca quando lhe perguntaram se discutiria a guerra com o líder chinês durante a visita a Pequim, que começa no dia 13.
A decisão do Irão de encerrar o tráfego marítimo no estreito de Ormuz, desde o início da ofensiva dos Estados Unidos (EUA) e de Israel contra Teerão afeta seriamente as necessidades energéticas do gigante asiático.
Lusa
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Emirados intercetam mísseis e drones iranianos pelo segundo dia consecutivo
Os Emirados Árabes Unidos anunciaram esta terça-feira que as suas defesas aéreas intercetaram pelo segundo dia consecutivo mísseis balísticos, mísseis de cruzeiro e drones lançados a partir do Irão, apesar do cessar-fogo entre Teerão e Washington.
Numa mensagem na rede social X, o Ministério da Defesa relatou que os seus sistemas antiaéreos estavam "a combater ataques de mísseis e drones originários do Irão", relatando que foram escutados sons em várias partes do país em resultado da interceção dos projéteis iranianos.
Na segunda-feira, os Emirados informaram que foram intercetados 15 mísseis e quatro drones lançados a partir do Irão, que causaram três feridos.
Lusa
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Unicef pede donativos para enfrentar "impacto devastador"da guerra no Líbano
A Unicef pediu, esta terça-feira, donativos para reunir 48,3 milhões de dólares (44,4 milhões de euros) destinados a enfrentar nos próximos três meses o "impacto devastador" da guerra no Líbano, que já deixou 400 mil crianças deslocadas.
Num apelo divulgado em comunicado pela Unicef Portugal, a organização refere que o cessar-fogo, acordado no mês passado entre os governos do Líbano e de Israel, embora contestado pelo grupo xiita Hezbollah, "abre uma janela de esperança, mas expõe também a dimensão da destruição e do impacto devastador do conflito nas crianças".
Desde o recomeço do conflito, no início de março, a ofensiva israelita contra o grupo político e militar apoiado pelo Irão já provocou 2.696 mortos e 8.264 feridos, segundo o último balanço das autoridades de Beirute, que registam também acima de um milhão de deslocados.
Lusa
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Irão ataca Emirados Árabes Unidos com mísseis e drones
Os Emirados Árabes Unidos dizem que os "sistemas de defesa áerea estão a lidar com ataques de mísseis e drones com origem no Irão", avança a Al Jazeera.
"O Ministro de Defesa confirma que os sons ouvidos em áreas dispersas do país são resultado dos sistemas de defesa áerea dos Emirados Árabes a intercetar mísseis balísticos e drones", disse o ministério na rede social X.
Correio da Manhã
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Trump admite mais duas ou três semanas de guerra com o Irão sem preocupações de tempo
O Presidente norte-americano admitiu que a guerra com o Irão poderá prolongar-se ainda por duas ou três semanas e descartou que o tempo seja um "fator crucial" para os interesses de Washington.
"De uma forma ou de outra, ganhamos", afirmou Donald Trump durante uma entrevista à ABC News divulgada esta terça-feira, citada pela agência de notícias espanhola Europa Press (EP).
Trump disse que ou os Estados Unidos fecham um acordo com o Irão ou ganham a guerra "com muita facilidade".
Lusa
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EUA afirmam que "o Irão não controla o Estreito de Ormuz"
O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, afirmou que as Forças Armadas procuram "romper o domínio ilegal do Irão" sobre o Estreito de Ormuz por meio da Operação Liberdade.
"Os EUA visam proteger a navegação da agressão iraniana. Os EUA não precisarão entrar no espaço aéreo ou nas águas territoriais iranianas como parte da abertura do Estreito de Ormuz", declarou Hegseth, esta terça-feira, numa conferência de imprensa no Pentágono.
"Não estamos à procura de um conflito. Eles dizem que controlam o estreito, mas não controlam."
Correio da Manhã
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Subida dos custos logísticos pode afetar exportações
O secretário-geral da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Chinesa (CCILC), Bernardo Mendia, disse esta terça-feira à Lusa que o aumento dos custos de transporte devido ao conflito no Médio Oriente poderá afetar as exportações portuguesas.
Na segunda-feira, o líder da Associação de Fabricantes Chineses de Hong Kong (CMA, na sigla em inglês) disse que algumas empresas reportaram subidas de até 100% nos custos de logística de longa distância com o Médio Oriente e a Europa.
De acordo com a emissora pública RTHK, Wingco Lo Kam-wing acrescentou, num almoço com a imprensa local, que também os custos dos seguros de transporte aumentaram.
Lusa
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Londres pede fim da escalada no Médio Oriente após ataques iranianos contra Emirados
O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, condenou os ataques iranianos contra os Emirados Árabes Unidos, os primeiros registados desde a entrada em vigor da trégua no início de abril, e apelou a uma solução diplomática no Médio Oriente.
"O Reino Unido condena os ataques com drones e mísseis que tiveram como alvo os Emirados Árabes Unidos", reagiu Starmer num comunicado divulgado esta esta segunda-feira à noite.
"Esta escalada tem de cessar. O Irão deve empenhar-se verdadeiramente nas negociações, a fim de garantir que o cessar-fogo no Médio Oriente se mantenha e que se chegue a uma solução diplomática a longo prazo", acrescentou o chefe do Governo britânico.
Os Emirados Árabes Unidos anunciaram ter sido alvo de ataques iranianos na segunda-feira, no primeiro dia de uma operação norte-americana destinada a restabelecer a circulação de navios no estreito de Ormuz.
Lusa
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Banco central australiano volta a subir juros em 25 pontos base para 4,35%
O banco central da Austrália decidiu esta terça-feira aumentar a taxa de juro oficial em 25 pontos base, para 4,35%, num contexto de intensificação das pressões inflacionistas decorrentes de fatores internos e subida dos combustíveis.
A decisão, adotada por maioria de oito votos contra um, representa o terceiro aumento consecutivo e coloca as taxas de juro em níveis não vistos desde o início de 2025, numa medida que está em linha com o previsto pelos mercados.
O Banco da Reserva da Austrália (RBA, na sigla em inglês) indicou em comunicado que a inflação "registou uma subida significativa na segunda metade de 2025" e que os dados mais recentes confirmam que parte do aumento se deve a maiores pressões de capacidade na economia.
