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Correio da Manhã

Sociedade
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Tetraplégico em protesto recebe apoio do Presidente

Eduardo Jorge fechou-se numa gaiola junto ao Parlamento.
Francisca Genésio 4 de Dezembro de 2018 às 01:30
Tetraplégico protesta em gaiola junto ao parlamento
Ana Sofia Antunes e Marcelo
Tetraplégico protesta em gaiola junto ao parlamento
Tetraplégico em protesto em gaiola junto ao parlamento reúne-se terça-feira com o Governo
Tetraplégico protesta em gaiola junto ao parlamento
Tetraplégico protesta em gaiola junto ao parlamento
Ana Sofia Antunes e Marcelo
Tetraplégico protesta em gaiola junto ao parlamento
Tetraplégico em protesto em gaiola junto ao parlamento reúne-se terça-feira com o Governo
Tetraplégico protesta em gaiola junto ao parlamento
Tetraplégico protesta em gaiola junto ao parlamento
Ana Sofia Antunes e Marcelo
Tetraplégico protesta em gaiola junto ao parlamento
Tetraplégico em protesto em gaiola junto ao parlamento reúne-se terça-feira com o Governo
Tetraplégico protesta em gaiola junto ao parlamento
O tetraplégico que passou o fim de semana em protesto numa espécie de gaiola, junto à Assembleia da República, em Lisboa, suspendeu a sua ação e vai reunir com o Governo durante o dia desta segunda-feira.

Eduardo Jorge foi surpreendido no domingo à noite com a visita do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, e da secretária de Estado da Inclusão das Pessoas com Deficiência, Ana Sofia Antunes.

"Dirigiram-se a mim e expliquei quais eram as minhas maiores preocupações. Uma delas é a demora da implementação do projeto de vida independente", explicou Eduardo Jorge, de 56 anos.

Na prática, as pessoas com deficiência reivindicam um reforço no financiamento destinado à contratação de assistentes pessoais para as tarefas diárias. O diploma que define o Modelo de Vida Independente foi criado no ano passado mas acabou por ficar na gaveta.

O tetraplégico desafiou o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, o primeiro-ministro, António Costa, e o ministro da Solidariedade, Vieira da Silva, a que o ajudassem nas tarefas diárias, mas apenas Marcelo compareceu.

Eduardo Jorge estava sem comer desde sábado, numa gaiola, para demonstrar a vida reclusiva das pessoas com deficiência.

O objetivo era manter-se assim até esta segunda-feira, caso nenhum dos governantes ou o Chefe de Estado atendessem ao pedido.
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