Lusa
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Seul vai rever posição sobre operações dos EUA no Estreito de Ormuz
Seul anunciou esta terçque vai "reavaliar cuidadosamente a sua posição" relativamente a uma eventual participação nas operações norte-americanas no Estreito de Ormuz, na sequência da explosão que atingiu um cargueiro fretado pela armadora sul-coreana HMM.
Sem se comprometer com uma eventual mudança, o ministério sul-coreano da Defesa indicou que pretende "reexaminar cuidadosamente a sua posição".
Seul tenciona definir a sua posição tendo em conta o direito internacional, a segurança das rotas marítimas internacionais, a sua aliança com os Estados Unidos e a situação de segurança na península coreana, precisou o ministério sul-coreano.
O Governo sul-coreano recordou, por outro lado, que "participa ativamente nas discussões internacionais sobre a cooperação destinada a garantir uma passagem segura pelo estreito de Ormuz".
O navio sul-coreano atingido na segunda-feira, o HMM Namu, é um cargueiro polivalente com cerca de 180 metros, com pavilhão panamiano, de acordo com dados do portal MarineTraffic.
Todos os 24 membros da tripulação a bordo, incluindo seis sul-coreanos, estão sãos e salvos, precisou esta terça-feira o ministério sul-coreano dos Negócios Estrangeiros, e o incêndio está "completamente extinto".
Lusa
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Maersk anuncia que um dos seus navios atravessou o estreito de Ormuz
A gigante dinamarquesa do transporte de mercadorias em contentores Maersk informou esta terça-feira que um dos seus navios, o Alliance Fairfax, com pavilhão norte-americano, atravessou o estreito de Ormuz, escoltado pela Armada dos Estados Unidos.
"O Alliance Fairfax, um navio que transporta veículos e arvorando pavilhão americano, operado pela Farrell Lines, Inc., uma filial da transportadora americana Maersk Line Limited (MLL), atravessou o estreito de Ormuz e deixou o golfo Pérsico a 04 de maio", indicou a Maersk num comunicado transmitido à agência de notícias France-Presse.
"A travessia decorreu sem incidentes e todos os membros da tripulação estão sãos e salvos", precisou a armadora. O navio foi "acompanhado por meios militares norte-americanos", acrescentou.
Lusa
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Acordo de segurança com Israel deve preceder encontro com Netanyahu
O Presidente libanês, Joseph Aoun, defendeu esta segunda-feira que um acordo de segurança com Israel deve preceder qualquer encontro com o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, que os Estados Unidos estão a pressioná-lo a realizar.
Aoun reiterou que "o momento não é apropriado para uma reunião" com o líder israelita, indicou a presidência do Líbano num comunicado.
"Primeiro, é preciso alcançar um acordo de segurança" e obter "o fim da agressão israelita" ao Líbano, sublinhou.
Lusa
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Irão diz que não tinha planos para atacar Emirados, que admitem retaliar
As autoridades iranianas disseram, esta segunda-feira, que não planeavam atacar os Emirados Árabes Unidos, que denunciaram uma "escalada perigosa" de Teerão e anunciaram ter o "legítimo direito a responder".
O Irão "não tinha planos para atacar os Emirados Árabes Unidos", disse, esta segunda-feira, a televisão estatal iraniana, citando um oficial superior não identificado.
O Ministério da Defesa dos Emirados anunciou que foi disparada uma salva iraniana de quatro mísseis de cruzeiro em direção ao país, dos quais três foram derrubados e um caiu no mar.
Lusa
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Ataque iraniano causa incêndio em campo petrolífero nos Emirados Árabes Unidos
Um ataque de drone causou, esta segunda-feira, um incêndio no campo de petróleo de Fujairah (Fujeira) e provocou três feridos, anunciaram as autoridades dos Emirados Árabes Unidos, que reportaram quatro mísseis de cruzeiro disparados a partir do Irão.
"As equipas de Defesa Civil de Fujairah responderam imediatamente ao incidente e continuam os seus esforços para controlar o incêndio", disse o gabinete de imprensa do emirado num comunicado.
Segundo a mesma fonte, "três cidadãos indianos ficaram moderadamente feridos e foram transferidos para o hospital para tratamento".
Lusa
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Teerão afirma que disparos contra navios dos Estados Unidos foram de advertência
Os disparos efetuados, esta segunda-feira, pela marinha iraniana, incluindo de mísseis de cruzeiro, contra navios militares norte-americanos no estreito de Ormuz foram de advertência, informou a televisão estatal, citando um comunicado militar.
"Uma vez que os navios americano-sionistas [norte-americanos e israelitas] ignoraram a nossa advertência inicial, a marinha (...) lançou mísseis de cruzeiro, foguetes e drones de combate na sua direção", disse a mesma fonte, citada pela agência France-Presse (AFP).
O Irão tinha alertado que atacaria as forças dos Estados Unidos caso se aproximassem do estreito estratégico.
Lusa
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Preço dos produtos agrícolas base pode subir 8,5% em 2026
O preço dos principais produtos agrícolas base poderá subir 8,5% este ano e 3,8% em 2027, devido ao aumento do preço dos fertilizantes relacionado com a guerra no Irão, segundo uma análise da Crédito e Caución.
"O aumento dos preços dos fertilizantes resultará em preços dos alimentos mais elevados ainda este ano, além disso, o aumento dos preços da energia tem impacto em todas as fases da produção alimentar, desde a plantação e colheita até ao processamento, armazenamento e transporte", lê-se no documento.
De acordo com a seguradora, outro dos setores mais afetados é o transporte, com especial enfoque no marítimo, e um aumento sustentado de 50% nos preços do petróleo poderia elevar os custos do transporte marítimo entre 15% e 20%, sendo que as economias asiáticas seriam as mais afetadas.
A Crédito e Caución aponta também para os metais essenciais para setores estratégicos, que são afetados pelo bloqueio do estreito de Ormuz.
A região do Golfo gera 10% da produção mundial de alumínio, e grande parte é transportada através do estreito de Ormuz. Uma interrupção prolongada dessa linha de abastecimento "causaria uma grande crise global de preços", refere.
Lusa
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EUA negam que navio da Marinha tenha sido atingido por mísseis iranianos
O Comando Central dos EUA (CENTCOM) afirmou, esta segunda-feira, que "nenhum navio da Marinha dos EUA foi atingido".
"As forças americanas estão a apoiar o Projeto Liberdade e a reforçar o bloqueio naval aos portos iranianos", afirmaram em comunicado publicado na rede social X.
As declarações dos Estados Unidos contradizem as afirmações feitas anteriormente pelo Irão, que diziam ter atingido um navio da Marinha dos EUA com dois mísseis perto da ilha de Jask, no Golfo de Omã, depois de o mesmo ter ignorado os avisos da Guarda Revolucionária para parar.
Correio da Manhã
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Especialistas do BCE elevam previsões de inflação global para 2,7% ainda este ano
Os especialistas em previsões económicas consultados pelo Banco Central Europeu (BCE) elevaram as previsões de inflação global para 2026, de 1,8% na sondagem anterior para 2,7%, devido ao aumento dos preços da energia causado pela guerra no Médio Oriente.
O BCE informou esta segunda-feira que os especialistas em previsões económicas consultados no segundo trimestre preveem uma inflação geral na zona euro de 2,7% em 2026 (1,8% na sondagem realizada no primeiro trimestre), de 2,1% em 2027 (2%) e de 2% em 2028 (2,1%).
Segundo a informação disponibilizada, os auscultados preveem igualmente uma inflação geral média de 2% em 2030 (sem alterações em relação ao inquérito anterior).
Lusa
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Irão diz ter atingido navio de guerra dos EUA com dois mísseis no Golfo de Omã
A agência de notícias iraniana Fars informou, esta segunda-feira, que dois mísseis iranianos atingiram um navio da Marinha dos EUA perto da ilha de Jask, no golfo de Omã, depois do mesmo ter ignorado os avisos para parar a rota.
O relato do ataque acontece depois do presidente dos EUA, Donald Trump, afirmar que o país irá iniciar o "Projeto Liberdade", esta segunda-feira, para "conduzir" navios encalhados para fora do estreito de Ormuz.
O Comando Central dos EUA afirmou que apoiaria o esforço com 15 mil militares, mais de 100 aeronaves, navios de guerra e drones.
Correio da Manhã
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Empresas da zona euro preveem fortes aumentos de preços com prolongar da guerra
As maiores empresas da zona euro preveem fortes aumentos de preços se a guerra no Médio Oriente não terminar em breve, mas antecipam um crescimento salarial moderado, segundo um inquérito do Banco Central Europeu (BCE) divulgado esta segunda-feira.
As empresas afirmaram que "o aumento do preço do petróleo em março foi rapidamente repercutido nos preços de venda da maioria dos bens e serviços que dependem do petróleo, mas a repercussão mais ampla poderá ser mais gradual do que no passado", referiu o BCE, após ter auscultado representantes de 67 empresas líderes da zona euro, entre 23 de março e 01 de abril.
As empresas de transporte aéreo, logística, química, de plásticos e de embalagens afirmaram que aumentaram os preços de venda, frequentemente em valores de dois dígitos (o que significa pelo menos 10% ou mais), em março, ou que anunciaram esses aumentos para o segundo trimestre.
Lusa
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Teerão executou mais três alegados manifestantes dos protestos de janeiro
O Irão executou esta segunda-feira três pessoas, que tinham sido detidas durante os protestos de janeiro na cidade de Mashhad, no nordeste do país.
Os três cidadãos iranianos tinham sido acusados de colaborar com Israel e com os Estados Unidos e de liderar tumultos que resultaram na morte de vários membros das forças de segurança.
A agência de notícias Mizan, meio oficial do poder judicial iraniano, indicou esta segunda-feira que após a ratificação da sentença pelo Supremo Tribunal, "Ebrahim Dolatabadi, Mehdi Rasouli e Mohammadreza Miri foram enforcados".
Lusa
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Aeroporto do Dubai com quebra de 21% de passageiros
O Aeroporto Internacional de Dubai (DXB), um dos mais movimentados do Mundo, registou uma quebra de 20,6% no número de passageiros no primeiro trimestre de 2026, comparando com o mesmo período de 2025, devido à guerra no Golfo Pérsico.
Segundo dados do governo de Dubai "o DXB movimentou 18,6 milhões de passageiros no primeiro trimestre de 2026, uma queda de 20,6% em comparação com o mesmo período do ano passado", em virtude dos ataques iranianos contra os Emirados Árabes Unidos (EAU).
Os números refletem "o impacto das interrupções no espaço aéreo regional que se intensificaram durante março", mês em que "o tráfego de passageiros atingiu 2,5 milhões, uma queda de 65,7% em relação ao ano anterior".
Este aeroporto, projetado para ser o mais movimentado do mundo até 2025, com 95,2 milhões de passageiros, foi forçado a suspender as operações em diversas ocasiões, assim como outros aeroportos da região, devido à guerra iniciada pelos Estados Unidos e Israel contra o Irão, em 28 de fevereiro.
Lusa
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Teerão ameaça atacar qualquer navio que tente atravessar estreito de Ormuz
O Irão ameaçou esta segunda-feira atacar qualquer navio, incluindo dos Estados Unidos, que tente atravessar o estreito de Ormuz, depois do Presidente norte-americano Donald Trump anunciar a escolta dos navios pelas forças de Washington.
"Advertimos que qualquer força armada estrangeira, especialmente o agressivo exército norte-americano, será alvo dos nossos ataques, se tentar aproximar-se ou entrar no estreito de Ormuz", declarou o general Ali Abdollahi, chefe do Comando Unificado de Operações Khatam al-Anbiya do exército do Irão, citado pela televisão estatal iraniana na plataforma de mensagens Telegram.
Donald Trump anunciou no domingo na rede social que lhe pertence, Truth Social, o início, esta segunda-feira, da operação "Projeto Liberdade", que responde aos pedidos de "países de todo o mundo" de ajuda dos EUA para permitir a passagem segura dos respetivos navios.
Lusa
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EUA mobilizam mais de 100 aviões, navios e 15 mil militares nas escoltas em Ormuz
A operação dos Estados Unidos para libertar os navios retidos no estreito de Ormuz devido ao bloqueio iraniano mobilizará mais de 100 aeronaves, contratorpedeiros, drones e 15 mil efetivos militares.
A missão, denominada, segundo Donald Trump, "Projeto Liberdade", terá início na segunda-feira, informou o chefe de Estado norte-americano, no domingo, numa mensagem na rede social que detém, Truth Social, depois de "países de todo o mundo" terem solicitado a ajuda dos EUA para permitir a passagem segura dos respetivos navios.
Segundo o Presidente, muitos dos países com navios bloqueados são inocentes e não têm qualquer relação com o conflito no Irão, pelo que os Estados Unidos entendem a escolta pelo estreito de Ormuz como um "gesto humanitário", no qual instam o Irão a participar.
Lusa
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Segundo navio atacado no Estreito de Ormuz em menos de 24h
A agência britânica de Operações Marítimas Comerciais (UKMTO), que monitoriza a segurança de navios e marinheiros em todo o mundo, registou esta segunda-feira um ataque contra um petroleiro no estreito de Ormuz, o segundo em menos de 24 horas.
O petroleiro, de bandeira não identificada, foi atingido às 20h40 de domingo (hora de Lisboa) "por um projétil desconhecido", sem causar feridos entre a tripulação nem impacto ambiental.
O incidente ocorreu a 78 milhas náuticas (cerca de 144 quilómetros) a norte de Fujairah, nos Emirados Árabes Unidos, segundo a agência britânica, que pediu aos navios que transitam pela zona para redobrarem as precauções e informarem a agência de qualquer atividade suspeita.
Lusa
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Trump afirma que EUA vão escoltar navios no Estreito de Ormuz a partir de segunda-feira
O presidente dos EUA anunciou na rede social TruthSocial que os navios bloqueados no Estreito de Ormuz serão libertados na manhã de segunda-feira.
"Disse aos meus representantes para lhes comunicarem que envidaremos todos os esforços para retirar os seus navios e tripulações em segurança do Estreito", afirmou Donald Trump.
Trump acrescentou que os seus representantes estão a ter "conversas muito positivas com o Irão e que estas conversas poderão conduzir a algo muito positivo para todos".
Classificou a libertação do estreito como um "gesto humanitário em nome dos Estados Unidos, dos países do Médio Oriente, mas, em particular, do Irão", uma vez que "muitos destes navios estão a ficar sem alimentos", e acrescentou que quem interferir "terá de ser tratado com firmeza".
Trump considera a nova proposta do Irão "inaceitável"
Donald Trump declarou que analisou a nova proposta do Irão e que a considerou "inaceitável".
"Analisei-a, analisei tudo - não é aceitável", terá o presidente dos EUA afirmado ao meio israelita Kan News.
O presidente dos EUA também falou sobre o caso de corrupção de Netanyahu e disse que o primeiro-ministro israelita deveria ser perdoado pelo presidente Herzog.
Trump disse a um repórter da Kan News: "Diga ao seu presidente para perdoar Bibi. É um primeiro-ministro em tempo de guerra. Não teriam Israel se não fosse por mim e pelo Bibi, por essa ordem. Querem ter um primeiro-ministro que se possa concentrar na guerra, não em disparates."
EUA já responderam à proposta de paz de 14 pontos do Irão
O Irão afirma que os Estados Unidos responderam à proposta de 14 pontos através do Paquistão. Teerão está agora a analisar a resposta, de acordo com o The Times of Israel.
"Nesta fase, não temos negociações nucleares", afirma um porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano.
"Ainda não pagaram um preço suficientemente alto": Trump aponta para rejeição do plano de 14 pontos do Irão
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou na rede social Truth Social que ainda não analisou a proposta de 14 pontos enviada pelo Irão para pôr fim à guerra, mas que é provável que a rejeite, uma vez que os iranianos "ainda não pagaram um preço suficientemente alto".
As declarações de Donald Trump nas redes sociais surgem no mesmo dia em que o presidente norte-americano afirmou publicamente estar a ponderar retomar os ataques aéreos. Os EUA e Israel iniciaram o cessar-fogo há quatro semanas, mas o acordo para que a guerra chegue ao fim ainda parece estar distante.
Na sua publicação, Trump escreve: "Em breve irei analisar o plano que o Irão acabou de nos enviar, mas não consigo imaginar que seja aceitável, uma vez que ainda não pagaram um preço suficientemente elevado pelo que fizeram à Humanidade e ao Mundo nos últimos 47 anos."
Guarda Revolucionária desafia EUA a optarem por "mau acordo" ou operação militar "impossível"
A Guarda Revolucionária do Irão desafiou este domingo os Estados Unidos a escolherem entre uma operação militar "impossível" ou um "mau acordo" no conflito no Médio Oriente.
"A margem de manobra dos Estados Unidos na tomada de decisões diminuiu" e o Presidente norte-americano, "tem de escolher entre uma operação militar impossível ou um mau acordo com a República Islâmica", afirmou o serviço de informações da Guarda Revolucionária Islâmica num comunicado divulgado pela televisão estatal.
O serviço de informações iraniano citou, entre outras coisas, um "ultimato" iraniano em relação ao bloqueio norte-americano aos portos do país e uma "mudança de tom" da China, Rússia e Europa em relação a Washington.
Lusa
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Irão envia aos EUA plano de 14 pontos para pôr fim à guerra "em todas as frentes"
O Irão terá apresentado aos Estados Unidos um plano de 14 pontos centrado no "fim da guerra". Os EUA tinham solicitado um cessar-fogo com um prazo de dois meses, mas o Irão insistiu que as questões devem ser resolvidas no prazo de 30 dias e que o foco deve ser "pôr fim à guerra", em vez de prolongar o cessar-fogo, segundo informou a agência de notícias iraniana Tasnim.
A agência acrescentou que o plano de 14 pontos do Irão para os EUA inclui garantias de não agressão, a retirada das forças norte-americanas das proximidades do Irão, o levantamento do bloqueio naval, a libertação dos ativos congelados do Irão, o levantamento das sanções e o fim da guerra "em todas as frentes", incluindo no Líbano.
O Irão estará, alegadamente, à espera de uma resposta dos EUA à sua proposta.
Pelo menos 41 mortos no Líbano só nas últimas 24 horas
O Ministério da Saúde do Líbano avançou, citado pela Sky News, que nas últimas 24 horas morreram 41 pessoas no país, resultado dos ataques por parte de Israel. Agora, são 2.659 as vítimas desde o início do conflito no Médio Oriente, a 2 de março.
Há cerca de 24 horas, um outro comunicado dava conta de 2.618 mortes.
Israel e o Líbano acordaram um cessar-fogo, no passado dia 17 de abril, mas que não tem sido respeitado.
"Irão está preparado para ambos os caminhos": diplomacia ou guerra
O vice-ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Kazem Gharibabadi, afirma que o Irão sempre acreditou na diplomacia baseada nos interesses para resolver as questões existentes e tem desempenhado o seu papel.
"O Irão apresentou o seu plano ao Paquistão, na qualidade de mediador, com o objetivo de pôr fim de forma definitiva à guerra imposta, e agora a bola está no campo dos Estados Unidos para escolher o caminho da diplomacia ou continuar com a abordagem de confronto", afirmou, segundo o Al Jazeera, numa reunião de embaixadores e chefes de missões diplomáticas estrangeiras em Teerão.
"O Irão está preparado para ambos os caminhos, a fim de garantir os seus interesses nacionais e a sua segurança e, em qualquer caso, manterá sempre o seu pessimismo e desconfiança em relação aos Estados Unidos e à sua honestidade no caminho da diplomacia", acrescentou.
Irão prepara lei para gerir estreito de Ormuz
O vice-presidente do Parlamento iraniano, Hamidreza Haji-Babaei, afirma que o novo projeto de lei impediria os navios de Estados inimigos de transitarem pelo estreito de Ormuz, a menos que esses países paguem reparações de guerra.
Afirmou que o projeto de lei permite que outros navios passem após obterem autorização e aprovação do Irão. Deixou ainda o aviso de que o tráfego marítimo no Estreito de Ormuz não voltará a ser o que era antes da guerra, de acordo com o Al Jazeera.
EUA afirmam ter redirecionado 48 embarcações de portos iranianos durante o bloqueio naval
O Comando Central dos EUA (CENTCOM) afirma que "48 embarcações foram redirecionadas para garantir o cumprimento do bloqueio" nos últimos 20 dias.
Os EUA impõem um bloqueio naval desde 13 de abril, dias após o anúncio de um cessar-fogo. O bloqueio visa o tráfego marítimo iraniano em resposta às restrições impostas pelo Irão à navegação pelo Estreito de Ormuz devido à guerra entre os EUA e Israel que teve início a 28 de fevereiro.
Pelo menos sete pessoas mortas em ataques israelitas no sul do Líbano
Ataques israelitas mataram, este sábado, pelo menos sete pessoas no sul do Líbano. Um ataque aéreo contra um carro na vila de Kfar Dajal matou duas pessoas, enquanto outro atingiu uma casa na vila de Lwaizeh, matando três. Outras duas pessoas morreram num ataque na vila de Shoukin, segundo a Associated Press.
Apesar do cessar-fogo, em vigor desde o passado dia 17 de abril, Israel e o Hezbollah, mantêm os ataques.
NATO diz estar a "colaborar" com EUA para "compreender" retirada de soldados da Alemanha
A NATO disse este sábado que está a "colaborar" com os Estados Unidos para compreender melhor a decisão de Washington de retirar cerca de 5.0000 soldados norte-americanos da Alemanha até 2027, afirmou uma porta-voz da aliança.
"Estamos a colaborar com os Estados Unidos para compreender melhor os detalhes da sua decisão relativa ao dispositivo militar na Alemanha", afirmou a porta-voz da Organização do Tratado do Atlântico Norte [NATO, na sigla em inglês], Allison Hart, na sua conta da rede social X, citada pela agência de notícias francesa AFP.
Segundo a porta-voz da NATO, esta retirada parcial de tropas norte-americanas da Alemanha intensifica a necessidade da Europa continuar a investir mais no setor da defesa, bem como a assumir mais responsabilidade pela segurança comum" do Velho Continente.
Lusa
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Alto responsável militar iraniano considera provável retomar a guerra com os EUA
Um alto responsável militar iraniano afirmou este sábado que "é provável" o retomar da guerra entre o Irão e os Estados Unidos, depois de o Presidente norte-americano ter dito não estar satisfeito com uma nova proposta de negociação iraniana.
"As Forças Armadas estão totalmente preparadas para qualquer nova aventura ou loucura dos norte-americanos", disse o general Mohammad Jaafar al-Asadi, vice-chefe de inspeção do Quartel-General Central de Khatam al-Anbiya, segundo a agência de notícias Fars, ligada à Guarda Revolucionária.
Al-Asadi afirmou ainda que as ações e declarações das autoridades norte-americanas são sobretudo para fins mediáticos e visam "livrar-se do atoleiro que criaram".
Lusa
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Irão executa dois homens por espionagem a favor de Israel
O Irão executou dois homens, este sábado, acusados de espionagem a favor de Israel, incluindo um acusado de recolher informações perto da instalação nuclear de Natanz, na província central de Isfahan, no Irão, avança a Reuters.
Correio da Manhã
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Estados Unidos vão retirar 5 mil soldados da Alemanha
O secretário da Defesa dos EUA, Pete Hegseth, ordenou esta sexta-feira a retirada de 5 mil soldados norte-americanos da Alemanha, informou o Pentágono, numa aparente reprimenda dos EUA a este aliado próximo da NATO, num contexto de crescente desavença entre o presidente Donald Trump e a Europa em relação à guerra no Irão.
Donald Trump já tinha feito a ameaça de retirada de tropas, após uma troca de palavras acesa com o chanceler alemão Friedrich Merz, que acusou o governo iraniano de "humilhar" os Estados Unidos nas negociações de paz paralisadas para pôr fim à guerra que já dura há dois meses.
O porta-voz principal do Pentágono, Sean Parnell, afirmou que a retirada deverá estar concluída nos próximos seis a doze meses, de acordo com a Reuters.
Trump diz que Irão com armas nucleares "não vai acontecer" e volta a criticar Espanha e Itália
Donald Trump voltou a criticar Espanha e Itália pelo que considera ser um apoio insuficiente às operações militares dos EUA no Irão, alegando que esses países devem "achar que não há problema em o Irão ter uma arma nuclear".
"Não estou contente com Itália e não estou contente com Espanha", disse o presidente dos EUA aos jornalistas.
"Quem achar que não há problema em o Irão ter uma arma nuclear não é muito inteligente", acrescentou. "Se alguma vez lhes fosse permitido ter uma arma nuclear, teríamos problemas como o mundo nunca viu antes, e isso não vai acontecer."
Trump afirma que o Irão "fez progressos, mas não os suficientes"
Donald Trump afirmou, em declarações à imprensa esta sexta-feira, que o Irão "fez progressos" no sentido de um acordo, mas que não tem a certeza se "alguma vez chegarão lá".
No que diz respeito a uma potencial nova ronda de conversações presenciais no Paquistão, Trump afirmou que os EUA têm "grande respeito" pelo Paquistão e pelos seus líderes, mas que "a viagem é muito longa". Afirmou ainda que, neste momento, todas as negociações estão a decorrer por telefone.
O presidente norte-americano reiterou a alegação de que a liderança do Irão está "desarticulada": "Há uma enorme discórdia… estão a ter uma enorme dificuldade em dar-se bem uns com os outros», afirmou o presidente dos EUA. «A liderança está muito desarticulada, tem dois ou três grupos, talvez quatro… Dito isto, todos querem chegar a um acordo".
Trump afirma que "o Irão quer chegar a um acordo", mas que "não está satisfeito"
Donald Trump está a falar com jornalistas sobre os últimos desenvolvimentos relativos ao conflito com o Irão, que enviou recentemente uma nova proposta através do Paquistão.
O presidente norte-americano afirmou: "O Irão quer chegar a um acordo, mas não estou satisfeito, por isso vamos ver o que acontece."
Exército israelita destrói mosteiro e escola de freiras no sul do Líbano
Israel destruiu um mosteiro e uma escola de freiras na aldeia fronteiriça de Yaroun, no sul do Líbano, após ter destruído casas, lojas, estradas e vários pontos de referência na localidade, informa a Agência Nacional de Notícias do Líbano.
Israel tem vindo a aniquilar sistematicamente bairros inteiros na região, enquanto responsáveis israelitas afirmam abertamente que pretendem replicar no Líbano a devastação que infligiram durante a guerra genocida em Gaza.
Irão entrega nova proposta aos EUA
O governo iraniano apresentou, esta quinta-feira, uma nova proposta aos EUA, através dos medidadores paquistaneses, avança a Sky News. Os dois países acordaram no passado dia 8 de abril um cessar-fogo temporário por 15 dias e que acabou por ser expandido por Donald Trump.
As duas potências estão em negociações para acabar com o conflito no Médio Oriente que deflagrou com a ofensiva norte-americana e israelita. Desde então já há registo de milhares de mortos de civis e soldados.
Correio da Manhã
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Dois mortos e pelo menos dez feridos em ataque israelita a sul do Líbano
Duas pessoas morreram e pelo menos dez ficaram feridas num ataque israelita na cidade de Nabatieh al-Fawqa, a sul do Líbano. Também foram relatados bombardeamentos nas cidades de Kfarchouba, al-Mansouri, Qounine e Wadi al-Hujeir, segundo a Al Jazeera.
Defesa antiaérea de Teerão ativada contra pequenos aviões e 'drones'
Os sistemas de defesa antiaérea iranianos foram esta noite ativados contra pequenos aviões e 'drones' nos céus de Teerão, segundo meios de comunicação locais.
As agências de notícias Tasnim e Fars relataram que os sistemas de defesa antiaérea foram ativados "para combater pequenas aeronaves e 'drones' de reconhecimento", segundo as informações disponíveis.
"O ruído da defesa aérea cessou após cerca de 20 minutos de atividade e de resposta contra pequenas aeronaves", relataram.
Novos ataques israelitas no Líbano fazem 15 mortos
Um novo ataque israelita no sul do Líbano provocou esta quinta-feira seis mortos, anunciou o Ministério da Saúde, elevando para pelo menos 15 o número de vítimas mortais em ataques de Israel ao longo do dia.
A Agência Nacional de Notícias (ANI) libanesa precisou, por sua vez, que um 'drone' israelita tinha atingido um grupo de pessoas "reunidas perto do cemitério" na localidade de Zebdine (sul), apesar do cessar-fogo em vigor desde 17 de abril.
O exército libanês declarou ainda que um dos seus militares e "vários membros da sua família" foram mortos num ataque que visou a sua residência, na região de Nabatiyé (sul).
Presidente do Irão considera bloqueio dos EUA "intolerável"
O presidente do Irão, Masoud Pezeshkian, afirmou esta quinta-feira na rede social X que o bloqueio naval imposto pelos EUA aos portos iranianos equivale a "uma extensão das operações militares".
"A continuação desta abordagem opressiva é intolerável", afirmou Pezeshkian, acrescentando que o Irão está a "pagar o preço pela sua resistência e independência".
Presidente libanês condena "violações persistentes" do cessar-fogo por Israel
O Presidente libanês, Joseph Aoun, condenou hoje as "violações persistentes" da trégua por parte de Israel, apelando a que seja exercida pressão para garantir o respeito pelo direito internacional.
"As violações israelitas persistem no sul, apesar do cessar-fogo, assim como a demolição de casas [...], enquanto o número de vítimas [...] aumenta", declarou num comunicado da Presidência.
Segundo reportou hoje a imprensa libanesa, várias localidades no sul do país foram atingidas por novos ataques israelitas, sem que tenha avançado o total de vítimas.
"É preciso exercer pressão sobre Israel para que respeite as leis e os acordos internacionais e cesse de visar civis e equipas de socorro", acrescentou Joseph Aoun, numa altura em que a trégua entrou em vigor a 17 de abril.
Para Aoun, Israel deve primeiro "aplicar integralmente o cessar-fogo antes de passar à fase das negociações", razão pela qual os ataques israelitas não podem continuar assim.
As operações militares no Líbano por parte de Israel, que afirma combater o movimento pró-iraniano Hezbollah, causaram mais de 2.500 mortos e mais de um milhão de deslocados desde o início de março, e 1,2 milhões de pessoas estão ameaçadas de insegurança alimentar aguda, segundo o Programa Alimentar Mundial (PAM).
Lusa
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Presidente iraniano prevê fracasso do bloqueio naval norte-americano
O Presidente iraniano, Massoud Pezeshkian, previu esta quinta-feira que o bloqueio dos Estados Unidos aos portos do seu país está "condenado ao fracasso" e avisou que só irá agravar a instabilidade no Golfo Pérsico.
"Todas as tentativas de impor um bloqueio marítimo são contrárias ao direito internacional (...) e estão condenadas ao fracasso", declarou Massoud Pezeshkian em um comunicado, depois de um alto funcionário da Casa Branca ter mencionado uma possível extensão do bloqueio "por vários meses".
Embora estas declarações tenham contribuído para a subida dos preços do petróleo, o Presidente iraniano defendeu que tais medidas de bloqueio "não só deixam de melhorar a segurança regional, como constituem uma fonte de tensão e uma perturbação para a estabilidade a longo prazo do Golfo".
Lusa
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EUA reivindicam bloqueio de 42 navios no Estreito de Ormuz
O Comando Central dos Estados Unidos (Centcom) afirmou quarta-feira que as suas forças impediram a passagem a 42 navios, no âmbito do bloqueio aos portos iranianos no Estreito de Ormuz, causando "prejuízos" significativos a Teerão.
"Hoje, as forças norte-americanas alcançaram um marco significativo ao redirecionar com sucesso o 42.º navio comercial que tentava violar o bloqueio", informou o almirante Brad Cooper, comandante do Centcom.
O oficial acrescentou que o bloqueio naval, que envolve mais de 200 aeronaves e mais de 25 navios, está a reter 41 petroleiros "com 69 milhões de barris de petróleo que o regime iraniano não pode vender".
Lusa
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Rangel considera que utilização das Lajes pelos EUA tem sido ínfima
O ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, defendeu esta quarta-feira que a utilização da Base das Lajes pelos Estados Unidos no conflito com o Irão tem sido ínfima, em comparação com os recursos dos norte-americanos no Médio Oriente.
"A utilização é ínfima, se pensarmos na escala da presença de forças dos EUA e todos os seus recursos na região [do Médio Oriente], estamos a falar de uma presença que não é muito relevante", referiu Rangel, no Programa Grande Entrevista da RTP, de Vítor Gonçalves.
O chefe da diplomacia portuguesa lembrou que a autorização portuguesa para a utilização da base nos Açores pelos norte-americanos está condicionada a que o material que passe pela base seja apenas utilizado como resposta a ataques, de forma proporcional e necessária e apenas contra alvos militares.
Lusa
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Trump pensa em reduzir tropas na Alemanha
Donald Trump recorreu à rede social Truth Social para anunciar que está a ser "estudada e analisada" a possibilidade de serem reduzidas tropas na Alemanha.
A declaração acontece no seguimento das criticas trocadas por ambos os governantes. O chanceler alemão Friedrich Merz disse que os Estados Unidos estão a ser "humilhados" pelo Irão no conflito no Médio Oriente. Em resposta, Trump, criticou a economia alemã.
"Tem de se render": Trump diz que nunca haverá acordo sem cedências de Teerão
Donald Trump afirmou esta quarta-feira, em declarações na Casa Branca, que o Irão percorreu "um longo caminho" nas negociações. "A questão é se vão longe o suficiente", acrescentou. "Nunca haverá um acordo, a menos que concordem que não haverá armas nucleares."
Trump continuou e classificou o bloqueio dos portos iranianos pelos EUA como "genial" e "infalível".
O Irão "tem de se render, é tudo o que têm de fazer. Basta dizer: 'Desistimos' ", acrescentou Donald Trump.
Trump reitera que o Irão não terá armas nucleares
Donald Trump afirmou esta quarta-feira que "os EUA neutralizaram" a marinha, a força aérea e os sistemas antiaéreos e de radar do Irão. O presidente dos EUA reiterou ainda que o Irão não terá armas nucleares. "Eles sabem disso e praticamente toda a gente também", afirmou Donald Trump.
"Eles têm muito pouco. Têm alguns mísseis, uma pequena percentagem", afirmou aos jornalistas na Sala Oval.
Acrescentou que cerca de 80% das instalações de fabrico de mísseis do Irão foram destruídas.
Bruxelas flexibiliza regras de auxílio estatais para apoiar agricultura e pescas
A Comissão Europeia aprovou esta quarta-feira um novo regime temporário de auxílios estatais para permitir que os Estados-membros apoiem os principais setores afetados pelo aumento dos preços provocado pela guerra no Médio Oriente, como a agricultura ou as pescas.
Em comunicado, a Comissão Europeia refere que este regime temporário só vai vigorar até 31 de dezembro de 2026 e visa apoiar os setores que estão a ser mais afetados a nível económico: agricultura, pesca, transportes terrestres, fluviais ou marítimos dentro da União Europeia (UE), e indústrias intensivas em energia.
"Os agricultores estão a sofrer pressões de várias direções: precisam de combustível para os seus tratores e estão a sofrer com o aumento do preço dos fertilizantes. Os pescadores e os transportadores também estão expostos aos preços dos combustíveis sem que tenham alternativas realistas ou imediatas", referiu em conferência de imprensa a vice-presidente da Comissão Europeia com a pasta da Competitividade, Teresa Ribera.
Lusa
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Trump acusa Irão de "não saber assinar um acordo não nuclear"
O presidente norte-americano, Donald Trump, acusou o Irão de não se conseguir organizar e de "não saber assinar um acordo não nuclear", através de uma publicação na rede social Truth Social. A publicação é acompanhada de uma imagem em que o presidente dos EUA surge com uma arma na mão e onde se lê "acabou-se o senhor simpático".
Correio da Manhã
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Trump pede a assessores para estarem preparados para um bloqueio prolongado aos portos do Irão
O presidente dos EUA, Donald Trump, alertou os assessores para estarem preparados para um bloqueio prolongado aos portos iranianos, avança o The Wall Street Journal. O presidente dos EUA está a optar pela manutenção do bloqueio aos portos iranianos para aumentar a pressão sobre Teerão, em vez de "recorrer ao início das hostilidades", de acordo com as fontes citadas pelo jornal norte-americano.
Correio da Manhã
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"Não sabe do que está a falar!": Trump critica posição de Friedrich Merz sobre guerra com o Irão
Donald Trump recorreu à rede social Truth Social, esta terça-feira, para atacar Friedrich Merz, depois de o chanceler da Alemanha ter criticado a forma como os Estados Unidos estão a gerir o conflito com o Irão.
Na mesma publicação, o presidente dos EUA não se poupou nas criticas à Alemanha afirmando que o país está "muito mal, tanto economicamente quanto noutros aspetos".
Friedrich Merz frisou esta segunda-feira que os Estados Unidos estão a ser "humilhados" pelo Irão e que Washington entrou no conflito sem objetivos claros. O chanceler disse ainda que "o problema com conflitos como este é sempre o seguinte: não basta entrar, é preciso também sair".
Correio da Manhã
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Brent supera 111 dólares com negociações estagnadas e Ormuz bloqueado
O barril de petróleo Brent continuava esta terça-feira a subir e, cerca das 12:20 em Lisboa, avançava 2,97% para 111,44 dólares, enquanto as negociações entre Washington e Teerão continuam estagnadas e o estreito de Ormuz bloqueado.
Cerca das 12:20 em Lisboa, e segundo dados da Bloomberg recolhidos pela Lusa, o Brent, petróleo de referência da Europa, para entrega em junho subia 2,97%, para 111,44 dólares.
O barril West Texas Intermediate (WTI), a referência nos EUA, também para entrega em junho, também acentuava a subida e à mesma hora aumentava 3,89% para 100,12 dólares.
Lusa
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Teerão revê balanço de ataque contra escola de Minab para 155 mortos
O bombardeamento da escola de Minab, no Irão, no primeiro dia da guerra desencadeada pelos EUA e Israel, matou 155 pessoas, incluindo 120 crianças, segundo um balanço revisto em baixa, divulgado hoje pela televisão estatal.
No final de março, o ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araghchi, declarou perante a ONU que "mais de 175 alunos e professores foram massacrados a sangue frio" na escola localizada no sul do Irão.
Mas, de acordo com um novo balanço publicado pela televisão estatal Irib e pelos meios de comunicação locais, que citam um responsável do poder judicial iraniano, "73 rapazes, 47 raparigas, 26 professores, sete pais, um motorista de autocarro escolar e um farmacêutico da clínica próxima da escola morreram como mártires no ataque à escola de Minab".
Lusa
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Dois brasileiros mortos em ataque de Israel no Líbano
O Governo do Brasil anunciou a morte de dois brasileiros no Líbano, devido a um ataque israelita, que descreveu como "mais um exemplo" das "reiteradas e inaceitáveis" violações do cessar-fogo de 16 de abril.
De acordo com um comunicado divulgado no início da noite de segunda-feira em Brasília, o Ministério das Relações Exteriores disse ter tomado conhecimento, "com consternação e pesar", das mortes, na segunda-feira, de uma criança de 11 anos, da mãe - ambos brasileiros -, e do pai, libanês, "vítimas de ataque das Forças de Defesa de Israel".
Outro filho do casal, igualmente brasileiro, encontra-se hospitalizado, refere-se no comunicado, onde se lê ainda que a família se encontrava em casa, no distrito de Bint Jeil, no sul do Líbano, no momento do bombardeamento.
Lusa
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Ministro dos Negócios Estrangeiros francês diz que o Irão tem de fazer "grandes concessões" para pôr fim à guerra
O ministro dos Negócios Estrangeiros francês, Jean-Noel Barrot, defendeu esta segunda-feira que o Irão tem de fazer "grandes concessões" nas negociações de paz para pôr fim à guerra no Médio Oriente.
"Não haverá solução duradoura para esta crise sem que o regime iraniano concorde com grandes concessões e uma mudança radical de postura", afirmou Barrot numa reunião do Conselho de Segurança da ONU.
No entanto, o chefe da diplomacia francesa afirmou que as vias marítimas internacionais "não estão à venda" e responsabilizou Estados Unidos, Israel e Irão pela crise no estreito de Ormuz.
Na reunião do Conselho de Segurança da ONU sobre segurança marítima, Barrot acrescentou que a crise energética e humanitária causada pelo encerramento do estreito de Ormuz começou depois das "operações lançadas pelos Estados Unidos e por Israel sem um objetivo claramente definido, conduzidas de forma a violar o direito internacional".
Barrot acrescentou, contudo, que o Irão é agora responsável pelo que está a fazer com esta via marítima estratégica.
"Os estreitos são as artérias do mundo. Não são propriedade de ninguém. Não estão à venda, pelo que não podem ser entravados por obstáculos, portagens ou subornos, nem pelo Irão nem por qualquer outra parte, sob qualquer pretexto", declarou.
Lusa
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EUA estão a analisar nova proposta do Irão para acabar com a guerra, diz porta-voz
A porta-voz da Casa Branca Karoline Leavitt disse aos jornalistas que os Estados Unidos estão a analisar a nova proposta do Irão para acabar com a guerra.
"Posso confirmar que o presidente se reuniu com a sua equipa de segurança nacional esta manhã — a reunião pode ainda estar a decorrer, ou talvez não… A proposta estava a ser discutida", cita a Al Jazeera.
O Irão enviou aos EUA uma proposta que inclui a reabertura do Estreito de Ormuz e o fim da guerra – com a condição de que as negociações sobre o programa nuclear sejam realizadas num futuro próximo.
Margarida Ponte Silva
JornalistaSeguir Autor:
Putin promete a Teerão todo o apoio no processo de paz
O Presidente russo, Vladimir Putin, assegurou esta segunda-feira ao chefe da diplomacia iraniano, Abbas Araghchi, que Moscovo fará tudo o que for possível para que a paz chegue o mais rapidamente possível ao Médio Oriente.
Durante o encontro, realizado na Biblioteca Presidencial em São Petersburgo, Putin considerou que os iranianos lutam heroicamente pela soberania, numa alusão à guerra que Estados Unidos e Israel travam contra o Irão desde 28 de fevereiro.
"Pela nossa parte, faremos tudo o que sirva os vossos interesses, os interesses de todos os povos da região, para que a paz possa ser alcançada o mais rapidamente possível", afirmou Putin, citado pelos meios de comunicação estatais russos.
Lusa
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Teerão apresenta nova proposta para reabrir o estreito de Ormuz
O Irão apresentou aos Estados Unidos uma nova proposta para reabrir o estreito de Ormuz e pôr fim à guerra, adiando para mais tarde as negociações sobre o programa nuclear de Teerão, informou o portal Axios.
Citando um responsável norte-americano e outras duas fontes não identificadas com conhecimento do assunto, o jornal digital indicou no domingo que Trump prevê analisar hoje com a sua equipa o atual impasse nas negociações e os possíveis passos a seguir.
A iniciativa surge em plena escalada de tensão, com o Comando Central norte-americano a confirmar no domingi que já impediu a passagem de 38 embarcações na zona, por ordem do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Lusa
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Trump garante não ter pressa para alcançar acordo com o Irão
O Presidente norte-americano, Donald Trump, garantiu, este domingo, não ter pressa num novo acordo com o Irão, estando a estratégia de pressão máxima do seu Governo a asfixiar a economia iraniana e a sua capacidade operacional.
Numa entrevista concedida ao canal televisivo Fox News, Trump afirmou que o tempo está a favor de Washington.
O chefe de Estado norte-americano indicou que, embora os canais de comunicação com Teerão permaneçam abertos através de aliados como o Paquistão, não sente urgência em sentar-se à mesa das negociações de imediato.
Lusa
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Veja os ataques lançados no Médio Oriente
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